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Propõe-se a realização de um experimento no qual um resistor de !$ 12,0 \Omega !$ está inserido dentro de um bloco de gelo a 0 ºC. O circuito montado está apresentado na figura abaixo.

A bateria tem resistência interna desprezível, e o calor latente de fusão para o gelo é de 3,34x105 J/kg. Sendo assim, qual é o valor da taxa (em g/s) em que esse circuito derreterá o gelo?
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Uma máquina térmica realiza a cada ciclo um trabalho de 8 x 102 J, com uma eficiência de 20%. Considerando que essa máquina opere segundo um ciclo de Carnot, com a fonte fria a uma temperatura de 300 K, qual é a temperatura da fonte quente e quanto calor é cedido para a fonte fria, respectivamente?
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O valor de !$ \textstyle \lim_{x \rightarrow +\infty} { \large x^2 + 6x + 9 + cos (x) \over x^2 + x + 9} !$ é:
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Considere a equação !$ x^3 - 3x^2 - 9x + k = 0 !$, onde !$ k !$ representa os valores para os quais a equação admita um raiz dupla. Assinale a opção que apresenta a soma dos valores de !$ k !$.
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Um atleta de triatlon treina pedalando em uma via com velocidade constante, quando uma viatura da policia rodoviária, em perseguição a outro veículo, aproxima-se com a sirene ligada. Quando a viatura ultrapassa o ciclista afastando-se dele, este passa a ouvir a sirene com uma frequência de valor !$ { \large 5 \over 6} !$ da frequência que ele ouvia antes, com a viatura se aproximando. Sabendo que o atleta e a viatura estavam no mesmo sentido e a viatura estava a uma velocidade constante de 144 km/h, qual era a velocidade aproximada do ciclista? (Dado: velocidade do som = 340 m/s)
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Seja a função !$ f !$ definida por !$ f(x) = { \large 2x^2 - 2x + 1 \over 2x^2} !$, assinale o ponto de inflexão do gráfico da função.
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Based on the text below, answer the question below.
Career confusion in the 21st century: challenges and
opportunities
[1] The time and energy that teenagers dedicate to learning and the fields of study they choose profoundly shape the opportunities they will have during their whole lives. Their dreams and aspirations do not just depend on their talents, but they can be highly influenced by their personal background as well as by lhe depth and extent of their knowledge about the world of work. ln summary, students cannot be what they cannot see.
[2] With young people staying in education longer than ever and the labour market automating with unprecedented speed, students need help to make sense of the world of work. ln 2018, lhe OECD Programme for lnternational Student Assessment (PISA), the world's largest dataset on young people's educational experiences, collected first-of-its kind data on this, making it possible to explore how much the career dreams of young people have changed over the past 20 years, how closely they are related to actual labour demand, and how closely aspirations are shaped by social background and gender.
[3] Studies in Australia, lhe United Kingdom and the United States show that teenagers who combine part-time employment with full-time education do better in their school-to-work transitions. The positive benefits include lower probabilities of being unemployed or NEET (Not in Education, Employment or Training), higher wages, and others (see Box 1). However, the benefits cannot be taken for granted and some experiences in different countries have demonstrated that governments and schools can better support young people as they prepare themselves for working life.
[4] Schools may provide programmes of career development activities, particularly those that include workplace experience. Experience of lhe world of work challenges young people to understand what it means to be personally effective in different workplaces while providing a unique opportunity to develop social networks of value. Through exposure to the people who do different jobs, young people have the chance to challenge genderand class-based stereotyping and expand their aspirations, easing ultimate entry into the labour market (see Box 2).
[5] However, in recent years, analyses of career preparation have focused on the challenge of misalignment: where the educational plans of young people are out of kilter with their occupational expectations. When young people underestimate the education required to fulfil their dreams, they can expect to find their early working lives more difficult than would be expected. Of particular concern is that most young people whose aspirations are misaligned with their education come from disadvantaged backgrounds. Consequently, it is now clear that career guidance serves an important service in dealing with inequalities.
[6] Results from PISA show that the career aspirations of young people are no simple reflection of teenage academic ability. Rather, they reflect complex lives. Analyses show that lhe children of more advantaged families are more likely to want to go on to university than working class kids. Similarly, career thinking is often determined by gender and immigrant background as well as socioeconomic status. Disadvantaged young people are at clear risk of career confusion. lt is neither fair, nor efficient, for students to move through education with limited views of both lhe amplitude of the labour market and their own potential.
Box 1 - The positive effects of teenage part-time employment
[7] Studies in Australia, the United Kingdom and the United States commonly show that teenagers who combine full-time study with part-time work can expect to do better in the adult job market than would be expected, given their backgrounds and academic qualifications. Studies that follow them from childhood to adulthood have routinely found evidence of higher earnings and fewer periods of unemployment. ln an American study which follows young people born in the mid-1970s up to the age of 30, lhe researchers find a positive relationship between working part time at age 14 and 15 and a subjective sense of job realization in adulthood. Teenage students who worked were far more likely to agree at age 30 that they were working in a job that they wanted. However, the exact relationship between working when a teenager and later economic success is not well understood, and the phenomenon may have some disadvantages: students working excessive hours perform worse in final examinations than would otherwise be expected.
Box 2 _ The long-term impacts of career talks
[8] Another study, based on teenagers who, as 16-year-olds, had taken part in a career talk with someone from outside of school, finds that taking part in career talks is associated with significantly better earnings at age 26. The wage premium was found to be at its greatest where students took part in more than tive career talks at age 14-15, rather than at 15-16, and when they agreed at the time that they had been very helpful.
(Adapted from: Dream jobs? Teenager career aspirations and the
future of work. Available at: www.oecd.org/education/dream-jobs-
teenagers- career-aspirations-and-the-future-of-work.htm
<http://www.oecd.org/education/dream-jobs-teenagers-career-
aspirations-and-the-future-of-work.htm >)
The word "their", in "[...] with limited views of both the amplitude of the labour market and their own potential." (paragraph 6), refers to:
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Sejam !$ f \circ g !$ e !$ g !$ funções reais definidas por !$ f \circ g (x) = \begin{cases} 4x^2 - 6x -1, x \ge 1 \\ 4x + 3, x < 1 \end{cases} !$ e !$ g(x) = 2x - 3 !$.Assinale a opção que apresenta a lei de formação da função !$ f !$.
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Um bloco 1 de massa m é liberado do repouso de uma altura H sobre um trilho que tem um trecho o qual descreve uma circunferência de raio R (conforme apresentado na figura abaixo).

Na base do trilho existe um bloco 2, idêntico ao bloco 1 e em repouso. De que altura mínima o bloco 1 deve ser abandonado para que, após ocorrer uma colisão totalmente inelástica com o bloco 2, eles consigam percorrer toda extensão da circunferência sem se desprenderem dos trilhos? Considere que não há forças dissipativas atuando no sistema. Considere os blocos com dimensões desprezíveis.
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
O CORPO ESCRITO DA LITERATURA
A escrita se faz com o corpo, e daí sua pulsação, seu ritmo pulsional, sua respiração singular, sua rebeldia, às vezes domada pela força da armadura da língua, pela sintaxe, freios e ordenamentos. Assim, nunca são puras ideias abstratas que se escrevem e por isso, quando se lida com a escrita alheia do escritor ou do escrevente comum, como leitor ou critico, toca-se em textos, com as mãos, com os olhos, com a pele. Tal gesto pode irritar profundamente aquele que escreveu, como se seu corpo sofresse uma agressão ou uma invasão indevida, da qual ele tem que se defender, sob o risco de se ver ferido por um olhar ou mão estranha. Por isso, aquele que escreve, a todo momento, talvez tente se explicar, se suturar, na tentativa de se preservar de um outro intrusivo, que fala de um lugar que nem sempre é o da cumplicidade especular, obrigando a um dizer outro que ele - o que escreve - recusa, desconhece ou simplesmente cala.
O escrever tem a ver com uma intimidade que, no entanto, sempre se volta para fora, paradoxalmente se mascarando e se desvelando, ao mesmo tempo. Daí, a fugaz medida do texto, que o faz se dizer e se desdizer, no palco mesmo da folha branca, onde ele se exibe, com pudor, falso pudor, ou uma espécie de bravata exibicionista. Textos poéticos ou romanescos querem agradar ou seduzir o incauto leitor com suas manhas e artimanhas, prometendo e faltando à palavra dada, às promessas de respostas, à avidez ingênua de quem espera dele mais do que palavras, letras.
Assim, o texto fala e fala mais do que o autor pretende, e não há como evitar essa rebeldia de palavras que fogem de um ilusório comando, mesmo quando se buscam recursos os mais variados, para domá-las, se assim se pretende, no cárcere privado da sintaxe, das normas, dos modelos, sonetos, tercetos ou a mais rígida rima livre.
Porque as palavras são "palavras em pássaros", como afirma um personagem de João Gilberto Noll que se diz dominado por elas, no ato mesmo da escrita, como se elas escapassem de seus dedos que dedilham as teclas da máquina, sem conseguir controlá-las.
Um dia, escrevi ou me escrevi: literatura são palavras. Mas nem todas as palavras fazem literatura, a não ser aquelas que trabalham no velho barro da língua, laborando nele como quem. forja alguma coisa tão material, como com o cristal sonoro ou o som bruto de cordas que esperam as mãos do violinista, para afiná-las ou quebrá-las com som novo que possa arranhar nossos ouvidos duros, rapidamente surdos aos velhos verbos repetidos que ecoam sinistramente na velha casa da escrita.[...]
A escrita não segura todos os riscos, todos os pontos finais, mas alguma coisa ela faz, quando se gastam todos os recursos do semblant, quando, de repente, ela começa a se dizer sozinha, avizinhando-nos do real, este insabido que fascina e nos deixa nus diante de todos os leitores.
Talvez aí, nessa hora, surja um voyeurismo que surpreenda o escritor, lá onde ele não se adivinhava, quando pode se desconhecer em suas palavras, estas que saem de seu pobre teatro do quotidiano e o espreitam, no chão mesmo da poesia, na sua letra, ao pé da letra.
Ela, a poesia, vem, sem suas vestimentas-textos, que, de tão decorados, se põem a despir-se, pois todo ator ou atriz tem sua hora de cansaço, quando sua fala já não fala, quando uma brusca opacidade faz que ele ou ela tropece as palavras e as gagueje, num hiato.
Depois da luta, a luta mais vã de Drummond, fica-se sabendo que ela - a luta - é de outra ordem e se escreve com outras armas. Mas só se sabe isso depois de liquefazer suas palavras-lutas, de passar por um estado de ruptura do velho chão da gramática, da língua pátria.
Língua pátria necessária, mas que precisa ser transformada em herança, para ser reescrita e relida, agora, noutros tempos, sem que se deixe de trabalhar o limo verde de seus vocábulos esquecidos no museu de tudo. Tudo o que me diz ou nos diz na floresta de símbolos onde nos perdemos, onde perdemos o rumo e o prumo. Mas também onde inventamos outros itinerários, com outras bússolas, no papel lívido, como disse a voz de um escritor cujo nome esqueci, mas que me fala agora. Ou mesmo, escrevendo nessa outra tela, a dos nossos fantasmas, bela ou temida janela, ou nessa outra, cujo brilho ofusca, a do computador, que faz voar, correr nas suas teclas as palavras-pássaros, sem pouso, sem pausa.
Palavras-pássaros do tempo-espaço que não se deixam apagar nas letras empoeiradas das prateleiras de Babel, de Borges, sempre reescritas. Sempre renovadas e reinventadas, que é para isso que serve a literatura. [...]
BRANDÃO, Ruth Silviano. A vida escrita.
Rio de Janeiro: 7 Letras, 2006. (Texto adaptado)
O emprego de informações, ideias e citações de outros autores como Noll, Drummond e Borges, no texto, é um recurso denominado:
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