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Foram encontradas 194 questões.

2863432 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Na figura a seguir, com dimensões indicadas em centímetros, o triângulo ABC representa uma plaqueta metálica.

Enunciado 3030642-1

Sabendo-se que a área da plaqueta é igual a 150 cm2, conclui-se que a medida do lado AB dessa plaqueta, indicada por y na figura, é igual a

 

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2863431 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Sabe-se que as vendas de automóveis e comerciais leves elétricos e híbridos totalizaram 35 000 unidades em 2021, e que a previsão de vendas para 2022 é de 50 000 unidades. Suponha que o número de unidades efetivamente vendidas em 2022 tenha, em relação ao número de unidades vendidas em 2021, um crescimento de 40%.

Nesse caso, o número de unidades vendidas em 2022 terá, em relação ao número de unidades previstas, uma queda de

 

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2863430 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Um mesmo trajeto de n quilômetros, da cidade A para a cidade B, está sendo percorrido pelos veículos de David e de Tomás. Sabe-se que David fez uma parada após percorrer !$ dfrac {1} {4} !$ do trajeto total, que Tomás também fez uma parada após percorrer !$ dfrac {2} {5} !$ do trajeto total e que, quando pararam, eles já haviam percorrido, juntos, 117 km.

Desse modo, é correto afirmar que, para completar o trajeto programado até a cidade B, Tomás deverá percorrer mais

 

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2863429 Ano: 2022
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Em um posto de combustíveis, constata-se que o preço por litro de gasolina mais o preço por litro de etanol é igual a R$ 12,46, e que a diferença entre os preços por litro da gasolina e do etanol, nessa ordem, é de R$ 1,78.

Nessas condições, um consumidor que abastecer seu carro com 20 litros de gasolina, nesse posto, irá pagar um total de

 

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2863428 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país. E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários. São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase está redigida em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal e nominal.

 

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2863427 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país. E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários. São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que todas as palavras extraídas do texto são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.

 

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2863426 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país. E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários. São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o emprego da vírgula na frase escrita a partir do texto está em conformidade com a norma-padrão de pontuação.

 

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2863425 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país. E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários. São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

A expressão destacada na frase – ... ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem... – exprime, em sentido

 

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2863424 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.(a)

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país.(b) E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio(c) dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários.(d) São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional(e) de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

No contexto, expressa a ideia de possibilidade a forma verbal destacada em:

 

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2863423 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Fernandópolis-SP
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Cobrança de mensalidade em universidade pública poderia vir pelo IR

No Brasil, certas discussões são eternas. Nesse rol, está a cobrança de mensalidades em universidades públicas. Sou a favor da cobrança, mas não creio que a verei em vida. Faz parte dos assuntos que se tornaram tão ideologizados que o debate fica travado. Às vezes, nessas situações, reapresentar a ideia sob uma nova roupagem pode derrubar as resistências. Dizem que a essência da diplomacia é encontrar novos “frames” (enquadramentos) para problemas velhos.

Acho que há um mecanismo desses para a questão das universidades.

A meu ver a cobrança seria justa, porque o título universitário costuma conferir a seu detentor um significativo aumento de renda. Médicos e engenheiros ganham entre 15 e 20 vezes mais do que a mediana salarial do país. E isso ao longo de toda a vida laboral. Usar dinheiro dos impostos para financiar a formação desses profissionais configura um indefensável subsídio dos mais pobres para os mais ricos.

Daí não decorre que introduzir as mensalidades seja simples. Muitos alunos não têm condições de pagar. Criar uma burocracia universitária encarregada de descobrir quem pode parece péssima ideia. E universidades públicas costumam fazer pesquisa e manter hospitais universitários. São atividades caras, de modo que as mensalidades cobririam só parte do orçamento. Para muitos, nem vale a pena gastar energia com a cobrança.

Uma fórmula para superar esses impasses é trocar a cobrança durante o curso por um compromisso futuro. Pessoas que tenham cursado universidades públicas se comprometeriam a pagar, durante um tempo, um adicional de Imposto de Renda (IR) para ressarcir o erário. A vantagem desse sistema é que ele dispensa o exercício quase metafísico de separar os que podem dos que não podem e é adoravelmente progressivo. Ele pegaria só os estudantes que viessem a experimentar sucesso profissional a ponto de pagar IR.

(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/ 2022/06/ cobranca

-de- mensalidade-em-universidade-publica-poderia- -vir-pelo-ir.shtml. 14.06.2022. Adaptado)

Ao assumir uma posição quanto à cobrança nas universidades públicas, o autor o faz sob o argumento de que

 

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