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Os calcogênios, elementos químicos do grupo periódico 16, têm como principais representantes o oxigênio e o enxofre, não-metais que formam as substâncias simples O2(g), O3(g) e S8(s), comumente representada apenas como S(s). Além disso, esses elementos químicos apresentam tendência para receber elétrons de outros elementos, em uma ligação química, sendo que o oxigênio origina íon óxido, O2–, e, algumas vezes, íons peróxido, O2–2 , e superóxido, O2–4 , e o enxofre, na interação com metais, forma, frequentemente, o íon sulfeto, S2–.
Considerando-se essas informações e as propriedades dos elementos químicos, é correto afirmar:
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No imaginário popular, materiais como o isopor servem apenas para aplicações simples, como nas embalagens ou em atividades escolares. No entanto, o poliestireno expandido, EPS, é muito versátil. Sua aplicação já se consolidou tanto no segmento comercial como no residencial.
Com base nas propriedades físicas sobre a utilização do isopor, é correto afirmar:
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Parece que a Ciência e Tecnologia dos Materiais deu mais um grande passo científico. Os pesquisadores da Universidade de Zhejiang, na China, quebraram um novo recorde ao desenvolverem o sólido menos denso já existente, chamado de aerogel de grafeno. O material é sólido poroso, derivado de um gel cuja parte líquida foi substituída por um gás, tem densidade de apenas 0,16mg/cm3, menos que os 0,18mg/cm3 do antecessor, o aerogel de grafite.
O aerogel de grafeno possui propriedades incríveis como a elevada resistência mecânica, capaz de suportar até quatro mil vezes o seu próprio peso, e extrema elasticidade, com a capacidade de recuperação elástica sem precedentes, que o faz voltar à forma normal depois de comprimido, absorvendo 90% da energia. Por ser um material pouco denso, consegue absorver até 900 vezes o seu próprio peso em produtos orgânicos, como óleo.
Disponível em: <http://blogdaengenharia.com/aerogel-de-grafeno-o-material-maisleve-
ja-fabricado/>. Acesso em: 14 abr. 2016. Adaptado.
Com base nas informações do texto e nos conhecimentos de Física, é correto afirmar:
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Tudo corria sem mais, a oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejo, a autoria do feito.
— São meus versos, sim.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias.
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu: então, ele que fosse examinado.
Olhos baixos, o médico escutou tudo, sem deixar de escrevinhar num papel. Aviava já a receita para poupança de tempo. Com enfado, o clínico se dirigiu ao menino:
— Dói-te alguma coisa?
— Dói-me a vida, doutor.
O doutor suspendeu a escrita. A resposta, sem dúvida, o surpreendera. Já Dona Serafina aproveitava o momento: Está a ver, doutor? Está a ver? O médico voltou a erguer os olhos e a enfrentar o miúdo:
— E o que fazes quando te assaltam essas dores?
— O que melhor sei fazer, excelência.
— E o que é?
— É sonhar.
Na semana seguinte, foram os últimos a ser atendidos. O médico, sisudo, taciturneou: o miúdo não teria, por acaso, mais versos? O menino não entendeu.
— Não continuas a escrever?
— Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho – quase a meio.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente.
— Não temos dinheiro – fungou a mãe entre soluços.
— Não importa – respondeu o doutor.
Que ele mesmo assumiria as despesas. E que seria ali mesmo, na sua clínica, que o menino seria sujeito a devido tratamento. E assim se procedeu.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o
menino. Quem passa pode escutar a voz pausada do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
— Não pare, meu filho. Continue lendo...
COUTO, Mia. O menino que escrevia versos. Disponível em: <http://www.releituras.com/
miacouto_menu.asp>. Acesso em: 14 abr. 2016. Adaptado.
Sobre os aspectos linguísticos e estilísticos presentes no texto, analise as afirmativas e, em seguida, marque com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O conector “Mas”, em “Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos”, é uma conjunção adversativa que introduz um fato não esperado no contexto familiar descrito.
( ) A expressão “papéis rabiscados com versos” completa o sentido da locução verbal “começaram a aparecer”, sugerindo objetos estranhos àquele espaço, além de descontextualizados.
( ) A forma verbal “surpreendera” apresenta uma ação verbal pretérita, posterior ao ato de o médico suspender a escrita e inadequada à profissão por ele exercida.
( ) O neologismo que aparece em “O médico, sisudo, taciturneou” se desenvolve a partir de um adjetivo e insinua uma ação caracterizada pela melancolia e pelo mau humor do doutor.
( ) O termo preposicionado “de vida”, em “Tenho este pedaço de vida”, modifica “pedaço”, metaforizando os versos, que são traduzidos pelo menino como a sua própria existência.
A sequência correta, considerando a marcação de cima para baixo, é a
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Tudo corria sem mais, a oficina mal dava para o pão e para a escola do miúdo. Mas eis que começaram a aparecer, pelos recantos da casa, papéis rabiscados com versos. O filho confessou, sem pestanejo, a autoria do feito.
— São meus versos, sim.
O pai logo sentenciara: havia que tirar o miúdo da escola. Aquilo era coisa de estudos a mais, perigosos contágios, más companhias.
Dona Serafina defendeu o filho e os estudos. O pai, conformado, exigiu: então, ele que fosse examinado.
Olhos baixos, o médico escutou tudo, sem deixar de escrevinhar num papel. Aviava já a receita para poupança de tempo. Com enfado, o clínico se dirigiu ao menino:
— Dói-te alguma coisa?
— Dói-me a vida, doutor.
O doutor suspendeu a escrita. A resposta, sem dúvida, o surpreendera. Já Dona Serafina aproveitava o momento: Está a ver, doutor? Está a ver? O médico voltou a erguer os olhos e a enfrentar o miúdo:
— E o que fazes quando te assaltam essas dores?
— O que melhor sei fazer, excelência.
— E o que é?
— É sonhar.
Na semana seguinte, foram os últimos a ser atendidos. O médico, sisudo, taciturneou: o miúdo não teria, por acaso, mais versos? O menino não entendeu.
— Não continuas a escrever?
— Isto que faço não é escrever, doutor. Estou, sim, a viver. Tenho este pedaço de vida – disse, apontando um novo caderninho – quase a meio.
O médico chamou a mãe, à parte. Que aquilo era mais grave do que se poderia pensar. O menino carecia de internamento urgente.
— Não temos dinheiro – fungou a mãe entre soluços.
— Não importa – respondeu o doutor.
Que ele mesmo assumiria as despesas. E que seria ali mesmo, na sua clínica, que o menino seria sujeito a devido tratamento. E assim se procedeu.
Hoje quem visita o consultório raramente encontra o médico. Manhãs e tardes ele se senta num recanto do quarto onde está internado o
menino. Quem passa pode escutar a voz pausada do filho do mecânico que vai lendo, verso a verso, o seu próprio coração. E o médico, abreviando silêncios:
— Não pare, meu filho. Continue lendo...
COUTO, Mia. O menino que escrevia versos. Disponível em: <http://www.releituras.com/
miacouto_menu.asp>. Acesso em: 14 abr. 2016. Adaptado.
O texto de Mia Couto sugere que os versos do menino
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Determinado produto é vendido em latas cilíndricas que, atadas três a três, por uma fita metálica, serão comercializadas em uma promoção do tipo “leve três pague duas”.
Considerando-se a figura, vista de cima, um esboço da embalagem promocional e sabendo-se que o diâmetro de cada lata mede 14u.c., pode-se afirmar que o comprimento mínimo da fita utilizada é igual, em u.c., a
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| Número de anos de trabalho | Valor da gratificação (em reais) |
| 1 | 1000 |
| 2 | 1200 |
| 3 | 1440 |
| 4 | 1728 |
| ... | ... |
Em função da crise econômica, uma empresa necessita reduzir o número de funcionários contratados e propõe um plano de demissão voluntária, acrescendo, aos valores indenizatórios garantidos pela legislação, uma gratificação cujo valor varia em função do número de anos trabalhados.
Sabendo-se que o valor da gratificação, para um tempo superior a quatro anos, segue o padrão de crescimento estabelecido na tabela, é correto afirmar que a gratificação a ser paga a um funcionário, com 15 anos de trabalho, excederá a de um funcionário com 12 anos de trabalho em, aproximadamente,
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A discussão sobre o processo de desindustrialização do Brasil tomou proporção, especialmente, ao longo da última década. Vários aspectos sinalizam essa trajetória da economia brasileira.
A organização do espaço e a evolução da indústria brasileira, possibilitam afirmar:
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Nem a crosta continental nem a oceânica são estáticas. Apesar da aparente estabilidade e rigidez, a litosfera é dotada de dinamismo e alimentada por forças endógenas.
A litosfera caracteriza-se por
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A atuação antrópica no sistema hidrosférico – seja em cursos de rios, fontes naturais ou lençol freático – tem provocado alterações significativas.
Sobre as alterações no sistema hidrosférico, é correto afirmar:
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