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Foram encontradas 40 questões.

“Presta-se a prevenir o dano ambiental, apurar a responsabilidade, medir o valor do dano e determinar a recuperação do meio ambiente. Pode ser proposta pelo Poder Público, Associações Civis e Ministério Público”. Estamos falando da:
 

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As ajudas financeiras são instrumentos que podem ser aplicados de várias maneiras. Em muitas situações podem ser importantes para viabilizar a execução de políticas públicas. Associe as colunas abaixo, de acordo com os tipos de ajuda com fins ambientais:
( 1 ) Ajuda fiscal
( 2 ) Subsídio
( 3 ) Incentivo financeiro por conformidade
( 4 ) Sistema de consignação
( ) Ajuda não reembolsável destinada a estimular a redução da poluição.
( ) Pode ser de dois tipos: taxas de não conformidade e depósitos de boas condutas.
( ) Aplicado(a) sobre a política tributária, com redução de impostos e taxas em função das medidas tomadas pelo agente econômico.
( ) Aplicação de sobretaxas sobre produtos poluentes que são descontados pelo retorno desses produtos através de sistema de coleta.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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618530 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UNIVALI
Orgão: FAMAI
Assinale a única alternativa que não corresponde às adutoras, que são encarregadas pelo transporte da água entre unidades do sistema de abastecimento de água:
 

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O GESTO BANANIZADO
No primeiro dia, foi o gesto genial. Era um domingo. Ao se curvar no campo do estádio espanhol, descascar a banana, comê-la de uma abocanhada e cobrar o escanteio, Daniel Alves assombrou o mundo. Não só o mundo do futebol, esse que chama juiz de “veado” e negro de “macaco”. O baiano Daniel, mestiço de pele escura e olhos claros, assombrou o mundo inteiro extracampo. Vimos e revimos a cena várias vezes. “Foi natural e intuitivo”, disse Daniel, o lateral direito responsável pelo início da virada do Barcelona no jogo contra o Vilarreal. Por isso mesmo, por um gesto mudo, simples, rápido e aparentemente sem raiva, Daniel foi pop, simbólico, político e eficaz.
Só que, hoje, ninguém, nem Daniel Alves, consegue ser original por mais de 15 segundos. Andy Warhol previa, na década de 1960, que no futuro todos seríamos famosos por 15 minutos. Pois o futuro chegou e banalizou os atos geniais, transformando tudo numa lata de sopa de tomate Campbell’s. A banana do Daniel primeiro reapareceu na mão de Neymar, também vítima de episódios de racismo em estádios.
Neymar escreveu na rede em defesa do colega e dele próprio: “Tomaaaaa bando de racistas, #somostodosmacacos e daí?”. Uma reação legítima, mas sem a maturidade de Daniel. Natural. Há quase dez anos de estrada de vida entre um e outro.
Imediatamente a banana passou a ser triturada por milhares de “selfies”. O casal Luciano Huck-Angélica lançou uma camiseta #somostodosmacacos. Branco, o casal que jamais correu o risco de ser chamado de macaco apropriou-se do gesto genial, por isso foi bombardeado por ovos e tomates na rede, chamado de oportunista. (...)
“Estou há 11 anos na Espanha, e há 11 anos é igual... Tem de rir desses atrasados”, disse Daniel ao sair do gramado no domingo. Depois precisou explicar que não quis generalizar. “Não quis dizer que a Espanha seja racista. Mas sim que há racismo na Espanha, porque sofro isso em campos (de futebol) diferentes. Não foi um caso isolado. Não sou vítima, nem estou abatido. Isso só me fortalece, e continuarei denunciando atitudes racistas.”
Tudo o que se seguiu àquele centésimo de segundo em que Daniel pegou a fruta e a comeu, com a mesma naturalidade do espanhol Rafael Nadal em intervalo técnico de torneios mundiais de tênis, como se fizesse parte do script, tudo o que se seguiu àquele gesto é banal. Os “selfies”, a camiseta do casal 1.000, o tuíte de Dilma, as explicações de Daniel após o jogo, esta coluna. Até a nota oficial do Villareal, dizendo que identificou o torcedor racista e o baniu do estádio El Madrigal “para o resto da vida”. Daniel continuou a evitar as cascas de banana. Disse que o ideal, para conscientizar sobre o racismo, seria fazer o torcedor “pagar o mal com o bem”.
De toda a “bananização” do gesto de Daniel, a mais ironizada foi de Huck e sua mulher. Ele já explicou que não lucra nada com a camiseta. Huck não se emenda e escorrega na fama. Acha que é unanimidade no Brasil, mas ninguém é. Poucos podem ser brilhantes ao agir sem pensar. Em 2009, Huck foi vítima de assalto. Levaram seu Rolex em São Paulo. Contando com uma onda de solidariedade, Huck publicou um artigo no jornal Folha de S.Paulo. Escreveu que, caso morresse com um tiro de 38, deixaria “uma pobre criança órfã e uma jovem viúva”, “uma multidão bastante triste”, “um governador envergonhado” e “um presidente em silêncio”. Sua morte, escreveu Huck, seria “a manchete principal no Jornal Nacional”.
Provavelmente verdade. (...)
AQUINO, Ruth. O gesto bananizado. Época, São Paulo, n.831, p.122, maio 2014.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto.
 

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Em uma empresa, um total de 100 funcionários participam do desenvolvimento de um projeto e todos tem à sua disposição notebooks e tablets. Sabendo que 50 funcionários utilizam notebooks, 50 funcionários utilizam tablets e 18 funcionários utilizam os dois dispositivos, pela teoria dos conjuntos, quantos funcionários não utilizam notebooks nem tablets?
 

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É considerado crime ambiental “Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar, em qualquer parte do território nacional, estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes”. Estamos falando de um Artigo do(a):
 

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552526 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UNIVALI
Orgão: FAMAI
Contenção é todo elemento ou estrutura destinado a contrapor-se a empuxos ou tensões geradas em maciço cuja condição de equilíbrio foi alterada por algum tipo de escavação, corte ou aterro. Associe as colunas de acordo com as definições das principais estruturas de contenção.
( 1 ) Muros
( 2 ) Escoramentos
( 3 ) Cortinas
( 4 ) Reforços do terreno
( ) São contenções ancoradas ou apoiadas em outras estruturas, caracterizadas pela pequena deslocabilidade.
( ) São estruturas corridas de contenção, constituídas de parede vertical ou quase vertical, apoiada numa fundação rasa ou profunda.
( ) São estruturas provisórias empregadas para permitir a execução de obras enterradas ou o assentamento de tubulações embutidas no terreno.
( ) São construções em que um ou mais elementos são introduzidos no solo com a finalidade de aumentar sua resistência para que possa suportar as tensões geradas por um desnível abrupto.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Atual ministra de Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, esteve à frente da secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (2011/2014), antes esteve à frente do Ministério da Pesca e aquicultura. Primeira mulher eleita senadora de Santa Catarina:

 

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É um instrumento de Política Ambiental formado por um conjunto de procedimentos capaz de assegurar, desde o início do processo, que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de uma ação proposta e de suas alternativas; que os resultados sejam apresentados de forma adequada ao público e aos responsáveis pela tomada de decisão, e por eles devidamente considerados. Estamos falando do(a):
 

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O GESTO BANANIZADO
No primeiro dia, foi o gesto genial. Era um domingo. Ao se curvar no campo do estádio espanhol, descascar a banana, comê-la de uma abocanhada e cobrar o escanteio, Daniel Alves assombrou o mundo. Não só o mundo do futebol, esse que chama juiz de “veado” e negro de “macaco”. O baiano Daniel, mestiço de pele escura e olhos claros, assombrou o mundo inteiro extracampo. Vimos e revimos a cena várias vezes. “Foi natural e intuitivo”, disse Daniel, o lateral direito responsável pelo início da virada do Barcelona no jogo contra o Vilarreal. Por isso mesmo, por um gesto mudo, simples, rápido e aparentemente sem raiva, Daniel foi pop, simbólico, político e eficaz.
Só que, hoje, ninguém, nem Daniel Alves, consegue ser original por mais de 15 segundos. Andy Warhol previa, na década de 1960, que no futuro todos seríamos famosos por 15 minutos. Pois o futuro chegou e banalizou os atos geniais, transformando tudo numa lata de sopa de tomate Campbell’s. A banana do Daniel primeiro reapareceu na mão de Neymar, também vítima de episódios de racismo em estádios.
Neymar escreveu na rede em defesa do colega e dele próprio: “Tomaaaaa bando de racistas, #somostodosmacacos e daí?”. Uma reação legítima, mas sem a maturidade de Daniel. Natural. Há quase dez anos de estrada de vida entre um e outro.
Imediatamente a banana passou a ser triturada por milhares de “selfies”. O casal Luciano Huck-Angélica lançou uma camiseta #somostodosmacacos. Branco, o casal que jamais correu o risco de ser chamado de macaco apropriou-se do gesto genial, por isso foi bombardeado por ovos e tomates na rede, chamado de oportunista. (...)
“Estou há 11 anos na Espanha, e há 11 anos é igual... Tem de rir desses atrasados”, disse Daniel ao sair do gramado no domingo. Depois precisou explicar que não quis generalizar. “Não quis dizer que a Espanha seja racista. Mas sim que há racismo na Espanha, porque sofro isso em campos (de futebol) diferentes. Não foi um caso isolado. Não sou vítima, nem estou abatido. Isso só me fortalece, e continuarei denunciando atitudes racistas.”
Tudo o que se seguiu àquele centésimo de segundo em que Daniel pegou a fruta e a comeu, com a mesma naturalidade do espanhol Rafael Nadal em intervalo técnico de torneios mundiais de tênis, como se fizesse parte do script, tudo o que se seguiu àquele gesto é banal. Os “selfies”, a camiseta do casal 1.000, o tuíte de Dilma, as explicações de Daniel após o jogo, esta coluna. Até a nota oficial do Villareal, dizendo que identificou o torcedor racista e o baniu do estádio El Madrigal “para o resto da vida”. Daniel continuou a evitar as cascas de banana. Disse que o ideal, para conscientizar sobre o racismo, seria fazer o torcedor “pagar o mal com o bem”.
De toda a “bananização” do gesto de Daniel, a mais ironizada foi de Huck e sua mulher. Ele já explicou que não lucra nada com a camiseta. Huck não se emenda e escorrega na fama. Acha que é unanimidade no Brasil, mas ninguém é. Poucos podem ser brilhantes ao agir sem pensar. Em 2009, Huck foi vítima de assalto. Levaram seu Rolex em São Paulo. Contando com uma onda de solidariedade, Huck publicou um artigo no jornal Folha de S.Paulo. Escreveu que, caso morresse com um tiro de 38, deixaria “uma pobre criança órfã e uma jovem viúva”, “uma multidão bastante triste”, “um governador envergonhado” e “um presidente em silêncio”. Sua morte, escreveu Huck, seria “a manchete principal no Jornal Nacional”.
Provavelmente verdade. (...)
AQUINO, Ruth. O gesto bananizado. Época, São Paulo, n.831, p.122, maio 2014.
Assinale a alternativa CORRETA, de acordo com o texto.
 

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