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By the end of the twentieth century English was already well on its way to becoming a genuine lingua franca. Just as in the Middle Ages Latin became for a time a language of international communication, so English is now commonly used in exchanges between, say, Japanese and Argentinian business people or between Singaporeans and their Vietnamese counterparts.
A number of researchers have studied lingua franca conversations and have noted a number of somewhat surprising characteristics, including:
• Increasing of redundancy by adding prepositions (We have to study about... and Can we discuss about...?).
• Large use of certain verbs of high semantic generality, such as do, have, make, put, take.
• Pluralisation of nouns which are considered uncountable in native-speaker English (advices, staffs).
The evidence suggests that non-native speakers are not conforming to a native English standard. Indeed they seem to get along perfectly well despite the fact that they miss things out and put things in which they ‘should not do’. Not only this, but they are actually better at ‘accommodating’ than native speakers are when talking to second language speakers.
(Jeremy Harmer. The practice of English language teaching. Adaptado)
The considerations in the excerpt suggest that the teaching of oral skills in an English as lingua franca perspective should
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Qual é o papel de um museu que conta histórias de vida?
O Museu da Pessoa foi criado em 1991 com o objetivo de registrar e preservar histórias de vida de todo e qualquer indivíduo. A ideia é valorizar essas memórias e torná-las uma fonte de compreensão, conhecimento e conexão entre as pessoas, dos narradores aos visitantes que a instituição atrai.
O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história. Todas as pessoas que se dispõem a falar são entrevistadas por colaboradores da instituição, que durante longas conversas buscam estimular os participantes a lembrar os detalhes de sua trajetória. É possível encontrar nos arquivos histórias de professores, poetas, comerciantes e trabalhadores rurais, de variadas idades e regiões do país.
A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980, quando participou de um projeto de entrevistas com imigrantes no Rio e percebeu que os depoimentos ouvidos ajudavam a contar a história mais ampla do país. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo. “A história de cada pessoa é uma perspectiva única sobre a história comum que todos nós vivemos como sociedade”, disse a curadora ao jornal Nexo.
Para Worcman, as narrativas do acervo podem fazer o público do museu não só conhecer a vida de outras pessoas mas também “aprender sobre o mundo e a sociedade com o olhar do outro”. Abertas a outros pontos de vista, as pessoas transformam seu modo de ver o mundo e criam uma sociedade mais justa e igualitária.
(Mariana Vick, Nexo Jornal, 29 de junho de 2020. Adaptado)
Considere os enunciados:
- O Museu da Pessoa possibilita qualquer indivíduo o registro de suas memórias.
- Devido entrevistas realizadas por colaboradores da instituição, é possível encontrar histórias de muitas pessoas, de variadas idades e regiões do país.
- A instituição qual Karen Worcman estava vinculada realizava entrevistas com imigrantes no Rio de Janeiro.
Em conformidade com as considerações de Almeida (2006), no Dicionário de questões vernáculas, sobre o emprego do acento indicativo de crase, as lacunas dos enunciados devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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The disjunction between method as conceptualized by theorists and method as conducted by teachers is the direct consequence of the inherent limitations of the concept of method itself. First and foremost, methods are based on idealized concepts geared toward idealized contexts. Since language learning and teaching needs, wants, and situations are unpredictably numerous, no idealized method can visualize all the variables in advance in order to provide situation-specific suggestions that practicing teachers so clearly need in order to tackle the challenges they confront every day of their professional lives. As a predominantly topdown exercise, the conception and construction of methods have been largely guided by a one-size-fits-all (…) approach that assumes a common clientele with common goals.
(KUMARAVADIVELU, B. Beyond methods: macrostrategies for language teaching. Adapted )
Kumaravadivelu states that there are over 15 methods for Second and Foreign Language (L2) teaching, which he divides into three categories, i.e. language-centered, learner-centered and learning-centered methods, as seen, respectively, in alternative:
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Muitos creem que é supérfulo ter uma longa noite de sono, porém, para o neurocientista Matthew Walker, autor do livro “Por que nós dormimos?”, os seres humanos precisam, com raras excessões, de oito horasdiárias de sono. Há um consenso de que indivíduos que prescindem de uma boa noite de sono podem se tornar anciosos e ter um comportamento contraproducente, por isso Walker recomenda que as pessoas também façam a sesta, o que certamente é factível apenas para alguns previlegiados.
Para que o texto esteja em conformidade com a ortografia e a acentuação previstas pela norma-padrão, algumas das palavras destacadas devem ser reescritas. A forma correta dessas palavras encontra-se na alternativa:
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The discussion of the worldliness of English (…) suggests that it is impossible to separate English from its many contexts, and therefore, that the idea that it might be possible to ‘just teach the language’ - is (…) indefensible. (…) To teach is to be caught up in an array of questions concerning curriculum, educational systems and classroom practices: (1) whose knowledges and cultures are given credence? (2) to what extent does an educational system reproduce social and cultural inequalities? And (3) what understandings of language, culture, education, authority, knowledge or communication do we assume in our teaching?
(PENNYCOOK, A. The cultural politics of English as an international language. Adaptado).
A discussão de Pennycook sobre “just teach the language” vai ao encontro do debate sobre multiletramentos feito por Rojo e Moura em seu livro, uma vez que os autores entendem que, para ensinar na área, é preciso que o(a) professor(a)
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By the end of the twentieth century English was already well on its way to becoming a genuine lingua franca. Just as in the Middle Ages Latin became for a time a language of international communication, so English is now commonly used in exchanges between, say, Japanese and Argentinian business people or between Singaporeans and their Vietnamese counterparts.
A number of researchers have studied lingua franca conversations and have noted a number of somewhat surprising characteristics, including:
• Increasing of redundancy by adding prepositions (We have to study about... and Can we discuss about...?).
• Large use of certain verbs of high semantic generality, such as do, have, make, put, take.
• Pluralisation of nouns which are considered uncountable in native-speaker English (advices, staffs).
The evidence suggests that non-native speakers are not conforming to a native English standard. Indeed they seem to get along perfectly well despite the fact that they miss things out and put things in which they ‘should not do’. Not only this, but they are actually better at ‘accommodating’ than native speakers are when talking to second language speakers.
(Jeremy Harmer. The practice of English language teaching. Adaptado)
As far as the teaching of standard English is concerned, the pluralization of the underlined noun is only acceptable in alternative:
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Segundo Teresa Mauri (in Coll,1999, capítulo 4), atualmente, são três as concepções da aprendizagem e do ensino escolar mais habituais entre os docentes. Para a primeira concepção, aprender consiste em conhecer as respostas corretas para as perguntas formuladas pelos professores, cabendo ao ensino reforçar positivamente tais respostas. Para a segunda concepção, aprender consiste em adquirir conhecimentos relevantes de uma cultura, competindo ao ensino proporcionar aos alunos as informações de que necessitam. Finalmente, para a terceira concepção, a aprendizagem escolar consiste em construir conhecimentos culturais a partir de atividade pessoal; o aluno é um ser ativo que aprende a aprender.
Conforme expõe Mauri no referido texto, nessa terceira vertente, o papel do ensino consiste em
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The term pedagogy of multiliteracies was created in 1996, by the New London Group. According to Rojo and Moura (2012), the group asked themselves questions such as “O que é uma educação apropriada para mulheres, para indígenas, para imigrantes que não falam a língua nacional, para falantes dos dialetos não padrão? (...).”
(ROJO, R.; MOURA, E. (orgs). Multiletramentos na escola.)
Assinale a alternativa que melhor caracteriza a pedagogia dos multiletramentos.
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As ideias separatistas nasciam do profundo desequilíbrio entre o poder político e o poder econômico que se observava nos fins do Império, oriundo do empobrecimento das áreas de onde provinham tradicionalmente os elementos que manipulavam o poder e concomitantemente do desenvolvimento de outras áreas que não possuíam a devida representação no governo.
As transformações econômicas e sociais que se processam durante a segunda metade do século XIX acarretam o aparecimento de uma série de aspirações novas provocando numerosos conflitos. [...]
(Emília Viotti da Costa. Da Monarquia à República: momentos decisivos. Fund. Ed. Unesp, 1999)
Para Emília Viotti da Costa, o tal “desequilíbrio entre o poder político e o poder econômico” refere-se
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No mundo atual, globalizado, as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) têm se incorporado a diversas áreas do desenvolvimento humano, entre elas a da educação. Nesse contexto, segundo Moran (2004), o professor, do ponto de vista metodológico, necessita aprender a contrabalançar processos de organização e de “provocação” na sala de aula. Para o referido autor, uma das dimensões fundamentais do educar consiste em auxiliar os alunos a descobrirem uma lógica dentro do caos de informações que possuímos, organizar numa síntese coerente (ainda que momentânea) das informações dentro de um campo de conhecimento. Moran afirma que compreender consiste em organizar, sistematizar, comparar, avaliar e contextualizar. Uma segunda dimensão pedagógica busca questionar essa compreensão, criando uma tensão para ultrapassá-la, transformá-la, caminhando em direção a novas sínteses, novas formas de compreensão.
Para isso, Moran afirma, nesse texto, que o professor precisa
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