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O transporte é conhecido por ser a função logística de maior peso nos custos operacionais, podendo alcançar até dois terços do total; sendo assim, é fundamental que a distribuição logística seja capaz de selecionar a melhor opção dentre os modais de transporte disponíveis na região, caso contrário, toda a operação poderá ser inviabilizada. Neste caso, é importante que as características de cada modal sejam estudadas para verificar a melhor adequação ao tipo de produto transportado. Analise as características básicas de quatro modais de transporte existentes no Brasil.
I. “________________: é um serviço adequado para rotas curtas de produtos acabados ou semiacabados; oferece entregas razoavelmente mais rápidas e confiáveis de cargas parceladas.”
II. “_________________: é um sistema de transporte lento, de matérias-primas ou manufaturados; porém, de baixo valor para longas distâncias.”
III. “_________________: apesar de ser um transporte caro, sua vantagem se dá pela velocidade principalmente em longas distâncias; considerado bastante seguro em relação às perdas e danos, por isso não há necessidade de reforço nas embalagens.”
IV. “_________________: sua disponibilidade e confiabilidade são fortemente influenciadas pelas condições meteorológicas. Além de manusear mercadoria a granel, esse meio de transporte também leva bens de alto valor, principalmente operadores internacionais que costumam transportar em contêineres.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente
as afirmativas anteriores.
 

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Uma concessionária realiza uma promoção de vendas de motocicletas com pagamento através de cinco parcelas que estão em progressão geométrica. No anúncio da promoção, a concessionária informa que a segunda parcela será no valor de R$ 3.000,00 e a última será de apenas R$ 375,00. O valor da primeira parcela nesta promoção é igual a:
 

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O modelo de linha de produção concebido por Henry Ford revolucionou o processo produtivo no início do século XX, proporcionando agilidade e, posteriormente, flexibilidade na produção de bens manufaturados, contudo, nas décadas seguintes, demais tipos de layout surgiram de forma a atender a produção de bens mais complexos ou com propostas produtivas diferenciadas, como, por exemplo, a fabricação de um produto de grande porte como um navio. Considerando os diferentes tipos de arranjo físico existentes, a proposta mais adequada para um estaleiro naval seria o arranjo:
 

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Para exibir/ocultar as linhas de grade em uma planilha do Microsoft Excel 2010, Configuração Local, Idioma Português--Brasil, deve-se ir ao botão: linhas de grade localizado em um grupo, que também fica alocado em uma guia do Excel 2010. A Guia na qual pertence o botão: linhas de grade é:

 

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Compras é uma função administrativa de imensa importância para as organizações, pois propicia o suprimento das necessidades de materiais para a manutenção das operações da empresa, desde itens básicos para os setores administrativos até insumos de alto valor agregado para um processo produtivo. Compras também é um setor estratégico, pois detém a capacidade de realizar negociações que podem oferecer vantagem competitiva e maior eficiência para a cadeia logística. Analise as metas fundamentais do setor de compras.
I. Desenvolver de parcerias com fornecedores.
II. Contribuir para a obsolescência de materiais.
III. Negociar compras conforme especificações predeterminadas de qualidade, prazo e preço.
IV. Comprar sempre em grandes quantidades, a fim de reduzir os custos de aquisição.
Está correto o que se afirma em
 

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A armazenagem é uma das principais atividades que dão apoio ao processo logístico, pois concentra de 10% a 40% dos custos totais; por isso, o uso de ferramentas, técnicas ou metodologias que tornem a armazenagem mais eficiente, principalmente em relação aos níveis ideais de estoque, podem resultar em economias consideráveis para as empresas que atuam no setor logístico. São consideradas metodologias que contribuem para uma melhor gestão dos níveis de estoque, EXCETO:
 

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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne

Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.

Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.

A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.

Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.

Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.

Falta sabor?

Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.

Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.

Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.

A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.

Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.

Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.

O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.

Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.

Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.

“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”

Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.

Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.

O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.

Esperança para o futuro?

Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.

“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.

“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”

Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.

O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.

Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.

Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.

Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.

O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)

“A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.” (1º§) Assinale a alternativa em que a substituição da palavra “bactérias” por “micro-organismos” é feita de acordo com as normas de concordância da língua padrão.

 

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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.” (19º§) No que diz respeito a aspectos linguísticos, está correto o que se afirma em:
 

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1231945 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
De forma a atender à diversidade de produtos ou serviços adquiridos pela administração pública, o Art. 22 da Lei nº 8.666/93 define cinco modalidades de licitação. Cada uma das modalidades de licitação possui procedimentos próprios a serem adotados durante o processo e se adéquam às diferentes necessidades de aquisição de bens ou serviços por parte da Administração Pública. São consideradas modalidades de licitação, conforme legislação supracitada:
 

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1478910 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3

A União, os Estados e os Municípios investem, anualmente, bilhões de reais de seu orçamento para a aquisição de bens ou serviços por meio de licitações. Estes recursos movimentam a economia em diversas regiões, gerando emprego e renda para milhares de pessoas. Algumas das modalidades de licitação, tal como definido pela Lei nº 8.666/93, são determinadas em função de limites relativos ao valor estimado de contratação. Sobre os limites estabelecidos a partir do inciso I, alíneas “a”, “b” e “c”, do artigo 23 da referida Lei, analise as alternativas a seguir.

I. Até R$ 150.000,00.

II. Até R$ 1.500.000,00.

III. Acima de R$ 1.500.000,00.

A sequência está correta em

Questão Desatualizada

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