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Foram encontradas 40 questões.

1318720 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Em uma caixa com dez bolinhas coloridas existem quatro de cor branca, três de cor vermelha, duas de cor azul e uma de cor preta. A probabilidade de retirar uma bolinha de cor branca é

 

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1306902 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Texto II

Sustentabilidade

Sustentabilidade é a habilidade de sustentar ou suportar condições exibidas por algo ou alguém. É uma característica ou condição de um processo ou de um sistema que permite a sua permanência, em certo nível, por um determinado prazo. Ultimamente este conceito, tornou-se um princípio, segundo o qual o uso dos recursos naturais para a satisfação de necessidades presentes não pode comprometer a satisfação das necessidades das gerações futuras.

Sustentabilidade também pode ser definida como a capacidade do ser humano intergair com o mundo preservando o meio ambiente para não comprometer os recursos naturais das gerações futuras. O conceito de sustentabilidade é complexo, mas pode-se dizer que este deve ter a capacidade de integrar as questões sociais, energéticas, econômicas e ambientais.

Questões sociais: sem o social, não há sustentabilidade. Em primeiro lugar, é preciso respeitar o ser humano, para que este possa respeitar a natureza.

Questões energéticas e econômicas: sem considerar a questão energética, não há sustentabilidade. Sem energia, a economia não se desenvolve. E se a economia não se desenvolve, as condições de vida das populações se deterioram.

Questões ambientais: sem considerar o ambiente, não há sustentabilidade. Com o meio ambiente degradado, o ser humano abrevia o seu tempo de vida; a economia não se desenvolve; o futuro fica insustentável.

O princípio da sustentabilidade pode se aplicar a um único empreendimento, a uma pequena comunidade e até ao planeta inteiro. Para que um empreendimento humano seja considerado sustentável, é preciso que seja: ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e cuturalmente diverso.

(http://pt.wikipedia.org/wiki/sustentabilidade. Acessado em 19 de setembro de 2012. Adaptado)

De acordo com as informações apresentadas no texto II é correto afirmar que

 

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1305284 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

As placas de advertência utilizada no trânsito destinam-se a alertar os usuários da existência de condições perigosas. Elas possuem formas quadrangulares. Por exemplo, a placa a seguir, é colocada próxima às escolas para alertar os motoristas.

Enunciado 1305284-1

Disponível em: <http://idetran.blogspot.com.br/2012/01/copie-e-cole.html>.
Acesso em: 17 set 2012.

Caso a placa acima, A-33b, tenha o formato de um quadrado de lado medindo 3 unidades, quantos triângulos da malha triangular abaixo seriam necessários para construir esse quadrado?

OBS: o quadrado hachurado representado na malha como exemplo, possui lado medindo 1 unidade.

Enunciado 1305284-2

 

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1304228 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Leia atentamente o texto abaixo e resolva a questão.

Texto I

O homem que espalhou o deserto

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, ela corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia, constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores, Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas toda. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigo. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escora e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saia de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro, que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvores, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se 'servir'. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tomar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos Brasileiros I. In: Para gostar de ler, V. 8. Editora Ática, 16 edição, São Paulo, SP, 2004. p.
53-55.).

A passagem "Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução" demonstra que o menino não era dotado de

 

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1301519 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Leia atentamente o texto abaixo e resolva a questão.

Texto I

O homem que espalhou o deserto

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, ela corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia, constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores, Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas toda. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigo. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escora e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saia de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro, que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvores, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se 'servir'. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tomar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos Brasileiros I. In: Para gostar de ler, V. 8. Editora Ática, 16 edição, São Paulo, SP, 2004. p.
53-55.).

Em relação ao texto I "O homem que espalhou o deserto", assinale a alternativa correta.

 

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1298499 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Utilizando as peças A, B e C, formou-se a figura geométrica abaixo. Sabendo que a figura A é um quadrado de lado 2, a figura B é um retângulo de comprimento 2 e largura 1, e por fim a figura C, um retângulo de comprimento 5 e largura 3, podemos afirmar que o perímetro da figura abaixo é

Enunciado 1298499-1

 

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1297976 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Leia atentamente o texto abaixo e resolva a questão.

Texto I

O homem que espalhou o deserto

Quando menino, costumava apanhar a tesoura da mãe e ia para o quintal, cortando folhas das árvores. Havia mangueiras, abacateiros, ameixeiras, pessegueiros e até mesmo jabuticabeiras. Um quintal enorme, que parecia uma chácara e onde o menino passava o dia cortando folhas. A mãe gostava, assim ele não ia para a rua, não andava em más companhias. E sempre que o menino apanhava o seu caminhão de madeira (naquele tempo, ainda não havia os caminhões de plástico, felizmente) e cruzava o portão, ela corria com a tesoura: tome, filhinho, venha brincar com as suas folhas. Ele voltava e cortava. As árvores levavam vantagem, porque eram imensas e o menino pequeno. O seu trabalho rendia pouco, apesar do dia a dia, constante, de manhã à noite.

Mas o menino cresceu, ganhou tesouras maiores, Parecia determinado, à medida que o tempo passava, a acabar com as folhas toda. Dominado por uma estranha impulsão, ele não queria ir à escola, não queria ir ao cinema, não tinha namoradas ou amigo. Apenas tesouras, das mais diversas qualidades e tipos. Dormia com elas no quarto. À noite, com uma pedra de amolar, afiava bem os cortes, preparando-as para as tarefas do dia seguinte. Às vezes, deixava aberta a janela, para que o luar brilhasse nas tesouras polidas.

A mãe, muito contente, apesar do filho detestar a escora e ir mal nas letras. Todavia, era um menino comportado, não saia de casa, não andava em más companhias, não se embriagava aos sábados como os outros meninos do quarteirão, não frequentava ruas suspeitas onde mulheres pintadas exageradamente se postavam às janelas chamando os incautos. Seu único prazer eram as tesouras e o corte das folhas.

Só que, agora, ele era maior e as árvores começaram a perder. Ele demorou apenas uma semana para limpar a jabuticabeira. Quinze dias para a mangueira menor e vinte e cinco para a maior. Quarenta dias para o abacateiro, que era imenso, tinha mais de cinquenta anos. E seis meses depois, quando concluiu, já a jabuticabeira tinha novas folhas e ele precisou recomeçar.

Certa noite, regressando do quintal agora silencioso, porque o desbastamento das árvores tinha afugentado pássaros e destruído ninhos, ele concluiu que de nada adiantaria podar as folhas. Elas se recomporiam sempre. É uma capacidade da natureza, morrer e reviver. Como o seu cérebro era diminuto, ele demorou meses para encontrar a solução: um machado.

Numa terça-feira, bem cedo, que não era de perder tempo, começou a derrubada do abacateiro. Levou dez dias, porque não estava habituado a manejar machados, as mãos calejaram, sangraram. Adquirida a prática, limpou o quintal e descansou aliviado.

Mas insatisfeito, porque agora passava os dias a olhar aquela desolação, ele saiu de machado em punho, para os arredores da cidade. Onde encontrava árvores, capões, matos, atacava, limpava, deixava os montes de lenha arrumadinhos para quem quisesse se 'servir'. Os donos dos terrenos não se importavam, estavam em via de vendê-los para fábricas ou imobiliárias e precisavam de tudo limpo mesmo.

E o homem do machado descobriu que podia ganhar a vida com o seu instrumento. Onde quer que precisassem derrubar árvores, ele era chamado. Não parava. Contratou uma secretária para organizar uma agenda. Depois, auxiliares. Montou uma companhia, construiu edifícios para guardar machados, abrigar seus operários devastadores. Importou tratores e máquinas especializadas do estrangeiro. Mandou assistentes fazerem cursos nos Estados Unidos e Europa. Eles voltaram peritos de primeira linha. E trabalhavam, derrubavam. Foram do sul ao norte, não deixando nada em pé. Onde quer que houvesse uma folha verde, lá estava uma tesoura, um machado, um aparelho eletrônico para arrasar.

E enquanto ele ficava milionário, o país se transformava num deserto, terra calcinada. E então, o governo, para remediar, mandou buscar em Israel técnicos especializados em tomar férteis as terras do deserto. E os homens mandaram plantar árvores. E enquanto as árvores eram plantadas, o homem do machado ensinava ao filho a sua profissão.

(BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Contos Brasileiros I. In: Para gostar de ler, V. 8. Editora Ática, 16 edição, São Paulo, SP, 2004. p.
53-55.).

A certa altura do texto, o narrador diz: "E enquanto ficava milionário, o país se transformava num deserto." A opção cujo conteúdo se relaciona com essa idéia e

 

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1164593 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Carolina constrói caixas de papelão para embalar os bombons que vende em sua loja de doces. No início, ela só construía caixa no formato de prisma retangular, como representado na figura 1. Depois de algum tempo, ela resolveu fazer embalagens menores, no formato de cubo, como representado na figura 2. Carolina observou que, para fazer as caixas no formato de cubo, ela gastava menos papelão do que para construir as caixas no formato de prisma retangular. Para verificar quanto economizava, ela desenhou todas as faces dos dois tipos de caixas em malha quadriculada, sem as partes que são usadas para colar (abas), como apresentado a seguir:

Enunciado 1164593-1

Ao calcular as áreas das duas figuras, Carolina verificou que a área total da caixa com formato de cubo, comparada com a área total da caixa com formato de prisma retangular, representa

 

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1160252 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Texto IV

Enunciado 1160252-1

Enunciado 1160252-2

(Folha do Povo de Mato Grosso do Sul, 20/09/2001)

Todas as palavras destacadas possuem o mesmo sentido que calcinado, texto IV, exceto

 

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1146287 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Col.Mil. Campo Grande
Orgão: Col.Mil. Campo Grande

Quantos números de 3 algarismos existem cuja soma dos algarismos é 25?

 

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