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Ao editar uma apresentação no Microsoft PowerPoint 2010, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, as teclas [Ctrl + H] foram acionadas, gerando uma ação no aplicativo em questão; assinale-a.
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Durante a entrega das notas em uma sala de aula, o professor informa que !$ { \large 1 \over 3} !$ dos alunos que fizeram a prova alcançaram notas acima de 80 pontos, !$ { \large 3 \over 5} !$ obtiveram notas entre 50 e 80 pontos e que apenas 4 alunos ficaram com pontuação abaixo de 50. Qual é o total de alunos que fizeram esta prova?
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
“Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.” (12º§) Sobre o uso das palavras destacadas nesse trecho, é correto afirmar que:
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Observe a sequência lógica.

O valor de x que completa esta sequência é:
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
Em relação aos aspectos estruturais dessa reportagem, analise as afirmativas a seguir.
I. O título sintetiza a ideia mais importante da reportagem e está seguido pela linha-fina, que não só complementa seu sentido, como acrescenta informações.
II. Essa reportagem começa com um resumo que destaca os fatos mais importantes do texto, como estratégia para chamar a atenção do leitor.
III. No quarto parágrafo dessa reportagem, o repórter utiliza a primeira pessoa do discurso, como estratégia para atribuir credibilidade, objetividade e imparcialidade à informação dada.
Está correto o que se afirma em
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Nos termos da Resolução Ordinária nº 19.726/2012, o órgão deliberativo máximo do Conselho Federal de Química denomina- se:
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
Assinale a afirmativa que esteja de acordo com os dados da reportagem.
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As assessorias de imprensa representam, hoje, um importante aliado na gestão dos fluxos comunicacionais das organizações e instituições públicas. Sobre funções, ferramentas e condutas do assessor de imprensa na comunicação pública, assinale a afirmativa INCORRETA.
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
Entre os recursos linguísticos usados para estabelecer coesão referencial estão os pronomes. Considere os trechos da reportagem em análise e identifique aquele em que o pronome em destaque retoma corretamente o referente sublinhado.
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De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros, assinale a afirmativa INCORRETA.
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