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Assinale a alternativa que apresenta apenas vias de administração parenteral de medicamentos.
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1 grama equivale a quantos decigramas?
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Paciente de iniciais B. A. M., 49 anos, em transoperatório de cirurgia cardiovascular com circulação extracorpórea (CEC), evoluindo com instabilidade hemodinâmica devido a um baixo retorno venoso. Qual NÃO seria uma causa desse baixo retorno venoso?
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Entenda por que algumas doenças afetam bem mais mulheres que homens
Chris Bueno
Elas vivem mais tempo, adoecem menos e lidam melhor com a dor. Realmente, o estereótipo de sexo frágil para as mulheres está mais do que ultrapassado. Mas isso não significa que elas não devam ter cuidado: existe uma série de doenças que afetam mais as mulheres, ou que são exclusivamente femininas, e que merecem atenção especial. No mundo todo as mulheres têm uma vida mais longa do que os homens: cerca de sete anos a mais. As explicações para isso são várias, mas a principal é que elas se cuidam mais do que eles e buscam mais os serviços de saúde.
As mulheres também possuem um sistema imunológico mais forte, o que faz com que adoeçam menos do que os homens. Cientistas da Universidade de Gante, na Bélgica, apontaram que isso se deve ao fato de as mulheres terem dois cromossomos X (que contém 10% de todos os microARNs do genoma, partículas responsáveis por importantes funções no sistema imunológico e por proteger o corpo contra cânceres). E, além disso, elas lidam melhor com a dor. Porém, mesmo se expressando mais em relação à dor e buscando mais ajuda para superá-la, as mulheres geralmente continuam realizando suas tarefas rotineiras com mais naturalidade que os homens. “Como as mulheres acumulam múltiplas tarefas, entre o trabalho fora e as obrigações com a casa e família, elas seguem suas atividades e responsabilidades com mais naturalidade que os homens, que costumam se esmorecer mais frente aos processos dolorosos”, aponta o neurocirurgião funcional especialista em dor Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. No entanto, existem várias doenças que são muito mais frequentes entre as mulheres do que no sexo masculino. Uma delas é a fibromialgia, que afeta sete mulheres para cada homem. Trata-se de uma síndrome que causa dores por todo o corpo por longos períodos, além de sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.
Outra doença bem mais frequente entre as mulheres é o câncer de mama. Apesar de muita gente achar que essa doença é exclusivamente feminina, ela acomete também os homens – só que em proporção esmagadoramente menor: apenas 1% dos casos. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).
“Infelizmente houve um grande aumento na incidência, por isso que a prevenção é o melhor remédio, pois diagnosticado no início, tem 90% de chance de cura”, alerta a ginecologista e obstetra Daniela Gouveia, diretora médica da Clínica Vivid – Saúde e Bem Estar.
A enxaqueca não poderia ficar de fora desta lista: ela afeta três mulheres para cada homem. Diferente da dor de cabeça, a enxaqueca costuma ser latejante e vem acompanhada por náusea, vômito e sensibilidade à luz.
Outra doença tipicamente feminina que pode afetar homens, mas em uma escala bem menor, é a cardiomiopatia de Takotsubo, também conhecida como síndrome do coração partido – doença rara que acomete principalmente mulheres na meia idade. Ela acontece depois que o paciente sofre uma forte emoção, que pode ser positiva ou negativa – geralmente uma situação de estresse emocional forte.
Os sintomas são os mesmos do infarto: dor no peito, queda de pressão e até desmaio. O coração pode mesmo chegar a parar, mas volta ao normal. O que dá a chave para o diagnóstico é que a ventriculografia mostra o coração com a ponta dilatada e inativa enquanto o restante continua se contraindo normalmente, provocando a impressão de “coração partido”. (...)
Texto adaptado: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/ 2014/03/08/entenda-por-que-algumas-doencas-atingem-bem-mais -mulheres-que-homens.htm
Em “...só que em proporção esmagadoramente menor...”, a expressão destacada exprime
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Dieta com muita proteína pode ser tão prejudicial quanto fumar
Uma dieta com muita carne e queijos pode ser tão prejudicial como fumar, mas o consumo moderado de proteínas é saudável, principalmente depois dos 65 anos de idade, afirmou um estudo publicado nesta terça-feira pela revista “Cell Metabolism”.
Os pesquisadores acompanharam a dieta e as condições de saúde de uma ampla amostra de adultos por duas décadas, e perceberam que o consumo contínuo de proteínas animais faz com que uma pessoa tenha quatro vezes mais probabilidades de morrer de câncer que alguém com uma dieta pobre em proteínas.
É um risco de mortalidade por câncer comparável ao de uma pessoa que fuma.
“Existe a noção equivocada de que, porque todos comemos, é fácil e simples entender a nutrição”, assinalou o autor principal do estudo, Valter Longo, professor da Escola de Gerontologia e diretor do Instituto de Longevidade da Universidade do Sul da Califórnia.
O consumo excessivo de proteína não só aparece vinculado a um aumento substancial na mortalidade por câncer, mas as pessoas de meia idade que comem muita proteína de origem animal, incluídas carnes, leite e queijo, são mais suscetíveis a uma morte antecipada em geral, segundo a pesquisa.
Dentro do estudo, quem tinha dieta com alto consumo de proteínas ficaram 74% mais propensos a morrer dentro do período do estudo que seus pares que consumiam menos proteínas. Também foram várias vezes mais propensos a morrer em consequência do diabetes.
A quantidade de proteína que deve fazer parte de uma dieta saudável foi um assunto controvertido por muito tempo, agitado ocasionalmente pela popularidade das dietas com alto valor proteico, como Dunkan, Paelo e Atkins.
O estudo da USC chegou à conclusão que a fase adulta não é monolítica, já que a biologia muda à medida que as pessoas envelhecem.
A proteína controla o hormônio do crescimento IGF-I que ajuda no desenvolvimento do corpo, mas também foi associada com a suscetibilidade ao câncer. Os níveis de IGF-I caem substancialmente depois dos 65 anos de idade e isso contribui para o enfraquecimento e perda muscular.
O estudo chegou à conclusão que, apesar da ingestão elevada de proteínas ser prejudicial na meia idade, quando está incluído em uma dieta de níveis moderados ou altos de proteína depois dos 65 anos de idade pode fazer com que as pessoas fiquem menos suscetíveis às doenças.
Um aspecto importante é os pesquisadores terem determinado que as proteínas vindas de plantas, como grãos, não parecem ter os mesmos efeitos sobre a mortalidade das proteínas de origem animal.
“A maioria das pessoas nos Estados Unidos come quase o dobro das proteínas que deveria ingerir e talvez a melhor mudança seria diminuir a ingestão diária de todas as proteínas, mas especialmente as de origem animal”, assinalou Longo.
As conclusões sustentam as recomendações de várias agências de saúde que dizem que um consumo saudável é de 0,8 gramas de proteína por quilograma de peso corporal por dia na meia idade.
Por exemplo, uma pessoa que peso 59 quilos deve consumir entre 45 e 50 gramas de proteína por dia com preferência para as proteínas de origem vegetal, como os legumes.
Os pesquisadores qualificam como dieta com alto conteúdo de proteínas uma na qual pelo menos 20% ingeridas vem de proteínas, independente de serem vegetal ou animal.
Uma dieta moderada inclui de 10 a 19% de calorias de proteína, e uma dieta baixa é a que inclui menos de 10% de proteína.
Texto adaptado http://saude.terra.com.br/dieta-com-muita-proteina-pode-ser-tao-prejudicial-quanto-fumar,b56dd052b4c84410VgnCLD- 2000000dc6eb0aRCRD.html - 04/03/ 2014.
Com base no texto, podemos afirmar que
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O anticoagulante indicado para realização dos testes de coagulação deve ser
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A hipocondria – crença persistente da presença de pelo menos uma doença física grave, progressiva, com sintomas determinados – é classificada como
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“M. é uma criança de três anos que chegou ao hospital com muita dificuldade para respirar. Após exames, diagnosticaram uma má formação e a indicação para a correção foi tratamento cirúrgico. Ao dar a notícia à família, o médico ouve dos pais que eles não aceitam a cirurgia, pois se Deus a fez assim, ele terá que a curar.”. Considerando o caso, assinale a alternativa que corresponde à possível atuação do psicólogo.
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Em um acidente com material biológico em que o paciente apresente o marcador anti-HBs positivo, o profissional acidentado
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Embora a maioria das pessoas idosas possa ser considerada mentalmente saudável, essas pessoas são tão vulneráveis aos distúrbios psiquiátricos quanto os mais jovens. Com relação a esses distúrbios, assinale a alternativa correta.
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