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Foram encontradas 160 questões.

231368 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

Há quem diga que a maré de desempregos que está a assolar a maioria dos países é fenômeno de média duração, efeito de uma produção industrial que se informatiza e se globaliza cada vez mais. Com o tempo (prosseguem as mesmas vozes) tudo se ajusta: os trabalhadores se adaptam e se especializam, o mercado desbasta suas anomalias e as economias se tornam mais estáveis.

Tal raciocínio - ainda que estivesse correto - não leva em conta a emergência das necessidades vitais dos trabalhadores, esses seres impacientes que teimam em se alimentar a cada dia, nunca se conformando ao ritmo e à lógica dos processos econômicos... Mas sequer está correto o raciocínio: a lógica da produção não se inclina para o real equilíbrio de uma sociedade, e a prova disso é o mundo torto em que vivemos. Se a informatização e a globalização viessem para servir os homens, sobretudo os que verdadeiramente criam riquezas com seu trabalho, haveriam de respeitá-los a cada passo e de se adaptar, elas, às condições humanas, e não o contrário.

Nos dias ultra-amargos da Segunda Guerra Mundial, lamentava o poeta Carlos Drummond de Andrade:

À sombra do mundo errado

murmuraste um protesto tímido.

Mas virão outros.

Aquela guerra acabou, mas o "mundo errado" continua cada vez mais difícil de mudar, poeta; não o abalam nem mesmo as tantas e altas vozes da crescente multidão de excluídos. Os senhores do império planetário talvez se convençam da fragilidade da Iógica" do processo quando já não houver quem possa se interessar pela massa de tão miraculosa produção.

Marque a alternativa CORRETA.

Analise o fragmento: "Há quem diga que a maré de desempregos que está a assolar a maioria dos países é fenômeno de média duração ."

É variante aceita pela norma culta a seguinte versão:

 

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231365 Ano: 2000
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

MARAVILLAS DE LA VOLUNTAD

A Ias tres en punto don Pedro Ilegaba a nuestra mesa, saludaba a cada uno de los concurrentes, pronunciaba para sí unas frases indescifrables y silenciosamente tomaba asiento. Pedía una taza de café, encendía un cigarrillo, escuchaba Ia plática, bebía a sorbos su tacita, pagaba a Ia mesera, tornaba su sombrero, recogía su portafolio, nos daba Ias buenas tardes y se marchaba. Y así todos los días.

¿Qué decía Pedro al sentarse y al levantarse, con cara seria y ojos duros? Decía:

- Ojalá te mueras.

Don Pedro repetia muchas veces al día esa frase. Al levantarse, al terminar su tocado matinal, al entrar o salir de casa - a Ias ocho, a Ia una, a Ias dos y media, a Ias siete y cuarto - , en el café, en Ia oficina, antes y después de cada comida, al acostarse cada noche. La repetía entre dientes o en voz alta; a solas o en compañía. A veces sólo con Ios ojos. Siempre con todo el alma.

Nadie sabía contra quién dirigía aquellas palabras. Todos ignoraban el origen de aquel odio. Cuando se quería ahondar en el asunto, don Pedro movía Ia cabeza con desdén y callaba, modesto. Quizá era un odio sin causa, un odio puro. Pero aquel sentimiento lo alimentaba, daba seriedad a su vida, majestad a sus años. Vestido de negro, parecía Ilevar luto de antemano por su condenado.

Una tarde don Pedro llegó más grave que de costumbre. Se sentó con lentitud y en el centro mismo del silencio que se hizo ante su presencia, dejó caer con simplicidad estas palabras:

- Ya lo maté.

¿ A quién y cómo? Algunos sonrieron queriendo tomar Ia cosa a broma. La mirada de don Pedro los detuvo. Todos nos sentimos incómodos. Era cierto, allí se sentía el hueco de Ia muerte. Lentamente se dispersó el grupo. Don Pedro se quedó solo, más serio que nunca, un poco lacio, como un astro quemado ya, pero tranquilo, sin remordimientos.

No volvió al día siguiente. Nunca más volvió. ¿Murió? Acaso le faltó ese odio vivificador. Tal vez vive aún y ahora odia a otro. Reviso mis acciones. Y te aconsejo que hagas lo mismo con Ias tuyas, no vaya a ser que hayas incurrido en Ia cólera paciente, obstinada, de esos pequeños ojos miopes. ¿Has pensado alguna vez cuántos - acaso muy cercanos a ti - te miran con los mismos ojos de don Pedro?

De acuerdo con el texto, responda a la pregunta.

La idea principal del texto es

 

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231363 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

Marque a alternativa CORRETA.

A concordância nominal se faz de forma inadequada, considerando a norma culta da língua:

 

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Assinale a alternativa CORRETA.

 

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231350 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

Marque a alternativa CORRETA.

Partindo dos sintagmas verbais, atribua valores contextuais a cada uma das proposições, considerando:

1 - Suposição.

2 - Realização.

3 - Volição.

( ) Creio que ele sabe mais falar do que ouvir.

( ) Acredito que, desta vez, ele fale menos.

( ) Desejo que ele ouça melhor as pessoas.

A seqüência correta é:

 

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231349 Ano: 2000
Disciplina: Português
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

Marque a alternativa CORRETA.

Observe as estruturas lingüísticas:

I - Teríeis sido atendido em teu propósito se tívésseis sido mais humilde em teus argumentos.

II - Espero que não sejas convencido a permanecer em seu ponto de vista.

III - Sê convincente em teus argumentos e terás deferido teu processo.

A correlação pronominal está correta APENAS em:

 

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231348 Ano: 2000
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

MARAVILLAS DE LA VOLUNTAD

A Ias tres en punto don Pedro Ilegaba a nuestra mesa, saludaba a cada uno de los concurrentes, pronunciaba para sí unas frases indescifrables y silenciosamente tomaba asiento. Pedía una taza de café, encendía un cigarrillo, escuchaba Ia plática, bebía a sorbos su tacita, pagaba a Ia mesera, tornaba su sombrero, recogía su portafolio, nos daba Ias buenas tardes y se marchaba. Y así todos los días.

¿Qué decía Pedro al sentarse y al levantarse, con cara seria y ojos duros? Decía:

- Ojalá te mueras.

Don Pedro repetia muchas veces al día esa frase. Al levantarse, al terminar su tocado matinal, al entrar o salir de casa - a Ias ocho, a Ia una, a Ias dos y media, a Ias siete y cuarto - , en el café, en Ia oficina, antes y después de cada comida, al acostarse cada noche. La repetía entre dientes o en voz alta; a solas o en compañía. A veces sólo con Ios ojos. Siempre con todo el alma.

Nadie sabía contra quién dirigía aquellas palabras. Todos ignoraban el origen de aquel odio. Cuando se quería ahondar en el asunto, don Pedro movía Ia cabeza con desdén y callaba, modesto. Quizá era un odio sin causa, un odio puro. Pero aquel sentimiento lo alimentaba, daba seriedad a su vida, majestad a sus años. Vestido de negro, parecía Ilevar luto de antemano por su condenado.

Una tarde don Pedro llegó más grave que de costumbre. Se sentó con lentitud y en el centro mismo del silencio que se hizo ante su presencia, dejó caer con simplicidad estas palabras:

- Ya lo maté.

¿ A quién y cómo? Algunos sonrieron queriendo tomar Ia cosa a broma. La mirada de don Pedro los detuvo. Todos nos sentimos incómodos. Era cierto, allí se sentía el hueco de Ia muerte. Lentamente se dispersó el grupo. Don Pedro se quedó solo, más serio que nunca, un poco lacio, como un astro quemado ya, pero tranquilo, sin remordimientos.

No volvió al día siguiente. Nunca más volvió. ¿Murió? Acaso le faltó ese odio vivificador. Tal vez vive aún y ahora odia a otro. Reviso mis acciones. Y te aconsejo que hagas lo mismo con Ias tuyas, no vaya a ser que hayas incurrido en Ia cólera paciente, obstinada, de esos pequeños ojos miopes. ¿Has pensado alguna vez cuántos - acaso muy cercanos a ti - te miran con los mismos ojos de don Pedro?

De acuerdo con el texto, responda a la pregunta.

La oración : "Ojalá te mueras" está en el modo de Presente del Subjuntivo, segunda persona informal. El modo Imperativo para Ia misma oración es

 

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Assinale a alternativa CORRETA.

Faça a associação:

1 - atribuição da Mesa da Câmara dos Deputados.

2 - atribuição do Presidente da Câmara dos Deputados.

( ) conferir a membros da Mesa atribuições ou encargos referentes aos serviços legislativos e administrativos da Casa.

( ) zelar pelo prestígio e decoro da Câmara dos Deputados, bem como dignidade e respeito às prerrogativas constitucionais de seus membros, em todo o território nacional.

( ) fixar, no início da primeira e da terceira sessões legislativas da legislatura ouvido o Colégio de Líderes, o número de Deputados por Partido ou Bloco Parlamentar em cada Comissão Permanente.

( ) promulgar as resoluções da Câmara dos Deputados.

( ) apreciar e encaminhar pedidos escritos de informação a Ministros de Estado, nos termos do art. 50, § 22 da Constituição Federal.

 

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231337 Ano: 2000
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

Assinale a alternativa CORRETA.

Considerando os enunciados pertinentes aos direitos fundamentais:

I - As disposições da Constituição Federal de 1988 relativas à associação profissional ou sindical são extensivas aos sindicatos rurais, colônias de pescadores, associações de produtores, cooperativas de garimpeiros e artesãos, atendidas as condições que a lei estabelecer.

II - É assegurado o direito de greve aos trabalhadores em geral, que o exercerão nos termos e nos limites definidos em lei.

III - Representantes dos trabalhadores e empregadores e da sociedade civil têm direito de integrar os colegiados dos órgãos públicos reguladores das atividades de cada setor.

IV - Aos naturais de países de língua portuguesa, com residência permanente, serão atribuídos os direitos inerentes aos brasileiros naturalizados, salvo os casos previstos na Constituição Federal de 1988 e desde que haja reciprocidade em favor dos brasileiros.

V - Entre os cargos privativos de brasileiro nato estão os da magistratura, do Ministério Público e das carreiras diplomática e militar.

Pode-se afirmar que:

 

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231334 Ano: 2000
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CEFOR
Orgão: Câm. Deputados

EDUCATION AND TECHNOLOGY

Will the information-rich get richer and the information-poor get poorer? Will the divide shrink, or expand?. lt is gratifying to observe that vast numbers of grassroots efforts are being made on behalf of children by educational activists who, against all odds, are dotting the planet with experiments in computer- and Net-based learning.

Yet education offers a paradox. Developing countries look longingly at developed nations, with an eye toward copying their education systems. The sad truth, however, is that the Western notion of school stems from an industrial age in which the intellect of children is manufactured like Fords: instruction is a serial, repetitive process driven by strict norms of curriculum and age. lt has been pointed out, however, that such schools are an extreme form of age segregation. Six-year olds study with 6-year-olds, until next year, when they study with 7-year-olds. Age integration is a fundamental change we need to consider as part of revisiting the concept of school.

One-room schools are often believed to be a sad consequence of poverty. But instead of a problem, they may be a solution. These schools, which may make up as many as half the number of primary schools on the planet, are driven by the principle that young children should learn as close to home as possible. The result is an educational environment that is small, local, personal, and age-integrated and one that potentially provides a much richer lerning experience than larger schools in urban environments.

A problem identified in the text is that in the education systems of developed countries,

 

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