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Qual grupo de drogas tem sido mais utilizado para o alívio dos distúrbios fóbicos?
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Em pacientes com úlcera venosa, para melhorar o retorno venoso, é necessário orientar a realização de exercício para ativar a bomba muscular da panturrilha, compressão graduada maior no tornozelo em relação à panturrilha, podendo-se utilizar bandagens ou meias elásticas que deverão ser aplicadas com o paciente deitado. Além destas orientações, enfatiza-se a necessidade de elevação dos MMII para que a gravidade auxilie o retorno venoso e diminua o edema. Para tanto, sempre considerando patologias associadas que contraindiquem este procedimento, pode-se elevar os pés da cama em até quantos centímetros em relação à cabeceira?
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Entenda por que algumas doenças afetam bem mais mulheres que homens
Chris Bueno
Elas vivem mais tempo, adoecem menos e lidam melhor com a dor. Realmente, o estereótipo de sexo frágil para as mulheres está mais do que ultrapassado. Mas isso não significa que elas não devam ter cuidado: existe uma série de doenças que afetam mais as mulheres, ou que são exclusivamente femininas, e que merecem atenção especial. No mundo todo as mulheres têm uma vida mais longa do que os homens: cerca de sete anos a mais. As explicações para isso são várias, mas a principal é que elas se cuidam mais do que eles e buscam mais os serviços de saúde.
As mulheres também possuem um sistema imunológico mais forte, o que faz com que adoeçam menos do que os homens. Cientistas da Universidade de Gante, na Bélgica, apontaram que isso se deve ao fato de as mulheres terem dois cromossomos X (que contém 10% de todos os microARNs do genoma, partículas responsáveis por importantes funções no sistema imunológico e por proteger o corpo contra cânceres). E, além disso, elas lidam melhor com a dor. Porém, mesmo se expressando mais em relação à dor e buscando mais ajuda para superá-la, as mulheres geralmente continuam realizando suas tarefas rotineiras com mais naturalidade que os homens. “Como as mulheres acumulam múltiplas tarefas, entre o trabalho fora e as obrigações com a casa e família, elas seguem suas atividades e responsabilidades com mais naturalidade que os homens, que costumam se esmorecer mais frente aos processos dolorosos”, aponta o neurocirurgião funcional especialista em dor Cláudio Fernandes Corrêa, coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital 9 de Julho. No entanto, existem várias doenças que são muito mais frequentes entre as mulheres do que no sexo masculino. Uma delas é a fibromialgia, que afeta sete mulheres para cada homem. Trata-se de uma síndrome que causa dores por todo o corpo por longos períodos, além de sensibilidade nas articulações, nos músculos, nos tendões e em outros tecidos moles.
Outra doença bem mais frequente entre as mulheres é o câncer de mama. Apesar de muita gente achar que essa doença é exclusivamente feminina, ela acomete também os homens – só que em proporção esmagadoramente menor: apenas 1% dos casos. O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo e o mais comum entre as mulheres, respondendo por 22% dos novos casos a cada ano, de acordo com o Inca (Instituto Nacional de Câncer).
“Infelizmente houve um grande aumento na incidência, por isso que a prevenção é o melhor remédio, pois diagnosticado no início, tem 90% de chance de cura”, alerta a ginecologista e obstetra Daniela Gouveia, diretora médica da Clínica Vivid – Saúde e Bem Estar.
A enxaqueca não poderia ficar de fora desta lista: ela afeta três mulheres para cada homem. Diferente da dor de cabeça, a enxaqueca costuma ser latejante e vem acompanhada por náusea, vômito e sensibilidade à luz.
Outra doença tipicamente feminina que pode afetar homens, mas em uma escala bem menor, é a cardiomiopatia de Takotsubo, também conhecida como síndrome do coração partido – doença rara que acomete principalmente mulheres na meia idade. Ela acontece depois que o paciente sofre uma forte emoção, que pode ser positiva ou negativa – geralmente uma situação de estresse emocional forte.
Os sintomas são os mesmos do infarto: dor no peito, queda de pressão e até desmaio. O coração pode mesmo chegar a parar, mas volta ao normal. O que dá a chave para o diagnóstico é que a ventriculografia mostra o coração com a ponta dilatada e inativa enquanto o restante continua se contraindo normalmente, provocando a impressão de “coração partido”. (...)
Texto adaptado: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/ 2014/03/08/entenda-por-que-algumas-doencas-atingem-bem-mais -mulheres-que-homens.htm
De acordo com o texto, podemos inferir que
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Segundo o Ministério da Saúde, define-se por internação hospitalar a ocupação de um leito hospitalar por período igual ou superior a
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É abundante no corpo humano, podendo representar 2% do peso de uma pessoa (presente nos ossos, dentes, sangue e fluidos celulares). Funções: formação e manutenção do tecido ósseo e dos dentes, transmissão de impulsos nervosos, regulação da função muscular cardíaca, fator de coagulação sanguínea. O enunciado refere-se
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A paralisia cerebral é um grupo de distúrbios caracterizados pela perda do movimento e de outras funções nervosas, causadas por lesões no cérebro. Existem inúmeros fatores que levam à paralisia cerebral, EXCETO
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O Índice Aldrete e Kroulik é utilizado na avaliação dos sistemas cardiovascular, respiratório, nervoso central e muscular dos pacientes submetidos à ação dos fármacos e técnicas anestésicas. Com relação a avaliação do paciente na admissão na Sala de Recuperação Pós-Anestésica, assinale a alternativa correta.
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A síndrome neuroléptica maligna é uma forma rara de toxicidade provocada por neurolépticos. Clinicamente, observa-se um grave distúrbio extrapiramidal acompanhado por intensa hipertermia (de origem central) e distúrbios autonômicos. Esta síndrome é causada com o uso de qual medicamento?
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Assinale a alternativa que apresenta o melhor método para identificar a distensão do abdome provocada pela presença de fluidos.
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Esmaltes especiais podem evitar doenças como a
dermatite de contato alérgica
Celina Aquino
Para quem gosta de manter as unhas bem feitas e com cores variadas, a descoberta de uma alergia à esmalte é desoladora. Mais comum do que se imagina, a reação pode surgir mesmo em mulheres que frequentam há anos o salão de beleza. De uma hora para a outra, o organismo entende que certas substâncias são estranhas e responde com vermelhidão, inchaço, coceira e descamação. Nesses casos, os esmaltes hipoalergênicos podem ser a solução para manter a beleza das mãos. A reação a esmaltes, chamada de dermatite de contato alérgica, caracteriza-se por uma inflamação da pele provocada por substâncias alergênicas. Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Minas Gerais (SBD-MG), Ana Cláudia de Brito Soares, a alergia pode se manifestar tanto ao redor da unha, deixando a cutícula sensível, quanto em outras regiões do corpo (não necessariamente aquelas que tiveram contato direto com as unhas). Normalmente, surgem lesões vermelhas que descamam no pescoço, queixo, pálpebra e mãos. Os olhos também ficam vermelhos e coçam. Ana Cláudia informa que os sintomas costumam surgir até 48 horas depois que o organismo reage às substâncias. Não há vacina nem medicamentos que combatem a alergia. O melhor é suspender o uso de esmaltes, pois insistir em pintar as unhas pode provocar reações cada vez mais intensas. “Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia. Conhecendo o inimigo fica mais fácil de evitá-lo”, orienta a dermatologista. Ana Cláudia sugere o teste de contato: uma fita adesiva com várias substâncias alergênicas é aplicada nas costas para identificar o que provoca reação. Um dos componentes do esmalte que mais causa alergia é o tolueno, solvente que mantém o produto líquido, ajuda na fixação da cor e proporciona secagem rápida. “A substância evapora na hora e permite que o corante fique na unha de forma homogênea. Se o solvente não secasse rapidamente, o esmalte poderia escorrer ou ficar mais concentrado em uma região. O tolueno também é usado porque a mulher não tem paciência de esperar secar”, informa o farmacêutico Gabriel da Silva Bastos, professor do curso de estética e cosmética do Centro Universitário UNA. Mas é por ser altamente volátil que o tolueno provoca tantas reações. Logo que evapora, ele entra em contato com várias partes do corpo. De acordo com Gabriel, a maioria dos fabricantes brasileiros de esmaltes retirou da fórmula a substância alergênica.
A alergia a esmalte ainda pode ser provocada pelo plastificante dibutyl phthalate (DBP), banido dos cosméticos europeus, e pelo conservante formaldeído, ambos voláteis. O derivado de formol, usado para alisar cabelo, está no cento da polêmica das escovas progressivas. A mica, pigmento que dá o aspecto perolado dos esmaltes cintilantes, é outro componente alergênico.
Para evitar reações alérgicas, é recomendado ler o rótulo. Os esmaltes 3Free não contém os três principais componentes alergênicos (tolueno, DBP e formaldeído), enquanto os denominados hipoalergênicos costumam ser ausentes de um número maior de substâncias que causam alergia. Já os produtos importados tendem a ser bem aceitos pelos alérgicos porque usam baixa quantidade de solventes. “A indústria tem pesquisado para fazer esmaltes sem solventes, que sejam à base de água e sequem rápido. O solvente é um agente agressor porque resseca a unha e a pele, mas o cliente não tem tempo para esperar três horas para secar o esmalte”, pondera o farmacêutico.
http://sites.uai.com.br/app/noticia/saudeplena/noticias/2014/03/08/noticia_
saudeplena,147789/esmaltes-especiais-podem-evitar-doencas-como-
a-dermatite-de-contato-al.shtml
Em ‘“Na dúvida, procure um dermatologista ou alergista para ter certeza da substância que provoca a alergia.”’, o verbo destacado encontra-se conjugado no
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