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Foram encontradas 40 questões.

1110443 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Ao abrir a caixa de entrada de seu e-mail, Rubens verificou que seu primo Pedro, que mora na mesma cidade, havia lhe mandado uma mensagem 19h15min atrás. Ao olhar no seu relógio, Rubens viu que era 17h10min. Logo, concluiu que seu primo tinha lhe enviado o e-mail no dia anterior, exatamente às

 

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1104430 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Leia atentamente o texto abaixo e resolva a questão.

Texto I

O homem que espalhou o deserto

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, ela corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia, constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores, Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas toda. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigo. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escora e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saia de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro, que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvores, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se 'servir'. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tomar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos Brasileiros I. In: Para gostar de ler, V. 8. Editora Ática, 16 edição, São Paulo, SP, 2004. p.
53-55.).

Uma razão para o problema da desertificação, no desfecho do texto I, não ser completamente resolvido foi que

 

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1095366 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Leia atentamente o texto abaixo e resolva a questão.

Texto I

O homem que espalhou o deserto

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, ela corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia, constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores, Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas toda. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigo. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escora e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saia de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro, que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvores, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se 'servir'. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tomar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos Brasileiros I. In: Para gostar de ler, V. 8. Editora Ática, 16 edição, São Paulo, SP, 2004. p.
53-55.).

O narrador do texto I demonstra o fascínio que as tesouras já exerciam sobre o menino. Assinale a alternativa cujo trecho transcrito comprova essa afirmação.

 

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1085865 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

A soma de todos os números ímpares de dois algarismos menos a soma de todos os números pares de dois algarismos é

 

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1083406 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Texto IV

Enunciado 1083406-1

Enunciado 1083406-2

(Folha do Povo de Mato Grosso do Sul, 20/09/2001)

Das alternativas abaixo retiradas do texto IV, a que apresenta a palavra "fogo" como uma característica é:

 

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1080653 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Texto IV

Enunciado 1080653-1

Enunciado 1080653-2

(Folha do Povo de Mato Grosso do Sul, 20/09/2001)

A frase: "Jogue um balde de água fria nessa idéia." no contexto da campanha publicitária, texto IV, não significa

 

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1080390 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Sebastião digitou em sua calculadora um número que quando multiplicado por 3, somado com 12 e dividido por 7, produz um resultado igual a 15. O número digitado por ele foi

 

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1058307 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Se o triplo de um número é 18⁄5, então

 

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963077 Ano: 2012
Disciplina: Estatística
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

O Quadro de Medalhas dos Jogos Paralímpicos de Verão de 2012 é uma lista que classifica os Comitês Paralímpicos Nacionais de acordo com o número de medalhas conquistadas nos Jogos em Londres, na Grã-Bretanha, onde foram disputadas 503 finais em 20 esportes.

O quadro de medalhas está classificado de acordo com o número de medalhas de ouro, estando as medalhas de prata e bronze, na sequência, como critérios de desempate em caso de países com o mesmo número de ouro. O quadro de medalhas não é reconhecido oficialmente, já que isso poderia criar uma competição entre os países, o que não é objetivo dos Jogos.

Quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos de Verão de 2012.

Enunciado 963077-1

Considerando as informações apresentadas na tabela e no texto acima, podemos afirmar que se o número de medalhas de Ouro do Brasil fosse igual à metade no número de medalhas de Prata da China, então a posição do Brasil na tabela seria na linha de ordem

 

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936733 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Ana está organizando sua festa de aniversário e irá convidar as 20 amiguinhas de sua escola para comemorar com ela. Quando a mãe de Ana foi ao supermercado comprar os refrigerantes, ela ficou preocupada, com medo de comprar pouco e faltar bebida durante a festa. Então, ela lembrou que irá servir os refrigerantes em copos com capacidade de 180 ml cada um.

Supondo que na festa, somente Ana e suas amiguinhas beberão refrigerante e que cada uma tomará somente dois copos da bebida, a quantidade mínima de litros de refrigerante que a mãe de Ana deve comprar para não faltar é

 

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