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Foram encontradas 950 questões.

1008153 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A estabilidade de medicamentos é definida como a extensão na qual o produto retém, dentro de limites especificados e durante todo o seu período de armazenamento e uso, as mesmas propriedades e características que possuía no momento da sua fabricação. Sobre a estabilidade e compatibilidade das formas farmacêuticas, assinale a alternativa correta.

 

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1008132 Ano: 2016
Disciplina: Serviço Social
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Sobre o conceito de responsabilidade social, assinale a alternativa correta.

 

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1008118 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Acerca do controle social no SUS, de acordo com a Lei nº 8.142/1990, assinale a alternativa correta.

 

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1008113 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH

A imunologia é o estudo da imunidade, ou seja, dos eventos moleculares e celulares que ocorrem quando o organismo entra em contato com micro-organismos ou macromoléculas estranhas presentes no ambiente. Em relação ao assunto, assinale a alternativa correta.

 

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1008101 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Solicitou-se à farmácia hospitalar o preparo de 500 mL de uma solução de glicose a 15%. Para o preparo da solução requerida, o técnico em farmácia diluiu uma solução inicial de glicose a 50%. Quantos cm3 foram necessários da solução inicial?

 

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1008098 Ano: 2016
Disciplina: Radiologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Mulher de 53 anos, com disfagia, realiza o exame serigráfico de esôfago-estômagoduodeno. O contraste utilizado para esse procedimento foi

 

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1008095 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Homem de 66 anos e tabagista de 20 anos/maço apresenta dispneia, não consegue mais fazer caminhadas longas e tem tosse com expectoração eventual clara, além de sibilância. Quadro de início há 1 ano e vem recorrendo com maior número de crises nos últimos 4 meses com sintomas ao menos 3 vezes por semana. Refere melhora parcial não sustentada após atendimentos em pronto-socorro, sendo que necessitou de 3 atendimentos no último ano. Realizada espirometria, obteve o seguinte resultado:

Pré-Broncodilatador Pós-Broncodilatador
Previsto Obtido %Previsto Obtido %Previsto

Variação

CVF (L)

3,61 2,98 82 3,30 91

11%

VEF1 (L)

2,80 2,02 72 2,35 84

16%

VEF1/CVF (%)

80 68 85 71 89

4%

Diante do caso clínico, analise as assertivas e assinale a alte rnativa que aponta as corretas.

I. O paciente apresenta doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) tabágico e o tratamento inicial necessita de beta-2 agonista de longa duração.

II. O tratamento inicial contém dose baixa de corticoide inalatório e beta-2 agonista de curta duração de resgate para alívio dos sintomas.

III. O paciente apresenta distúrbio ventilatório obstrutivo leve com prova broncodilatadora positiva.

IV. O tratamento de uma exacerbação/crise aguda deverá conter antibiótico, beta-2 agonistas de curta duração, anticolinérgicos, xantinas e corticoide endovenoso.

 

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1008088 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O uso dos equipamentos de proteção individual tem por objetivo a proteção do funcionário, além da proteção do paciente ou de materiais que se esteja manipulando. Sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), assinale a alternativa correta:

 

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1008086 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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NEM SEMPRE O SILÊNCIO É ESQUECIMENTO

Marcel Camargo

Ao contrário do que possa aparentar, muitas vezes o silêncio tem muito a dizer, carregando em seu aparente vazio uma intensidade tamanha de sentimentos e de carga emocional muito mais significativa do que enxurradas de palavras ou gestos exacerbados. O silêncio pode acalmar, ferir, amparar ou até mesmo violentar, às vezes trazendo paz, outras vezes incitando tempestades - nem sempre o silêncio é pacífico.

O silêncio pode ser revolta, rebeldia, contrariedade contida. Nem sempre estamos prontos para expressar nossos pontos de vista, no sentido de verbalizar o que queremos, o que temos aqui dentro. Assim, mesmo que estejamos discordando de algo, silenciamos, pois nos falta a coragem necessária para que nos libertemos dessa prisão que nós próprios criamos, ou mesmo porque sabemos que qualquer tentativa de diálogo será inútil e cansativa naquele momento.

O silêncio também pode corresponder à reflexão, a um turbilhão de pensamentos pulsando dentro de nós. O pensamento e a fala devem conviver harmonicamente, de forma que um não atropele o outro, colocando-nos em situações constrangedoras. Palavras, após proferidas, não voltam mais, deixando suas marcas, muitas vezes negativas, nas nossas vidas e nas dos ouvintes. Pensar sobre o que se diz é necessário, pois, caso possamos machucar alguém ou a nós mesmos, sem razão, é preferível emudecer.

Às vezes, o silêncio é solidão, é vazio, solitude doída e emudecida. Mesmo acompanhados, ainda que em meio a muitas pessoas, podemos estar solitários, sentindo-nos sem acolhida, sem partilha, sem pertencimento. Como se não fizéssemos parte da vida do outro, como se fôssemos desimportantes, dispensáveis. Perdidos nessa irrelevância emocional, ruímos por dentro, minando nossa autoestima e nossa capacidade de ser feliz.

Outras vezes, o silêncio é desistência. Há momentos em que o mais prudente a se fazer é desistir de algo, de alguém, de tentar convencer, de querer amar, de clamar por atenção e reciprocidade. Certas situações nos pedem que partamos para outra, que canalizemos nossas forças e energias em direção ao que nos trará contrapartida, retirando-nos dos apelos vazios, da mendicância afetiva, pelo bem de nossa saúde física e de nosso equilíbrio emocional.

Silêncio, da mesma forma, pode significar desapego, libertação, livramento de amarras que nos impedem o caminhar tranquilo de nossa jornada. Precisamos nos despedir de tudo aquilo que pesa em nossos ombros, emperrando a visualização serena das possibilidades que nos aguarda o futuro. Temos que serenar a celeridade que intranquiliza os nossos corações, jogando fora bagagens sem as quais conseguiremos viver melhor.

O silêncio muitas vezes é mágoa, ressentimento, lamentação acumulada. Na impossibilidade de encontrarmos coragem de vivermos nossas verdades por inteiro, de refutarmos o que não nos completa, tampouco nos define, de impormos aquilo em que acreditamos, sufocamos nossos sentimentos mais íntimos sob a infelicidade de aparências condizentes com o que todo mundo espera - exceto nós próprios. Nesses casos, o calar-se equivale ao crepúsculo moroso de nossa existência.

Felizmente, no entanto, o silêncio também pode - e sempre o deveria - implicar felicidade, certezas, convicção e força. Sabermos os momentos certos para calarmos e guardarmos para nós aquilo que pensamos nos salva de problemas dispensáveis com gente que não significa nada na nossa vida. Quando estamos seguros quanto ao que somos, quanto aos nossos sonhos e planos de vida, nenhum barulho é capaz de abalar as nossas verdades, minimamente que seja. Quando o silêncio guarda o que temos de mais precioso, estamos então caminhando rumo ao alcance de nossos sonhos, para que possamos dividi-los com quem compartilhamos amor de verdade, e com ninguém mais.

Adaptado de: <http://obviousmag.org/pensando_nessa_gente_da_ vida/2015/nem-sempre-o-silencio-e-esquecimento.html>.

Assinale a alternativa correta.

 

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SOLIDÃO INTERATIVA

Ronaldo Coelho Teixeira

A primeira vez que vi esse termo foi por meio de um jeca superjóia: Juraildes da Cruz. Tocantino de Aurora, radicado em Goiânia, Goiás e um dos maiores compositores contemporâneos brasileiros. Não seria pra menos! Afinal, foi ele quem criou o hit que Genésio Tocantins espalhou pelo Brasil por meio do Domingão do Faustão, na TV Globo, em 1999. “Nóis é jeca, mas é joia”, aquele da farinhada, feita da mandioca, da macaxeira ou do aipim, a depender da região brasileira. Sacada de mestre, de quem está sempre antenado ao mundo e aos seus. Juraíldes da Cruz em sua letra, visionária – como tudo o que os gênios, as antenas da raça fazem – já arrepiava: “Tiro o bicho de pé com canivete, mas já tô na internet”. E isso quando a www ainda engatinhava.

Mas com esse achado que agora evoco aqui, o artista quer mesmo é alertar para o mau uso das tecnologias, sobre coisas que o homem cria, mas que geralmente acaba escravo delas. Solidão interativa foi cunhado pelo sociólogo francês Dominique Wolton. Em sua tese, o autor alerta quanto ao cuidado para com o uso da internet, principalmente das redes sociais, chamando a atenção para um detalhe vital no avanço das tecnologias de comunicação: não importam formas e meios de expressão, a comunicação humana não foi, não é e nunca será algo tão simples, sempre vai conter grandeza e dificuldade.

Wolton justifica-se dizendo que a internet é incrível para a comunicação entre pessoas e grupos que tenham os mesmos interesses, mas está longe de ser uma ferramenta de comunicação de coesão entre pessoas e grupos diferentes. E que por isso, a internet não é uma mídia, mas um sistema de comunicação comunitário. Ele prova isso afirmando que podemos passar horas, dias na internet e sermos incapazes de ter uma verdadeira relação humana com quer que seja.

A solidão interativa grassa nas redes sociais, especialmente no facebook. São fotos e fotos postadas – a maioria – forjando uma felicidade quando, na verdade, é tudo fake. As mais usuais são aquelas em que o autor se autofotografa – as famosas selfies – e sai espalhando-as de um dia para o outro, quando não, de uma hora para outra.

Tem as gastronômicas. Aquelas em que o autor antes de comer um prato ou uma iguaria especial, fotografa e já a lança na rede como a dizer que está podendo. Mas aquela comidinha do dia a dia, a da vida real, ele jamais vai postar. Ovo frito? Nem pensar! E aquelas dos momentos felizes? Sim, tem gente que acha que os seus instantes de lazer e diversão têm que, obrigatoriamente, ser vistos por todos. E lá vai um post ao lado do namorado ou namorada, dos amigos, geralmente com ares de forçação de barra. Porque a gaiola do tempo, forjada por nós mesmos, só pode ser aberta pela chave da felicidade plena.

E tem aquela que é emblemática: a mensagem em que o internauta revela o status do seu sentimento. Mas o ápice da solidão interativa está naquela figura que posta alguma coisa e ela mesma vai lá e a curte. De dar dó, não? Temos milhares de ‘amigos’ nessa cornucópia virtual. Nessa Caixa de Pandora do Século XXI, eis-nos diante de uma incoerente quimera: o autoengano. [...]

O autoengano é peça-chave para a nossa sobrevivência. Mentimos – a partir dos dois meses de idade – não só para os outros, mas, principalmente, para nós mesmos. Mesmo protegidos na redoma da interatividade, continuamos sós, ali, onde apenas a solidão nos alcança. Enquanto teclamos a torto e a direito, sugerindo que estamos sempre ON, a vida verdadeira continua OFF. E nunca nos damos conta de que, no fim, toda a solidão que nos rodeia, essa sim, é real. Porque bytes, bits e pixels não transmitem calor. E o verbo sem o hálito quente é apenas palavra morta.

Adaptado de:< http://lounge.obviousmag.org/espantalho_lirico/ 2016/08/solidao-interativa.html >.

Ronaldo Coelho Teixeira, no texto, discute

 

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