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Foram encontradas 50 questões.

2543392 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
A ilustração a seguir representa parte de um loteamento residencial. No desenho, estão expressas as medidas reais de alguns segmentos das ruas a, b, c, r e t, determinados por suas intersecções. Considere:
Enunciado 2896466-1
  • P a pequena praça entre as ruas a, r e t.
  • Q1 é o lote entre a, b, r e t.
  • Q2 é o lote entre b, c, r e t.
Dessa maneira, as áreas, em m2, de Q1 e Q2 são, respectivamente:
 

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2543167 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta em relação à concordância verbal, segundo a norma-padrão da Língua Portuguesa
 

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2543164 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Dia da gente desexistir é um certo decreto – por isso que ainda hoje o senhor aqui me vê.
De mim, entreguei alma no corpo, debruçado para a sela, numa quebreira. Até minhas testas formaram de chumbo. Valentia vale em todas horas? Repensei coisas de cabeça-branca. Ou eu variava? (...) Eu via, queria ver, antes de dar à casca, um pássaro voando sem movimento, o chão fresco remexido pela fossura duma anta, o cabecear das árvores, o riso do ar e o fogo feito duma arara. O senhor sabe o que é o frege dum vento, sem uma moita, um pé de parede pra ele se retrasar? Eu ambicionava o suíxo manso dum córrego nas lajes – o bom sumiço dum riacho mato a fundo. E adverti memória dos derradeiros pássaros do Bambual do Boi. Aqueles pássaros faziam arejo. Gritavam contra a gente, cada um asia sua sombra num palmo vivo d’água. O melhor de tudo é a água. No escaldado... “Saio daqui com vida, deserteio de jaguncismo, vou e me caso com Otacília!” – eu jurei, do proposto de meus todos sofrimentos. Mas mesmo depois, naquela hora, eu não gostava mais de ninguém: só gostava de mim, de mim! Novo que eu estava no velho do inferno. Dia da gente desexistir é um certo decreto – por isso que ainda hoje o senhor aqui me vê
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. 2001, p. 68.
Leia a oração abaixo.
Gritavam contra a gente (...)
O trecho em destaque pode ser classificado sintaticamente como
 

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2543117 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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Conforme a Lei nº 9.784/99, que regula o processo administrativo no âmbito da Administração Pública Federal, no que concerne à Competência, assinale a alternativa correta.
 

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2542798 Ano: 2017
Disciplina: Arquivologia
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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No que concerne à natureza do documento, é a configuração que assume um documento de acordo com a disposição e a natureza das informações nele contidas. Trata-se do(a)
 

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2542783 Ano: 2017
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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Referente à Lei nº 8.666/93, assinale a alternativa correta.
 

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2542684 Ano: 2017
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
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São formas de registros, em que se relata o ocorrido numa sessão, convenção, congresso, reunião, assembleias etc. Documento, geralmente, de caráter confidencial e de circulação restrita. Trata-se do(a)
 

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2542539 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia o texto abaixo para responder à questão.
Em Matéria de Automóveis
Em matéria de automóveis, seu raciocínio era o seguinte:
— Para que ter automóvel, se eu não sei dirigir?
E se alguém lhe sugeria que aprendesse:
— Para que aprender, se não tenho automóvel?
Um dia, porém, não se sabe como, escapou de seu sofismático raciocínio e apareceu dirigindo um automóvel. Aprendera a dirigir, só Deus sabe como:
— Fazer o carro andar eu faço. Mas não sei como funciona, nem como é lá dentro. Outro dia ameaçou enguiçar e então me perguntaram se não seria o carburador. Só então fiquei sabendo que meu carro dispõe de um carburador.
O que o encanta principalmente é o poder sugestivo de certos nomes: carburador, embreagem, chassi, radiador, cárter, diferencial.
— Fala-se também numa famosa mola de seguimento, que deve ser muito importante. Para mim não há alternativa: se enguiçar, desço e tomo um táxi. Imagine se eu tiver de ficar dentro do carro indagando: será o dínamo? a bateria, os acumuladores? falta de força no chassi? falta de óleo na bateria?
Tive de adverti-lo de que bateria e acumuladores eram uma coisa só, e que no radiador só se coloca água.
— Eu sei, eu sei: aliás, o meu carro, apesar de novo deve estar com algum defeito no radiador, não gasta água nunca! Todas as vezes que mando botar água o homem diz que não é preciso, já tem. Com o óleo é a mesma coisa. Abrem a tampa do carro e retiram lá de dentro, de um lugar que jamais consegui ver direito onde é, um ferrinho comprido, enxugam o ferrinho, tornam a enfiar e retiram de novo, me mostram a ponta pingando óleo e dizem que não é preciso. Nunca é preciso.
— Você não costuma lubrificar o carro?
— Já lubrifiquei uma vez. Isso é fácil: basta levar o carro no posto e dizer: lubrificação geral, trocar o óleo do cárter. Não me esqueço, por causa daquele detetive dos folhetos do meu tempo, o Nick Cárter.
— Convém não esquecer também a água da bateria. Tem de ser água destilada.
Isto ele também já sabia. Um dia o carro não quis pegar e alguém lhe disse que devia ser a água da bateria. Foi a um posto e mandou que olhassem se tinha água na bateria. Tinha. Então tirem, pediu. O sujeito ficou a olhá-lo como se ele fosse doido: tirar a água? Então ele disse apenas a palavra mágica, que resolve tudo:
— Verifiquem.
Verificaram, enquanto ele aguardava, meio ressabiado. O homem do posto se aproximou, misterioso:
— Elemento seco.
Olharam-se mutuamente, em silêncio, sem que qualquer sombra de compreensão perpassasse entre os dois, esclarecendo os mistérios insondáveis da mecânica dos semoventes. Eis que impenetrável é o desígnio dos motores de explosão e traiçoeira a força dos acumuladores.
— Elemento seco?
Elemento seco! Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes. Num repente de inspiração divinatória, com a voz embargada de emoção, ele sugeriu:
— Deve ser o giguelê.
Giguelê — palavra mágica que ele um dia ouviu alguém pronunciar, denunciando a existência de uma peça pequenina que não sabe para que serve nem onde fica, mas da qual certamente emana a energia que movimenta os automóveis, num fluxo de divina inspiração como o que movimenta a dança religiosa em torno à diminuta imagem de Exu e outros deuses pagãos.
— No mais — arremata ele — tirante o giguelê, para mim um carro se compõe apenas de duas coisas: buzina e volante.
Fernando Sabino. Texto extraído do livro Quadrante 2, 4ª edição – Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1963, págs.108-110. Adaptado.
Leia a oração abaixo.
Secam-se os elementos e esotérico se torna o segredo que faz o poderio dos seres vivos no comando das máquinas inertes.
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo ao vocábulo destacado na sentença acima.
 

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2542500 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à ocorrência ou não de crase.
 

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2542365 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: Nosso Rumo
Orgão: CREA-SP
Leia a oração abaixo.
Todos que chegaram atrasados, não conseguiram um bom lugar para assistir ao espetáculo.
Na sentença acima, ocorre um ERRO de
 

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