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Foram encontradas 40 questões.

546066 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Se Arlete vai à escola, então ela fica inteligente. Mas Arlete não vai à escola. Logo, baseando-se somente nessas informações, é correto concluir que:
 

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544761 Ano: 2014
Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Pelo Código Brasileiro de Telecomunicações, são considerados abusos no exercício de liberdade de radiodifusão, exceto:
 

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536685 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Qual é a função sintática da parte destacada na seguinte oração:
“O ‘mas era um criminoso’ se encaixa facilmente em ‘mas era uma prostituta’, ‘mas era um índio’, ‘mas era uma empregada doméstica’, ‘mas era pobre’”.
 

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534084 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Observe o argumento, no qual chamamos as premissas de P1 e P2 e a conclusão de C:
P1: Todo carro tem quatro rodas.
P2: Tudo que tem quatro rodas é verde.
C: Logo, todo carro é verde.
É correto afirmar que:
 

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532178 Ano: 2014
Disciplina: Comunicação Social
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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São atividades pertinentes ao jornalismo empresarial, exceto:
 

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530134 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Associe adequadamente os coletivos (1ª COLUNA) ao conjunto de seres da mesma espécie(2ª COLUNA) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
1ª COLUNA
1- Conclave
2- Concílio
3- Congregação
4- Confraria
5- Plêiade
2ª COLUNA
( ) de pessoas religiosas
( ) de pessoas notáveis, de sábios
( ) de bispos em assembleias
( ) de religiosos, de professores
( ) de cardeais, de cientistas em assembleia
 

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520061 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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A Emenda nº 12 acrescentou o § 3º ao art. 101 da Lei Orgânica do município de Jaru/RO. Esse parágrafo estabelece: “Deverá o Executivo Municipal assegurar a reserva de _________ a ser aplicado sobre o valor do Orçamento Líquido previsto na proposta orçamentária anual, para apresentação de Emendas Parlamentares”.

Marque a alternativa que completa corretamente a lacuna.

 

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519880 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
A que tipologia textual pertence Sociedade e tribo?
 

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504805 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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O pronome demonstrativo que indica a noção de tempo atual, presente, em relação ao momento da fala está exemplificado em:
 

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491502 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Câm. Jaru-RO
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Assinale a alternativa em que a(s) palavra(s) destacada(s) foi(foram) empregada(s) corretamente
quando à ortografia e o sentido.
 

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