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A infecção tuberculosa é definida como o estado de resposta imune persistente à estimulação por antígenos do Micobacterium tuberculosis, sem evidência de doença tuberculosa clinicamente manifesta. O tratamento preventivo da tuberculose é uma das intervenções-chaves recomendada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para alcançar o objetivo denominado “End TB Strategy”.
O Guia Consolidado da OMS para Tuberculose: tratamento preventivo da Tuberculose, 2ª Edição, de 2024, atualiza as recomendações sobre a triagem sistemática e o tratamento da infecção tuberculosa.
De acordo com o referido guia, o grupo populacional que deve ser sistematicamente testado para a existência de infecção tuberculosa e tratado na dependência do resultado é o de
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Você está em atendimento no posto de saúde quando um profissional do setor administrativo da unidade lhe chama correndo para atender uma criança que está caída na calçada da rua aparentemente em parada cardiopulmonar.
Caso seja confirmada a parada, a sequência correta de ações que devem ser seguidas é:
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Em relação ao tétano acidental é correto afirmar que
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Uma adolescente de 12 anos, é trazida à emergência após ser encontrada vagando pelas ruas durante a madrugada. Durante o atendimento você não percebe alterações dos sinais vitais ou lesões traumáticas, entretanto, você percebe sinais de vulnerabilidade social e a menina reluta em retornar para casa, mencionando que enfrenta conflitos constantes com seus pais e se sente insegura.
Conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a abordagem mais adequada para garantir os direitos e a proteção dessa adolescente é:
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A diferença entre “doença falciforme” e “anemia falciforme” é:
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No caso confirmado de sarampo há três dias, que possui um contactante intradomiciliar de dois anos de idade que está imunossuprimido em decorrência de leucemia, a medida preventiva correta a ser tomada é:
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Você atende na emergência um menino de 10 anos devido a episódios frequentes de vômitos, fraqueza extrema, e dores abdominais. Segundo a mãe, esses sintomas surgiram há cerca de três meses gerando várias internações para a investigação etiológica sem nenhum diagnóstico até o momento.
Ao exame físico o paciente parece saudável e não exibe sinais de desidratação ou qualquer anomalia clínica que justifique a gravidade dos sintomas relatados. Você decide internar o menino para observação e a equipe assistencial percebe que os sintomas desaparecem quando a mãe se ausenta.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provavelmente a ser considerada é
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Você atende no ambulatório um neonato de 12 dias. O menino está com secreção ocular purulenta e edema palpebral à direita há três dias. Segundo a mãe a secreção surgiu há oito dias sendo, inicialmente, discreta, mas evoluiu para uma secreção espessa, amarelada. O menino nasceu a termo de parto vaginal sem intercorrências. Não há alterações comportamentais, febre, ou outros sinais sistêmicos e o bebê está com bom ganho ponderal e alimenta-se bem. Ao exame físico, observa-se secreção purulenta em grande quantidade, edema bipalpebral e hiperemia conjuntival. Não há sinais de ceratite ou acometimento palpebral, o reflexo pupilar está preservado.
Para o quadro desse paciente, a hipótese diagnóstica mais provável é
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Lactente de três meses, é trazida à emergência devido a um episódio súbito de cianose, acompanhada de dispneia e letargia. Segundo o pai, a criança estava brincando no colo quando, de repente, ficou muito pálida com cianose perioral e nas extremidades. O episódio durou cerca de dez minutos seguido por sonolência e dificuldade para se alimentar. Segundo a família, a menina nasceu de parto prematuro e já fora internada duas vezes por infecções respiratórias. Não há relato de cardiopatias. Ao exame nota-se de alterado acrocianose e cianose central, taquicardia e saturação de oxigênio de 80%. O exame físico revela um sopro sistólico, e há estertores finos à ausculta pulmonar.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
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Menina de quatro anos, é atendida na emergência com disúria, polaciúria queixas de dor ao urinar, aumento da frequência urinária e febre baixa há dois dias associada a dor abdominal e irritabilidade. Ao exame físico, a menina está febril (38ºC), com dor discreta à palpação superficial do abdome, mas sem sinais de peritonite.
Diante da suspeita de infecção do trato urinário (ITU), foi coletada uma amostra de urina por jato médio para análise laboratorial e urinocultura. Os resultados laboratoriais mostraram a presença de leucócitos e nitritos positivos na análise de urina, e a urinocultura revelou o crescimento de 10.000 UFC/mL de Escherichia coli.
Com base nos resultados da urinocultura, a interpretação correta para o quadro clínico dessa paciente, é:
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