Foram encontradas 60 questões.
Text for the questions 19 to 21
There were very few computers in the 1950s, and those in existence were treated as objects of wonder with almost mythical powers. They were nothing like the computers of today. For one thing they were huge, with the refrigerator-sized one being relatively small for the time. They were also delicate, and consumed a lot of electricity, wasting much of it as heat.
Nowadays, however, a computer is just another item stocked in supermarkets alongside toothpaste and dog food. And as computers have become cheaper and smaller, they have been incorporated into a kaleidoscopic range of devices that bear no resemblance to what was once thought of as a computer. Powerful computers now sit at the heart of objects as diverse as mobile phones and games consoles, cars and vacuum cleaners. The cost of computer power continues to decrease, making it possible to incorporate computer technologies into almost any object, no matter how small, cheap or disposable. And these smart devices are ‘talking’ to one another, not just within a single room or building but across the world via the internet, using the World Wide Web . Thus even as the computer vanishes from sight, it becomes vastly more powerful and ever-present – to use a term you’ll become very familiar with, it is now ubiquitous.
Internet: https://www.open.edu/ (adapted)
What does the text imply about the evolution of computers?
Provas
Text for the questions 19 to 21
There were very few computers in the 1950s, and those in existence were treated as objects of wonder with almost mythical powers. They were nothing like the computers of today. For one thing they were huge, with the refrigerator-sized one being relatively small for the time. They were also delicate, and consumed a lot of electricity, wasting much of it as heat.
Nowadays, however, a computer is just another item stocked in supermarkets alongside toothpaste and dog food. And as computers have become cheaper and smaller, they have been incorporated into a kaleidoscopic range of devices that bear no resemblance to what was once thought of as a computer. Powerful computers now sit at the heart of objects as diverse as mobile phones and games consoles, cars and vacuum cleaners. The cost of computer power continues to decrease, making it possible to incorporate computer technologies into almost any object, no matter how small, cheap or disposable. And these smart devices are ‘talking’ to one another, not just within a single room or building but across the world via the internet, using the World Wide Web . Thus even as the computer vanishes from sight, it becomes vastly more powerful and ever-present – to use a term you’ll become very familiar with, it is now ubiquitous.
Internet: https://www.open.edu/ (adapted)
According to the text, modern computers are now:
Provas
Text for the questions 19 to 21
There were very few computers in the 1950s, and those in existence were treated as objects of wonder with almost mythical powers. They were nothing like the computers of today. For one thing they were huge, with the refrigerator-sized one being relatively small for the time. They were also delicate, and consumed a lot of electricity, wasting much of it as heat.
Nowadays, however, a computer is just another item stocked in supermarkets alongside toothpaste and dog food. And as computers have become cheaper and smaller, they have been incorporated into a kaleidoscopic range of devices that bear no resemblance to what was once thought of as a computer. Powerful computers now sit at the heart of objects as diverse as mobile phones and games consoles, cars and vacuum cleaners. The cost of computer power continues to decrease, making it possible to incorporate computer technologies into almost any object, no matter how small, cheap or disposable. And these smart devices are ‘talking’ to one another, not just within a single room or building but across the world via the internet, using the World Wide Web . Thus even as the computer vanishes from sight, it becomes vastly more powerful and ever-present – to use a term you’ll become very familiar with, it is now ubiquitous.
Internet: https://www.open.edu/ (adapted)
What was a characteristic of computers in the 1950s?
Provas
Juliana resolveu seu cubo mágico três vezes em um mesmo dia. Ela anotou que, na primeira tentativa, precisou de 48 movimentos, e na segunda, de 42 movimentos. Ao final das três tentativas, percebeu que fez, em média, 44 movimentos por tentativa.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de movimentos feitos por Juliana na terceira tentativa.
Provas
Bolas de canhão foram empilhadas em forma de pirâmide, de modo que cada camada tinha um número de bolas igual ao quadrado do número da camada, contando de cima para baixo.
Sabendo que foram usadas exatamente 91 bolas, assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de camadas dessa pirâmide.
Provas
Admitindo que a proposição “Ana é advogada e Beatriz não é barista” é verdadeira, assinale a alternativa que apresenta uma proposição falsa.
Provas
Em um salão de bingo, serão sorteados números inteiros de 1 a 90, todos com a mesma probabilidade de serem escolhidos.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente a probabilidade de que o primeiro número sorteado seja maior do que 18.
Provas
Durante uma pesquisa feita com os visitantes de um parque de diversões, 800 pessoas foram entrevistadas sobre as duas atrações mais procuradas: a casa assombrada e a montanha-russa. Verificou-se que 520 pessoas foram na montanha-russa, 430 foram na casa assombrada, e 150 não foram em nenhuma das duas.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de pessoas que foram em ambas as atrações.
Provas
Bento decidiu preparar uma salada de frutas para o café da manhã. Para isso, ele tem 7 frutas diferentes à disposição e pretende escolher 4 delas para montar a salada.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de maneiras diferentes pelas quais Bento pode fazer essa escolha.
Provas
Texto para as questões de 1 a 11.
1 Há mais de quinhentos anos a língua
portuguesa foi trazida ao Brasil. Nos séculos XVI a XVIII
foi rotulada como “o português no Brasil”, pois era
4 inteiramente lusitana, e não tinha superado as línguas
indígenas. A partir do século XIX, a língua portuguesa
tornou-se majoritária, começou a distanciar-se do
português europeu, sendo então denominada
7 “português do Brasil”. A partir dos anos 80 do século
XX, suprime-se a preposição “do”, e começamos a falar
10 em “português brasileiro”. Sinaliza-se com isso que
novos distanciamentos tinham ocorrido, servindo a
expressão para designar a identidade linguística dos
13 brasileiros. E o idioma que tem servido de espaço de
comunicação para os milhões de habitantes que o
Brasil tem hoje é incontestavelmente isso: o
16 português brasileiro.
As línguas naturais são o ponto mais alto de
nossa identidade como indivíduos e como
19 participantes de uma sociedade. Que o digam os
quinhentos mil visitantes anuais do Museu da Língua
Portuguesa localizado em São Paulo! Tem sido
22 proveitoso testemunhar a emoção desses visitantes
por se verem ali representados, por toparem ali com
sua identidade.
25 Quando pensamos no nome de um livro que
descreve a língua, a primeira palavra que nos ocorre é
“gramática”.
28 A Gramática é uma ciência milenar. Surgiu
associada a preocupações filosóficas e literárias, e
desenvolveu descrições da língua que, com o tempo,
31 acabaram constituindo um tema autônomo de
estudo. Hoje, teríamos dificuldade em excluí-la dos
nossos currículos escolares e do conjunto de
34 conhecimentos que esperamos encontrar nas
pessoas cultas. No domínio da língua portuguesa, as
primeiras gramáticas apareceram no século XVI,
37 motivadas pela preocupação de dignificar a língua
em face do latim e de educar os jovens no
conhecimento das variedades mais prestigiadas.
40 Começou assim uma tradição que atravessou os
séculos e criou a necessidade de grandes manuais de
referência.
43 As gramáticas resultam habitualmente do
trabalho individual, fundamentando-se na língua
literária.
46 Para começo de conversa, não acho que os
escritores trabalham para nos abastecer de regras
gramaticais. Eles exploram ao máximo as
49 potencialidades da língua, segundo um projeto
estético próprio. Ora, as regularidades que as
gramáticas identificam devem fundamentar-se no
52 uso comum da língua, quando conversamos, quando
lemos jornais, como cidadãos de uma democracia.
Isso não exclui a fruição das obras literárias, mas é
55 uma completa inversão de propósitos fundamentar-
nos nelas para descrever uma língua.
O objetivo das boas gramáticas é desvelar o
58 conhecimento linguístico armazenado na mente dos
falantes, desde o cidadão analfabeto até o escritor
laureado.
Ataliba de Castilho. Nova gramática do português brasileiro. São
Paulo: Contexto, 2010 (com adaptações).
Sem prejuízo dos sentidos e da correção gramatical do texto, o vocábulo “que” (linha 30) poderia ser substituído por
Provas
Caderno Container