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Uma das formas mais comuns de avaliação da insuficiência cardíaca é a graduação pela classificação da New York Heart Association (NYHA).
Em relação a essa classificação, assinale a afirmativa correta.
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Paciente, 74 anos, se apresenta na Emergência com edema facial e cervical, além de queixa de cefaleia e dispneia.
Sobre o diagnóstico de síndrome da veia cava superior, assinale a afirmativa correta.
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Demência é a deterioração das habilidades cognitivas que prejudica a realização das atividades habituais. O seu curso de instalação é variável.
Em relação à demência, assinale a afirmativa correta.
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Uma paciente de 62 anos, hipertensa e diabética tipo 2, com diagnóstico de adenocarcinoma de ceco apresenta anemia importante, hemoglobina de 5,6 g/dL.
A paciente é internada para preparo pré-operatório e submetida a uma transfusão eletiva de concentrado de hemácias compatíveis.
Sobre as reações transfusionais, não é correto afirmar que
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Um paciente de 32 anos foi resgatado em um incêndio de grandes proporções apresentando lesões térmicas em tronco e membros. Relata que inicialmente tentou combater o incêndio e depois se refugiou em outra sala devido à grande quantidade de fumaça.
Sobre as queimaduras, é correto afirmar que
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Vítima de acidente automobilístico, um jovem adulto foi projetado para fora do carro.
Ao chegar ao local, a equipe médica de atendimento pré-hospitalar deve adotar as seguintes condutas, com exceção de uma. Assinale-a.
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Paciente masculino, 38 anos, procurou o serviço de emergência devido a dor abdominal, náuseas, vômitos e parada de eliminação de gases e fezes, com evolução de 24 horas. Relata ter o diagnóstico de Doença de Crohn em controle com salicilato. Sem outras patologias pregressas.
Ao exame clínico, lúcido, orientado, normotenso, eupneico. Apresentava distensão abdominal, com dor a palpação difusa, sem sinais de irritação peritoneal, peristaltismo exacerbado. A tomografia de abdome evidenciou na imagem axial após injeção de meio de contraste, espessamento da parede de algumas alças do intestino delgado no abdômen direito, causando dilatação intestinal a montante e distensão de delgado com sinais de empilhamento de moeda em jejuno mais proximal, cólon vazio e ausência de gás no reto. Hemograma com 15600 leucócitos e 6 bastões.
Diante desse quadro, optou-se por laparotomia exploradora, que evidenciou 5 áreas distintas de estenoses no íleo, numa extensão de 70 cm, iniciando a 10 cm da válvula íleo cecal, sem sofrimento de alça, abscessos e fístulas.
Diante desse achado, sua melhor conduta é
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Paciente masculino, 48 anos, com IMC de 38, em investigação de fadiga e dor abdominal vaga, foi diagnosticado por ultrassonografia com esteatose hepática. O paciente nega o uso sistemático de bebidas alcoólicas. Os marcadores virais foram negativos. O exame de elastografia foi inconclusivo. Optou-se por biópsia por agulha que confirmou tratar-se de esteato-hepatite não alcoólica (NASH).
Em relação ao caso, as seguintes afirmativas estão corretas, à exceção de uma. Assinale-a.
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Paciente de 65 anos, sexo feminino, apresenta quadro clínico de dor abdominal no quadrante superior direito com irradiação dorsal, náuseas e febre baixa (38 ºC) iniciada há 48 horas, sem melhora com sintomáticos, o que a levou a procurar um serviço de emergência. A paciente sabe ser portadora de colelitíase há alguns anos, tendo optado por não tratar.
Ao exame físico, apresenta icterícia, dor à palpação no quadrante superior direito do abdome, com sinal de Murphy positivo. Exames laboratoriais mostram elevação das transaminases (TGO/TGP) e bilirrubina total, com predominância de bilirrubina direta. A ultrassonografia abdominal revela uma dilatação pequena dos ductos biliares intra e extra-hepáticos, mas sem imagem de hipotransparência no ducto biliar principal, vesícula biliar de paredes espessadas, 5 mm, com imagem de duplo contorno, cálculo grande no seu interior e pequena quantidade de liquido no subhepático.
Diante desses achados, foi submetida a colecistectomia videolaparoscópica que confirmou o diagnóstico de colecistite aguda, e que foi convertida por não se conseguir uma abordagem segura do pedículo biliar, sendo então diagnosticada uma fístula colecisto-coledociana comprometendo aproximadamente 50% da circunferência do colédoco.
Diante desse achado, a melhor conduta é
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Paciente de 24 anos, do sexo feminino, foi submetida a gastrectomia vertical há 18 meses com diminuição acentuada do IMC. Ela vem apresentando queixa de dor abdominal intermitente há cerca de três meses, localizada na região epigástrica, de início insidioso e progressivo. A dor é associada a náuseas e sensação de plenitude após refeições. Refere ainda episódios de vômitos, principalmente após grandes refeições, e acentuação da perda de peso devido ao aumento do tempo de jejum pela dificuldade para se alimentar.
O exame físico revela sinais de desidratação, com taquicardia e hipotensão ortostática, além de dor à palpação na região epigástrica sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais mostram leucocitose discreta e aumento dos níveis de ureia e creatinina. A tomografia abdominal mostra dilatação gástrica e duodenal e estreitamento do ângulo aortomesentérico.
Com base nesse caso, a principal conduta inicial é
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