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1316074
Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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O processo licitatório visa à transparência da Administração Pública, pois esta deve primar pela boa aplicação dos recursos provenientes, basicamente, do pagamento de tributos, impostos e taxas pagos pelos contribuintes. Neste sentido, a licitação possui modalidades específicas:
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
Na tentativa de evitar a perda de mandato, o deputado federal André Vargas
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
Assinale a alternativa em que a oração sublinhada está corretamente classificada.
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1297294
Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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Por definição, um processo é composto por certos componentes básicos, sendo eles:
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Assinale a opção que contenha somente os protocolos utilizados na Internet.
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
Assinale a alternativa em que a justificativa para a acentuação gráfica do conjunto de palavras está correta.
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Assinale a alternativa correta sobre unidade de medida de dados computacionais.
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No software Mozilla Firefox, a combinação das teclas “Ctrl + D” são utilizadas para
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Um esquema montado para esquentar dinheiro
Obtido com exclusividade por ISTOÉ, inquérito no STF pode levar André Vargas à cadeia por falsidade ideológica. Para o MP e a PF, deputado petista montou uma “lavanderia” para justificar recursos de origem duvidosa que irrigaram suas campanhas eleitorais.
Izabelle Torres (izabelle@istoe.com.br) e Claudio Dantas Sequeira (claudiodantas@istoe.com.br)
O deputado André Vargas (PT-PR) é um político em estado terminal. Num último esforço para tentar preservar o mandato, o petista renunciou ao posto de vice-presidente da Câmara e tirou uma licença de 60 dias. Não foi o suficiente para impedir que seus pares instaurassem um processo contra ele no Conselho de Ética da Câmara por quebra de decoro parlamentar, nem que o seu partido, o PT, o ameaçasse de expulsão. Sua situação se deteriorou depois que ele foi acusado de manter uma relação promíscua com o doleiro preso na Operação Lava Jato, Alberto Youssef. Vargas é o deputado que ergueu os punhos cerrados, repetindo o gesto dos mensaleiros presos, para debochar do presidente do STF, Joaquim Barbosa, em sessão de abertura do ano legislativo no Congresso. Agora, por ironia da política, quem pode selar o destino político de Vargas é justamente o Supremo, instituição à qual o petista ousou desafiar e fazer troça. Na última semana, ISTOÉ teve acesso com exclusividade às mais de 500 páginas do inquérito 3596, instaurado pelo STF a pedido do Ministério Público Federal, que pode levar Vargas para a cadeia pelo crime de falsidade ideológica para fins eleitorais. A pena prevista, caso o petista seja condenado, varia entre um e cinco anos de reclusão. No robusto processo, o Ministério Público Federal afirma que há fortes indícios de que o parlamentar montou uma lavanderia de dinheiro para justificar doações eleitorais. Nem a Justiça Eleitoral consegue dizer se os recursos apresentados nas prestações de campanha algum dia chegaram mesmo a circular na conta bancária.
ISTO É, N° Edição 2316, 11 Abr 14 20:50 Atualizado
em 26 Abr 14. http://istoé.com.br/reportagens/357452_
UM+ESQUEMA+MONTADO+PARA+ESQUENTAR+DINHEIRO.
Acesso em 26 de Abr de 14 às 20h:30min.
O texto acima enfoca
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640283
Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Câm. Prudentópolis-PR
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Uma das grandes utilidades dos relatórios gerenciais administrativos é a de fornecer informações financeiras contábeis cujo objeto é divulgar e suprir setores específicos de informações necessárias para a tomada de decisões. Desta forma, tais informações são utilizadas prioritariamente por clientes internos e externos. Neste sentido, podemos classificar como clientes externos:
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