Foram encontradas 40 questões.
Chama-se tautologia a toda proposição que sempre é verdadeira, independentemente da verdade dos termos que a compõem.
Assinale a alternativa em que temos um exemplo de tautologia:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Na correlação entre números cardinais e ordinais, a forma para a escrita dos números: 70, 700, 7.000 e 7.000.000 é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Dentro da noção de coerência no texto, a ordem lógica é importante para coordenação das ideias que sustentam o texto. Para dar continuidade ao texto, o autor recorre às partículas de transição e palavras de referências, que estão subdivididas em grupos analógicos. Os verbetes “mormente”, “nesse ínterim”, “outrossim”e “quiçá”, correspondem, respectivamente, aos grupos analógicos de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
A respeito dos dois elementos do título Sociedade e Tribo, e os sentidos atribuídos a eles pelo texto, infere-se:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O uso do artigo deve ser articulado ao gênero e número do substantivo a que se refere. Assim, em qual das alternativas seguintes não há artigo?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ao redigir um texto, o autor deve estar atento às regras gramaticais para garantir ao texto coesão, coerência e autenticidade. Ao escrever uma notícia, o critério do jornalista considera:
( ) A cronologia como carga de credibilidade, pois o tempo reconstituído indica representação fiel do fato.
( ) A construção lógica, não direta, da narrativa numa forma linear, na ordem crescente ou decrescente de importância das informações.
( ) A escolha da escala de dados previamente colhidos para serem valorizados pelo leitor.
( ) A sequência conforme a experiência tradicional da história oral e escrita, pois o comportamento verbal do homem se referencia a um fato ocorrido em sua vida ou na vida dos outros.
Classifique as frases com V de verdadeiro e F de falso e escolha nas alternativas a que corresponde com a sequência obtida, pela ordem de cima para baixo:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Como unidade socioeconômica voltada para a produção de um bem de consumo ou serviço, a empresa é um sistema que reúne capital, trabalho, normas, políticas, natureza técnica. Uma empresa não apenas objetiva gerar bens econômicos, para uma relação de troca entre produtor e consumidor, mas procura também desempenhar papel significativo no tecido social, missão que deve cumprir qualquer que seja o contexto político”. De acordo com Torquato (1986, p. 13), o conceito de sistema que caracteriza uma empresa baseia-se nas categorias, a saber: cooperação no contexto social, burocracia e poderes remunerativo, normativo e coercitivo. Esta é a conceituação nas organizações:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Das normas que regem a redação de documentos, estabelecidas pelos órgãos nos quais o texto é redigido, há a que prevê a forma como deve ser registrada uma data, a saber: 12 de abril de 2014; 12 abr 2014; 12.04.2014. Em qual alternativa não está correto o modo de registro do mês da data?
Provas
Questão presente nas seguintes provas
SOCIEDADE E TRIBO
O cinema vem explorando o tema exaustivamente, desde os clássicos faroestes até os policiais urbanos – diante de uma situação de gritante injustiça, alguém resolve assumir a lei pelas próprias mãos. É uma ideia que tem um apelo emocional irresistível. O tema toca na nostalgia de alguma pureza primordial, pré-civilização, em que a ideia do que é justo e bom não resultaria de uma construção coletiva da cultura política sempre contraditória das sociedades, mas de alguma coisa fundamental que está acima de tudo e que não precisa ser pensada, apenas “sentida”. Como não somos deuses, esse rompimento com a regra social é uma escolha pessoal, uma decisão intransferível que se toma. E o preço é pesado.
A tensão entre indivíduo e sociedade, afinal a alma da nossa vida, é o motor permanente do dilema. Está presente tanto na simples decisão de jogar uma lata de refrigerante pela janela do carro quanto no desespero de Hamlet para vingar o assassinato do pai, já que o Estado – representado pela rainha – era conivente com o crime. Claro que há uma diferença abissal de dimensão ética entre os casos, e também de suas consequências. No cinema, na literatura e no teatro, o motor central parece sempre repetir o monólogo shakespeariano: “Suportar calado os dardos da injustiça ou insurgir-se contra eles?” Nesse modelo, a decisão é sempre do indivíduo, porque a sociedade é descartada.
A morte recente de um assaltante pelas mãos de taxistas foi mais um desses casos-limite. A resposta a uma dura injustiça passa a funcionar na mesma lógica transgressora do crime; levada à última consequência, essa privatização da lei – como a indizível estupidez que também recentemente assassinou um pichador de muros – destrói os horizontes de sobrevivênvia comum. A rapidez com que o chamado senso comum saca das adversativas atenuantes – “mas era um assaltante”, como se fosse esse o foco da questão – revela uma ética já dissolvida no comportamento irracional de manada. O que parece uma afirmação do indivíduo é de fato o seu aniquilamento. O “mas era um criminoso” se encaixa facilmente em “mas era uma prostituta”, “mas era um índio”, “mas era uma empregada doméstica”, “mas era pobre” – são gradações desqualificantas com diferenças notáveis, mas em todas transparecem insidiosas a crescente cultura da justiça tribal e de sua cada vez mais maldisfarçada simpatia pela violência.
Entende-se o crescente isolamento social pelo vidro fumê dos carros, cercas elétricas, bolsões de consumo refrigerado com acesso vedado a parcelas da população e polícia particular, porque a barra anda mesmo pesada. Mas, se de alguma forma as classes médias forem incapazes de pensar em alternativas sociais, culturais e educacionais que nos ponham em contato uns com os outros, em pouco tempo estaremos inaugurando praças de linchamento como o ponto alto da ideia de justiça que nos restou.
TEZZA, Cristovão. Um operário em férias: 100 crônicas escolhidas.
(organização e apresentação Christian Schwartz). In:__________. Sociedade e tribo. Rio de Janeiro: Record, 1013. p.171-172.
Para o autor de Sociedade e tribo, diante de uma situação de extrema injustiça, o indivíduo às vezes reage fazendo justiça com as próprias mãos, e esse tipo de reação não
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia a frase: “Chegamos ao consultório, apresentamos os documentos na recepção, fomos para a sala de espera, mas o médico não nos atendeu, pois não se sentiu bem”. Conhecendo-se a estilística da frase, pode-se dizer que esta é uma:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container