Foram encontradas 58 questões.
O Texto seguinte servirá de base para responder à questão seguinte.
Crônicas disruptivas
Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
Disponível em: https://mais.opovo.com.br/colunistas/marilia-lovatel/.
Acesso em: 14 mai. 2024.
A palavra destacada em "[...] esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler" apresenta a mesma tonicidade do vocábulo realçado em:
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Crônicas disruptivas
Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
Disponível em: https://mais.opovo.com.br/colunistas/marilia-lovatel/.
Acesso em: 14 mai. 2024.
As classes de palavras organizam os vocábulos da Língua Portuguesa em diversos grupos, os quais estudam a função de cada palavra da gramática no texto. Assim sendo, aponte a alternativa na qual a função do vocábulo destacado está corretamente descrita entre parênteses.
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Crônicas disruptivas
Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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A respeito da morfologia das palavras destacadas no trecho "[..] são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem”, é correto afirmar que
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Crônicas disruptivas
Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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Acesso em: 14 mai. 2024.
Os pronomes são definidos como uma classe gramatical variável cuja finalidade é substituir ou determinar um substantivo. Eles se classificam em razão da função que assumem na sentença. Tendo por base essa premissa, marque o item em que o pronome destacado está corretamente tipificado.
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Crônicas disruptivas
Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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Diante do exposto, pode-se afirmar que o título do texto em questão se justifica pelo fato de a cronista
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Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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Em analogia ao trecho "Como havia um tom elogioso [...]", a concordância verbal se faz corretamente em
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Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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Na passagem "E é provável que1 esta crônica não entregue o que2 os leitores esperam", os termos enumerados caracterizam-se, respectivamente, como
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Palavras nascem, vigoram, mudam os sentidos, entram e saem de moda, são esquecidas, sequestradas, resgatadas, morrem. Isso porque a língua tem vida e se modifica no tempo. Algumas enchem a boca. É o caso de rocambolesco. Outras enchem a paciência mesmo. Ultimamente ando a torcer o nariz para a palavra disruptiva e as suas variações.
Também deixei de ressignificar as coisas ao perceber a canseira dada à palavra, usada à exaustão para atribuir um novo significado a algo. De uma hora para outra, todo mundo resolveu ressignificar objetos, pensamentos, existências. Mas ando mesmo entojada, enjoada, nauseada com a palavra entrega.
Com ela descobri o roubo que as palavras sofrem quando os seus complementos são suprimidos. A transitividade do termo foi alterada. Não cabem aqui as perguntas entregar o quê, a quem? Entregar agora é verbo intransitivo. Ou seja, completo em si. A primeira vez que escutei "fulano é excelente porque ele entrega” achei que se tratava de um competente entregador. Como havia um tom elogioso, concluí que o talento do fulano não deveria ser o de um delator.
Observei a ausência determinante de um pronome reflexivo. Se o fulano em questão "se" entregasse, caberiam pelo menos duas possibilidades de interpretação: não se deixa vencer ou não se apresentar (à polícia?). Reconheço, a minha implicância com o emprego de certos vocábulos revela um excesso de tradicionalismo.
Talvez eu devesse experimentar um repertório mais disruptivo. E é provável que esta crônica não entregue o que os leitores esperam ler — ou, por outro lado, me entregue, entregue a mim, por pensar assim. Assunto a ver. Ou ressignificar.
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Acesso em: 14 mai. 2024.
A partir da posição e da relação das palavras em um determinado contexto, elas podem desempenhar diferentes funções em uma oração. Tendo por base essa informação, o vocábulo destacado no trecho "Outras enchem a paciência mesmo" tem função de
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