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Inclusão digital é, entre outras coisas, alfabetização digital, ou seja, é a aprendizagem necessária ao indivíduo para circular e interagir no mundo das mídias digitais como consumidor e produtor de seus conteúdos e processos. Para isso, computadores conectados em rede e software são instrumentos técnicos imprescindíveis. Mas são apenas isso, suportes técnicos às atividades a serem realizadas a partir deles no universo da educação, no mundo do trabalho, nos novos cenários de circulação das informações e nos processos comunicativos.
Dizer que inclusão digital é somente oferecer computadores seria análogo a afirmar que as salas de aula, cadeiras e quadro-negro garantiriam a escolarização e o aprendizado dos alunos. Sem a inteligência profissional dos professores e sem a sabedoria de uma instituição escolar que estabelecesse diretrizes de conhecimento e trabalho nesses espaços, as salas seriam inúteis. Portanto, a oferta de computadores conectados em rede é o primeiro passo, mas não é o suficiente para se realizar a pretensa inclusão digital.
Elizabeth Rondelli. Revista I-Coletiva, 24/6/2003 (com adaptações).
Acerca da organização das idéias e das estruturas lingüísticas no texto acima, julgue o item subseqüente.
As palavras “conteúdos” e “inúteis” são acentuadas com base na mesma regra de acentuação gráfica.
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Inclusão digital é, entre outras coisas, alfabetização digital, ou seja, é a aprendizagem necessária ao indivíduo para circular e interagir no mundo das mídias digitais como consumidor e produtor de seus conteúdos e processos. Para isso, computadores conectados em rede e software são instrumentos técnicos imprescindíveis. Mas são apenas isso, suportes técnicos às atividades a serem realizadas a partir deles no universo da educação, no mundo do trabalho, nos novos cenários de circulação das informações e nos processos comunicativos.
Dizer que inclusão digital é somente oferecer computadores seria análogo a afirmar que as salas de aula, cadeiras e quadro-negro garantiriam a escolarização e o aprendizado dos alunos. Sem a inteligência profissional dos professores e sem a sabedoria de uma instituição escolar que estabelecesse diretrizes de conhecimento e trabalho nesses espaços, as salas seriam inúteis. Portanto, a oferta de computadores conectados em rede é o primeiro passo, mas não é o suficiente para se realizar a pretensa inclusão digital.
Elizabeth Rondelli. Revista I-Coletiva, 24/6/2003 (com adaptações).
Acerca da organização das idéias e das estruturas lingüísticas no texto acima, julgue o item subseqüente.
A expressão “ou seja” introduz uma idéia retificadora do que foi dito na oração anterior.
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Em numerosas reportagens de jornais e televisões, temos lido que as emissoras de TV defendem a escolha do padrão japonês de modulação da TV digital (ISDB), porque este seria o único padrão que lhes permitiria fazer transmissão para recepção móvel, usando a banda do espectro eletromagnético reservada para o UHF. No caso do padrão europeu (DVB), por exemplo, a transmissão para recepção móvel teria de usar a banda reservada para a telefonia celular, o que incluiria as empresas de telefonia no núcleo central da operação de TV. Receosas dessa concorrência, as emissoras, então, preferem a modulação japonesa. Antes de prosseguir, algumas ressalvas:
► o padrão de modulação brasileiro, desenvolvido pela PUC-RS, conhecido como SORCER, também permite a transmissão para recepção móvel. Portanto, mesmo aceitando o argumento das emissoras, poderíamos adotar uma modulação com tecnologia brasileira;
► todos os padrões de modulação (japonês, europeu, norte-americano e brasileiro, além do chinês, que está em desenvolvimento) permitem transmitir em SDTV, EDTV e HDTV, ou seja, para essa questão específica, a escolha da modulação é indiferente;
► igualmente, todos os padrões permitem que se desenvolva uma série de serviços interativos, como governo eletrônico, e-learning, e-bank, telemedicina etc. Novamente, nessa questão específica, a escolha da modulação é indiferente.
Gustavo Gindre, coordenador-geral do Instituto de Estudos e Projetos em Comunicação e Cultura (INDECS).
Internet: <www.oppi.org.br> (com adaptações).
Julgue o item a seguir, a respeito das idéias e das estruturas lingüísticas do texto.
A forma verbal “usando” se refere à expressão “o único padrão”.
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- Arquitetura de de Banco de DadosArquitetura ANSI/SPARCIndependência de Dados (Lógica e Física)
- Modelagem de DadosModelo Lógico
- Modelagem de DadosModelo Físico
A realização de um projeto lógico gera como resultado um esquema completamente independente do modelo de dados a ser utilizado na implementação.
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Uma transmissão de informações é dita orientada a conexão quando se estabelece um caminho entre a fonte e o destino e toda a informação é enviada por meio desse caminho, ordenadamente. O caminho é desfeito depois que a transmissão for completada.
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No mapeamento do modelo entidade-relacionamento para o modelo relacional, é definida uma única tabela para cada entidade do modelo.
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A arquitetura ANSI/SPARC de três esquemas é uma característica específica de sistemas de bancos de dados de modelo de dados relacionais e objeto/relacionais.
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O nível externo é constituído de um conjunto de visões que abrange os esquemas externos ou as visões dos usuários. Cada visão descreve todo o banco de dados de acordo com um modelo específico de dados suportado pelo sistema de gerência do banco de dados.
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- Banco de Dados RelacionalCardinalidade de Relacionamentos
- Modelagem de DadosEntidadesEntidade Associativa
- Modelagem de DadosModelo Entidade-Relacionamento
- Modelagem de DadosModelo Lógico
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