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Pela Lei Municipal Complementar nº 101/09, as disposições normativas serão redigidas com clareza, observada, para esse propósito, entre outras, uma das seguintes normas:
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Fora de Tom
Há pessoas incapazes de falar em tom civilizado. Já fiz uma longa viagem de ônibus durante a qual uma senhora conversava ao celular. Todos os passageiros foram informados de sua briga com a filha, da vizinha que deu em cima de seu marido e de outros detalhes de seu dia- a- dia. O celular virou uma praga, convenhamos. Tornou-se normal expor a intimidade em voz alta na frente de qualquer um. E no elevador? Dia desses, entre vinte andares, duas amigas atualizaram suas vidas e as alheias em bom som. Constrangidos, eu e os outros passageiros fingíamos não ouvir. Foi um alívio descer.
A certos bares as pessoas vão para se divertir, e não existe motivo para obrigá-las a diminuir o tom. Mas, quando se sai para comer fora, o ideal é ouvir apenas quem está a sua frente, jamais o cliente do outro lado do salão. Piores são as com crianças. Algumas, ainda pequenas, se tornam "donas" das famílias. Berram, exigem o que querem. Boa parte dos pais age como se todo o restaurante fosse obrigado a suportá-las. No máximo a mãe pede em voz tímida:
- Fica quietinho agora!
- Mas eu quero, eu quero! - grita a criança;
Um famoso ator viajou na ponte aérea. A seu lado veio uma jovem atriz, interessada em um papel no musical que ele ensaiava. Apresentou-se. Ele sorriu, por educação. Ela descreveu seus talentos. Ele continuou com o sorriso atarraxado. Animadíssima, ela quis demonstrar seus dotes musicais. E todos os passageiros voaram ao som da voz desafinadíssima, canção após canção. Adivinhem se conquistou o papel?
Há poucos meses, no cinema, dois adolescentes conversavam em voz alta sobre cada cena. Fiz "shhhhh". Eles são se importaram. Outras pessoas me imitaram: " Shhhhh". No fim, os pedidos de silêncio faziam mais ruído que as vozes. Um deles comentou:
- Ih, estão reclamando....
E continuou a falar!
Essas atitudes são um desrespeito à outra pessoa, a quem está no mesmo espaço que nós e tenta conversar, ler, ver um filme em paz. Cultivar o tom de voz é uma qualidade que muita gente esqueceu.
Fico feliz quando entro em uma avião, onde os celulares (ainda.) são proibidos. Já imaginaram uma viagem internacional como todos os passageiros falando ao mesmo tempo, um mais alto que o outro?
( Walcyr Carrasco, veja São Paulo, 07.10.2009. Adaptado
Considere os trechos.
Tornou-se normal expor a intimidade em voz alta na frente de qualquer um.
... duas amigas atualizaram suas vidas e as alheias em bom som.
Assinale a alternativa em que os termos em destaque estão, correta e respectivamente, substituídos pelos pronomes
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No Sistema Operacional Windows XP, o programa Gerenciador de Arquivos que permite manipular pastas e arquivos das unidades de armazenamentos é denominado
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Desde o tempo em que andava de patinete (mas não me lembro de ter andado de patinete.), ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Que o trânsito só vai ter solução quando as pessoas deixarem o carro em casa. Depois de crescido, tornei-me um daqueles que não vão a pé nem para comprar pão na padaria da esquina (mas não costume ir à padaria.) Percebi logo a vantagem imensa de andar de carro, mesmo num congestionamento: é a sensação de privacidade, de proteção, o que mais me prende ao uso do automóvel. " Nunca saí de casa sem ter levado porrada", disse o escritor Pedro Nava, num momento de amargura. Embora isso também aconteça com quem dirija, há um pouco mais de segurança dentro de nossa armadura individual, feita de ferro e borracha sobre rodas. Gosto mais do carro do que outros meios de transporte.
Antigamente, o status social se media pelo comprimento dos automóveis: limusines, "Galaxies", rabos de peixe. Hoje, talvez com mais coerência, o status se mede pela altura. Pajeros, Land Rovers e coisas parecidas circulam pelo asfalto das cidades, como se desbravassem amazônias já desmatadas. Alguém, que não consigo ver, me ignora do alto da cabine. E me impede de ver, também, se o sinal lá na frente mudou de cor, se há algum carro enguiçado na esquina.
Tanques, caminhões ou carros blindados, não importa: há como que uma ruralização, que também é uma militarização visual da nossa vida urbana. Os carros já tinham prioridade sobre o pedestre. De uns tempos para cá, o cenário das cidades vai deixando de ter até aparência civil. Para diferenciar-se do motoqueiro plebeu, os pilotos de Harley Davidson e outras máquinas usam capacetes da Segunda Guerra, Jovens, mesmo os mais pacíficos, aderiram aos coturnos e se cobrem com rebites de metal. São os manobristas e os seguranças quem mais parecem seguir o figurino clássico (paletó e gravata.) do cidadão "de bem". Esqueci-me dos políticos, mas vá lá. Muitos burgueses- no velho sentido de "habitantes do burgo" - vestem-se hoje como lenhadores ou sitiantes.
Leio agora que a prefeitura pretende proibir o estacionamento na maior parte das ruas do chamado "centro expandido". Aprovo a medida, como um fumante que torcesse pela proibição do cigarro nos restaurantes. Sou viciado em andar de carro e sei do pequeno efeito das campanhas de cidadania sobre mim. Convenci-me de que o mero estímulo ao transporte coletivo (mesmo se fosse facílimo e de boa qualidade.) não mudaria a atitude das pessoas como eu. Não é que o transporte público deva melhorar apenas. A vida de quem recorre ao transporte individual é que vai ter de piorar (ainda mais) para que um bom número de automóveis fique na garagem. Eis, aliás, um fenômeno que comprova as velhas leis da oferta e da procura, assim como a crença liberal na "mão invisível do mercado": conheço pessoas que já desistiram de ter carro em São Paulo. Adaptam a vida a uma área menor da cidade, andam a pé, pedem caronas aprendem o trajeto de um ônibus e o caminho das melhores calçadas. Num passe de mágica, o inferno do trânsito deixou de lhes dizer grande respeito. Invejo-os, como um drogado que admira os recuperados do seu vício.
Tenho esperança na proibição do estacionamento nas ruas de São Paulo - mais justa, aliás, que a ideia do pedágio urbano. Não porque vá melhorar o trânsito, mas porque tornará mais cara e difícil a vida do motorista. Também torço pela derrubada do minhocão. Quem sabe um trenzinho silencioso, entre canteiros verdes, recompensasse com beleza a vida dos que moram com o nariz naquele elevado? A medida pioraria o trânsito? Bem provável que sim. Mas talvez o trânsito deva mesmo ser piorado. Quem sabe é dose que me fala para abandonar o vício.
( Marcelo Coelho, Folha de S. Paulo, 26.05.2010. Adaptado)
(...) ouço a teoria de que é preciso estimular o transporte coletivo. Nesse trecho, substituindo-se o verbo estimular por usar, obtém-se, de acordo com as regras de regência, a seguinte frase:
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Joel foi contratado para vender um tipo de notebook, cujo preço unitário é de R$1.800,00. Por mês, eles recebe uma quantia fixa de R$ 600,00. Para além desse valor, recebe ainda uma comissão de 10 % do preço de cada notebook vendido. Para receber, num mês, exatamente R$ 4.200,00, o número de notebooks que ele deverá vender é
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Fora de Tom
Há pessoas incapazes de falar em tom civilizado. Já fiz uma longa viagem de ônibus durante a qual uma senhora conversava ao celular. Todos os passageiros foram informados de sua briga com a filha, da vizinha que deu em cima de seu marido e de outros detalhes de seu dia- a- dia. O celular virou uma praga, convenhamos. Tornou-se normal expor a intimidade em voz alta na frente de qualquer um. E no elevador? Dia desses, entre vinte andares, duas amigas atualizaram suas vidas e as alheias em bom som. Constrangidos, eu e os outros passageiros fingíamos não ouvir. Foi um alívio descer.
A certos bares as pessoas vão para se divertir, e não existe motivo para obrigá-las a diminuir o tom. Mas, quando se sai para comer fora, o ideal é ouvir apenas quem está a sua frente, jamais o cliente do outro lado do salão. Piores são as com crianças. Algumas, ainda pequenas, se tornam "donas" das famílias. Berram, exigem o que querem. Boa parte dos pais age como se todo o restaurante fosse obrigado a suportá-las. No máximo a mãe pede em voz tímida:
- Fica quietinho agora!
- Mas eu quero, eu quero! - grita a criança;
Um famoso ator viajou na ponte aérea. A seu lado veio uma jovem atriz, interessada em um papel no musical que ele ensaiava. Apresentou-se. Ele sorriu, por educação. Ela descreveu seus talentos. Ele continuou com o sorriso atarraxado. Animadíssima, ela quis demonstrar seus dotes musicais. E todos os passageiros voaram ao som da voz desafinadíssima, canção após canção. Adivinhem se conquistou o papel?
Há poucos meses, no cinema, dois adolescentes conversavam em voz alta sobre cada cena. Fiz "shhhhh". Eles são se importaram. Outras pessoas me imitaram: " Shhhhh". No fim, os pedidos de silêncio faziam mais ruído que as vozes. Um deles comentou:
- Ih, estão reclamando....
E continuou a falar!
Essas atitudes são um desrespeito à outra pessoa, a quem está no mesmo espaço que nós e tenta conversar, ler, ver um filme em paz. Cultivar o tom de voz é uma qualidade que muita gente esqueceu.
Fico feliz quando entro em uma avião, onde os celulares (ainda.) são proibidos. Já imaginaram uma viagem internacional como todos os passageiros falando ao mesmo tempo, um mais alto que o outro?
( Walcyr Carrasco, veja São Paulo, 07.10.2009. Adaptado)
De acordo com o texto, é correto afirmar que
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Observe os termos que formam formatados no Word 2003, em sua configuração original.
I. Saneamento básico no Brasil
II. 

III. Retrato digital do Brasil Moderno
IV. Água e luz
V. Dívida pública
Assinale a alternativa cujo(s) termo(s) está(ão) formatado(s) com efeito sobrescrito ou formatado(s) com efeito tachado (simples, duplo ou triplo).
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Para responder á questão, leia a tirinha da cartunista Ciça, em que a formiga maior representa os políticos, e a menor, os eleitores.

(Ciça, Pagando o pato, L &PM Pocket)
Interpretando a tirinha, conclui-se que aos políticos interessa um eleitor que
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Considere o texto.
Se um trabalhador for exposto continuamente a níveis de pressão sonora elevados, pode perder a audição. É um grande prejuízo, visto que essa circunstância afeta a integração social e interfere na qualidade de vida do indivíduo. Para que essa situação não ocorra, é necessário não só realizar os exames audiológicos previstos por lei, mas também adaptar o ambiente de trabalho a condições que preservem a saúde de todos.
As conjunções em destaque estabelecem entre as ideias do texto, correta e respectivamente, as relações de
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Uma pessoa faz caminhada em um percurso hexagonal com as medidas indicadas na figura.

Lembrando que 1 Km é igual a 1 000 m, menor número de voltas completas que essa pessoa precisará caminhar para ter percorrido mais que 1 Km é igual a
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