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Foram encontradas 40 questões.

2482336 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A empresa Comercial Pontal S/A pagou R$ 9.000,00 em 1.º de agosto de 2012 a título de prêmio de seguro de caminhão utilizado na entrega de mercadorias vendidas. O seguro foi contratado para o período de 1.º de setembro de 2012 a 31 de agosto de 2013. A empresa obedece rigorosamente ao princípio contábil da competência, e seu exercício social coincide com o ano calendário. Com base nessas informações, assinale a alternativa que indica o efeito que a contratação e pagamento do seguro causou no resultado do exercício de 2013.
 

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2482061 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Um vereador da Câmara de Pontal do Paraná pediu um suco. O suco estava ocupando 70% do volume total de um copo cilíndrico de raio 2 cm e altura 10 cm. O vereador colocou 5 pedras de gelo no formato de cubos de aresta 2 cm. Admitindo
π = 3, o suco:
 

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2481188 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Assinale a alternativa em que a conjunção “e” possui valor adversativo:
 

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2480328 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Em relação às contas que compõem o Patrimônio Líquido de uma sociedade anônima, assinale a opção que apresenta uma afirmativa INCORRETA.
 

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2480226 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Pode-se dizer que o texto de Ruy Castro é
 

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2478750 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Observe as informações abaixo:
Enunciado 2726021-1
De acordo com os dados da tabela de informações acima, analise as afirmações abaixo:
I. 40% dos habitantes de pontal do Paraná é maior que 8.000 habitantes.
II. Se a população fosse de 41.838 habitantes, então teríamos uma densidade 208,62 hab./km²
III. Se 6.973 habitantes de Pontal do Paraná forem fumantes, então menos de 72% do total de habitantes não são fumantes.
Logo, temos na sequência I, II e III (use V para verdadeiro e F para falso):
 

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2478381 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Com relação aos mecanismos de coesão utilizados no texto, analise as seguintes afirmações:
I. No período “Tinha 80 anos e era advogado”, há a elipse do termo dr. Henrique Gandelman, para as formas verbais “tinha” e “era”.
II. A expressão “o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura” refere-se a Villa-Lobos.
III. Em “A cor lhe fugiu”, o pronome “lhe” recupera o sentido do termo “Salomea”.
IV. O pronome relativo “que”, no terceiro parágrafo, retoma o termo “homem”, no caso, o dr. Henrique Gandelman.
V. O termo “maestro” refere-se a Villa-Lobos.
Quais são as afirmações corretas?
 

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2478299 Ano: 2014
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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O objetivo do Controle da Administração Pública é garantir que ela atue em conformidade com os princípios e normas vigentes. Acerca do Controle Interno e Externo, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2492453 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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O Conselho Federal de Contabilidade – CFC conceituou os Princípios de Contabilidade por meio da Resolução CFC n.º 750, de 1993, que foi atualizada pela Resolução CFC n.º 1.282, de 2010. Em relação a estes Princípios de Contabilidade, assinale a opção que apresenta uma afirmativa INCORRETA.
Questão Desatualizada

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2486492 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A cidade base para quem vem de fora do Paraná conhecer a Ilha do Mel é Curitiba. Chegando por ônibus ou avião até Curitiba, pode-se ir até o litoral para pegar a balsa e desfrutar as maravilhas da Ilha. Existem 2 locais em que se pode pegar a balsa e seguir para a ilha: Pontal do Sul – 130 km de Curitiba e Paranaguá – 90 km de Curitiba. Partindo de Balneário Pontal do Sul, que é a maneira mais utilizada e mais comum para seguir até a Ilha, o tempo de travessia é de 30 minutos, no caminho pode--se ter a companhia de grandes navios que chegam e saem do porto de Paranaguá e com mais sorte pode-se ter a companhia de botos. Partindo de Paranaguá a duração é de 2 horas de travessia. Se Luigi saiu de Curitiba e viajou para Paranaguá com seu carro a uma velocidade média de 90 km/h e chegando em Paranaguá apenas esperou 10 minutos para que sua balsa saísse para a Ilha do Mel e se Luma saiu de Curitiba e viajou para o Balneário Pontal do Sul com seu carro a uma velocidade média de 65 km/h e chegando em Balneário Pontal do Sul esperou apenas 25 minutos para que sua balsa saísse para a ilha do mel, então:
Questão Anulada e Desatualizada

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