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4107904 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG
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Leia, atentamente, os textos a seguir.

 

TEXTO I

O pronome átono pode assumir três posições em relação ao vocábulo tônico, donde a ênclise, próclise e mesóclise. Não se pospõe pronome átono a verbo precedido de palavra de sentido negativo. Não se pospõe pronome átono a verbo no futuro do presente e no futuro do pretérito (condicional).   BECHARA, E. Moderna Gramática Portuguesa. São Paulo: Nacional, 2009, p. 587-589.
 

TEXTO I

 

Enunciado 4473435-1

Considere o que propõe o gramático Evanildo Bechara acerca de alguns dos critérios para a colocação dos pronomes oblíquos átonos e analise as asserções e a relação proposta entre elas.

 

I . No último quadrinho da tira, outras formas corretas de grafar a frase são “Mas isso jamais dará-LHE o direito de ser cruel” e “Mas isso jamais dar-LHE-á o direito de ser cruel”,

 

PORQUE

 

II . o emprego do pronome tanto enclítico como também mesoclítico é aceitável e, neste caso específico do diálogo entre pai e filho, a norma culta estará preservada.

 

Sobre as asserções, é correto afirmar que

 

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4107903 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG
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Leia, com atenção, o texto a seguir para avaliar o emprego do sinal indicativo de crase e complete corretamente as lacunas.

 

O mundo espera de um milagre

 

Foram nove dias de incerteza até que busca pelos 12 meninos tailandeses desaparecidos se transformou em uma missão de resgate. Os motivos que levaram os garotos penetrar no complexo de cavernas, 1,7 quilômetros de distância da entrada, são incertos. Ben Reymenants, um dos mergulhadores ingleses em contato com eles, afirmou que tudo fazia parte de uma espécie de ritual de iniciação. O caso dos “Javalis Selvagens” ganhou contornos angustiantes pelo enorme grau de dificuldade do resgate e devido chuvas que poderiam tornar a missão impossível.

 

Isto É, n. 2533, 11 jul. 2018, p. 45-48. Adaptado.

 

A sequência correta para o preenchimento das lacunas é

 

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4107902 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG
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Texto para a questão.

 

Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

 

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

 

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

 

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

 

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

 

Disponível em: <http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/>. Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

 

No trecho “... [as pessoas] rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos”, a primeira frase estabelece uma relação de sentido com a segunda. Um conectivo que expressa tal relação é

 

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Texto para a questão.

 

Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

 

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

 

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

 

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

 

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

 

Disponível em: <http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/>. Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

 

No penúltimo parágrafo do texto, em “Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar”, a expressão destacada significa

 

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Texto para a questão.

 

Mirian Goldenberg nega autoria de ‘sexalescentes’

 

Circula pela Internet um texto assinado por mim com o título “Sexalescentes”. Ele tem sido reproduzido e enviado por e-mail para inúmeras pessoas. Existe até uma versão musical no Youtube. O texto diz que está surgindo uma nova faixa social, a dos “sexalescentes”, pessoas de mais de 60 anos que rejeitam a palavra “sexagenário”. Envelhecer não está nos seus planos.

 

É verdade que algumas ideias são semelhantes às que tenho apresentado em meus artigos. Mas, ao contrário do autor (ou autora?) de “Sexalescentes”, gosto da palavra “velho” e acho importante usá-la justamente para combater o estigma que cerca a velhice. Também uso “ageless”, “sem idade” e “inclassificáveis” para me referir aos que estão inventando uma forma mais feliz de experimentar o envelhecimento. Chamo as mulheres mais velhas de “coroas poderosas”.

 

É muito estranho ver o meu nome em um texto que não é meu. Mais estranho ainda é receber elogios por algo que nunca escrevi. Algum leitor sabe de quem é a ideia de “Sexalescentes”? Se sim, peça para ele (ou ela?) sair do armário e se apresentar.

 

Aposto que o texto foi escrito por uma “coroa poderosa”. E você?

 

Disponível em: <http://www.50emais.com.br/mirian-goldenberg-nega-autoria-de-sexalescentes/>. Acesso em 17 jul. 2018. Adaptado.

 

É correto dizer que, nos dois últimos parágrafos, a autora imprime ao seu texto um tom

 

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Texto para a questão.

 

Malala e seu lápis mágico

 

Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola. Recentemente, apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos. Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico para desenhar um novo mundo, mas que também encontrou dentro de si as forças de que precisava para mudar a sociedade em que vivia. As ilustrações – instigantes – de Kerascoët aproximam essa história de uma região tão distante aos brasileiros.

 

EDITORA ESCALA. Revista Conhecimento Prático / Literatura. São Paulo: Ano 8, Edição 78, 2018, p. 59. Adaptado.

 

No trecho “[Malala] apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos”, a expressão destacada enfatiza uma ideia, tal como se observa em

 

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Texto para a questão.

 

Malala e seu lápis mágico

 

Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola. Recentemente, apresentou seu primeiro livro destinado ao público leitor com uma narrativa que promete, antes de mais nada, inspirar a nova geração a quebrar o silêncio e a lutar pelos próprios direitos. Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico para desenhar um novo mundo, mas que também encontrou dentro de si as forças de que precisava para mudar a sociedade em que vivia. As ilustrações – instigantes – de Kerascoët aproximam essa história de uma região tão distante aos brasileiros.

 

EDITORA ESCALA. Revista Conhecimento Prático / Literatura. São Paulo: Ano 8, Edição 78, 2018, p. 59. Adaptado.

 

Avalie as informações acerca dos sinais de pontuação.

 

I. Em "Nesta obra, a proposta é clara: a autora conta as memórias de uma menina que sonhava com um lápis mágico...", os dois-pontos indicam uma consequência do que foi enunciado.

 

II. Na frase "As ilustrações – instigantes – de Kerascoët", os travessões isolam a palavra "instigantes" e equivalem a reticências.

 

III. No período "Malala Yousafzai, a paquistanesa ganhadora do Prêmio Nobel da Paz 2014, lutou pelo seu direito de estudar...", as vírgulas isolam elemento de valor explicativo.

 

IV. Na oração "Recentemente, apresentou seu primeiro livro...", é de regra usar a vírgula para dar realce ao adjunto adverbial, podendo ser dispensada, se considerá-lo de pequeno corpo.

 

V. Em "...depois que as meninas de seu país foram proibidas de frequentar a escola..." a expressão "de seu país" deveria ficar entre parênteses porque introduz um dado biográfico importante.

 

Está correto apenas o que se afirma em

 

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Leia o texto a seguir.

 

Enunciado 4473427-1

No infográfico apresentado encontram-se algumas normas para se atingir um objetivo. Ele tem como público-alvo pessoas que desejam mudar seus hábitos alimentares.

 

A esse respeito, é correto afirmar que tal conjunto de regras

 

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Texto para a questão.

 

Em favor da vacina

 

Cilene Pereira

 

Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.

 

O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.

 

Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.

 

TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, no 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.

 

A frase “... o controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça...” deixa claro que a falta de adesão popular à vacinação é marcada por

 

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Texto para a questão.

 

Em favor da vacina

 

Cilene Pereira

 

Desde 2011 observa-se no Brasil a queda na cobertura vacinal relativa a várias enfermidades. A falta de adesão da população em relação às vacinas no Brasil passa, entre outros aspectos, pela desinformação, que deve ser combatida e exige esforços extras.

 

O controle das doenças por meio das vacinas, alcançado nas últimas décadas, levou à sensação de que as enfermidades não representam mais ameaça. “O fato de as doenças terem desaparecido fez com que muita gente ache que a vacina é desnecessária”, afirma a epidemiologista Carla Domingues, coordenadora do Programa Nacional de Imunizações. Pensar assim é um equívoco que pode fazer com que as enfermidades readquiram força de transmissão.

 

Os grupos que pregam contra os imunizantes e a falta de informação até entre profissionais da saúde são fatores que trazem de volta ao País doenças que haviam desaparecido, como o sarampo e o risco da poliomielite. É preciso impedir esse inaceitável retrocesso na saúde pública. Os ativistas fazem barulho nas redes sociais, onde proliferam tolices como a ideia de que os imunizantes são ineficazes ou que apresentam risco maior do que os benefícios. É mentira. Assim como também é falsa a tese de que a vacina tríplice viral (que imuniza contra sarampo, caxumba e rubéola) está associada ao autismo. Não há comprovação na literatura médica.

 

TRÊS EDITORIAL LTDA. Isto É, ano 41, no 2535, 25 jul. 2018, p.42. Adaptado.

 

Considere as informações veiculadas no texto e informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma.

 

(   ) O ponto de vista da autora é marcado por um alarmismo velado.

 

(   ) Os ativistas estão desprovidos de embasamento científico no que dizem.

 

(   ) A epidemiologista consultada suscita, com a sua fala, deduções contraditórias.

 

(   ) A prolixidade das palavras impede a compreensão do que se deseja informar ao leitor.

 

(   ) A alusão temporal constitui um dos recursos argumentativos para a defesa do ponto de vista.

 

De acordo com as afirmações a sequência correta é

 

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