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É indicação classe I para ablação de taquicardia ventricular, segundo AHA/ACC Guidelines for clinical intracardiac electrophysiological and catheter ablation procedures, o paciente portador de taquicardia ventricular:
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Podemos afirmar sobre os mecanismos geradores de síncope, que o tipo:
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Sobre os novos anticoagulantes orais, é correto afirmar que:
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Segundo as Diretrizes Brasileiras de Dispositivos Cardíacos Eletrônicos Implantáveis, é indicação classe | para o implante de marcapasso cardíaco:
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É indicação classe I para a realização de monitorização ambulatorial do eletrocardiograma, segundo ACC/AHA Guidelines for Ambulatory Electrocardiography, o paciente com:
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Sobre a Amiloidose, assinale a alternativa incorreta:
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Caso clínico referente à questão.
Paciente de 17 anos, previamente hígido, procura cardiologista do posto de saúde referindo queixa de dispneia com início há 2 anos, inicialmente aos grandes esforços e posteriormente com piora lenta e progressiva. Atualmente apresentando queixa de dispneia a pequenos esforços, como tomar banho ou se vestir. Realizado ecocardiograma compatível com hipertrofia concêntrica, simétrica e com hiper-refringência significativa do miocárdio. Função sistólica preservada do ventrículo esquerdo.
Pode-se dizer que a principal hipótese diagnóstica é:
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Caso clínico referente a questão.
Paciente de 80 anos, sexo feminino, diabética, hipertensa e obesa, procura cardiologista de sua cidade para consulta de rotina. Refere estar sem queixas atuais. Nega dor torácica, dispnéia e palpitação. Refere não fazer uso adequado das medicações para a pressão e diabetes. Durante exame físico geral e especial observado (dados positivos): pressão arterial: 170/110mmhHg, FC= 88bpm, FR=22ip. Exame físico cardiovascular: ictus cordis não visível e palpável no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular, impulsivo 2+/4+. Sopro mesossistólico em foco aórtico irradiado para fúrcula e carótidas, rude, de intensidade 2+/4+. Realizado ecocardiograma compatível com hipertrofia concêntrica moderada do ventrículo esquerdo e velocidade de fluxo transvalvar aórtico de 4,11m/s, gradiente máximo de 67mmHg e médio de 47mmbHg. A área valvar aórtica estimada pela equação de continuidade é 0,75cm2.
A melhor conduta a ser tomada a seguir no caso acima de acordo com as diretrizes brasileiras de valvopatias é:
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Caso clínico referente a questão.
Paciente de 80 anos, sexo feminino, diabética, hipertensa e obesa, procura cardiologista de sua cidade para consulta de rotina. Refere estar sem queixas atuais. Nega dor torácica, dispnéia e palpitação. Refere não fazer uso adequado das medicações para a pressão e diabetes. Durante exame físico geral e especial observado (dados positivos): pressão arterial: 170/110mmhHg, FC= 88bpm, FR=22ip. Exame físico cardiovascular: ictus cordis não visível e palpável no quinto espaço intercostal esquerdo, na linha hemiclavicular, impulsivo 2+/4+. Sopro mesossistólico em foco aórtico irradiado para fúrcula e carótidas, rude, de intensidade 2+/4+. Realizado ecocardiograma compatível com hipertrofia concêntrica moderada do ventrículo esquerdo e velocidade de fluxo transvalvar aórtico de 4,11m/s, gradiente máximo de 67mmHg e médio de 47mmbHg. A área valvar aórtica estimada pela equação de continuidade é 0,75cm2.
De acordo com o exposto acima e de acordo com as diretrizes brasileiras de valvopatias, pode-se dizer que o diagnóstico ecocardiográfico é de:
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Ainda de acordo com as diretrizes brasileiras de cardiologia, em caso de confirmação de hipertensão arterial sistêmica, o melhor tratamento indicado para o paciente em questão é:
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