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"Comissão Europeia dá aval para imposto sobre transações financeiras. A Comissão Europeia (braço executivo da União Europeia) deu aval nesta terça-feira para a criação do imposto sobre transações financeiras, que era pedida por dez países europeus como alternativa para aumentar a arrecadação em meio à crise econômica." (Fonte: Portal Folha UOL, 23.10.2012). Em atenção à reportagem e às discussões sobre o assunto, NÃO é correto afirmar:
 

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Durante a edição de um documento de texto no Microsoft Word 2007, algumas palavras aparecem sublinhadas em vermelho e algumas frases são sublinhadas em verde. Essas marcações correspondem, respectivamente, a:
 

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lobo em pele de cordeiro.
Muitas vezes há alguma confusão entre a pessoa de fato bondosa e aquela que recorre à manipulação disfarçada de simpatia e altruísmo para conseguir o que pretende. A diferença, porém, é clara: enquanto os realmente bons usam o alto poder de empatia para colocar-se no lugar do outro, sensibilizando-se com seu sofrimento, sem tirar vantagem dessa capacidade, os Ubonzinhos" geralmente primam pela bajulação e cortesia excessiva, que beiram o servilismo, e, não raro, pelo constante enaltecimento das próprias qualidades. Nesse último caso, como a pessoa não visa realmente ao bem alheio, mas o próprio, mais cedo ou mais tarde "mandará a conta" por sua dedicação de maneira explicita ou dissimulada. fazendo chantagem emocional. por exemplo - ainda que não tenha consciência de que faz isso.
Não raro, o bonzinho cultiva intimamente a fantasia de onipotência: acredita ser tão poderoso que se expressasse uma crftica poderia simplesmente aniquilar o opositor. Em sua arrogância, "poupa" o outro e recorre aos recursos que aprendeu a manejar para seduzir o interlocutor. Há, porém, o outro lado dessa moeda: a pessoa tem tanta certeza da própria fragilidade que termina por se acovardar. Acreditando-se muito vulnerável, evita a qualquer preço ser alvo de críticas (que considera ataques profundamente destrutivos). O comportamento é o mesmo - voz aveludada, muitos sorrisos, palavras elogiosas e, dependendo da situação, olhar desprotegido -, mas a crença que o embasa é outra.
Nesses dois funcionamentos (que ocasionalmente se alternam), a pessoa tende a se colocar repetidamente em situações nas quais se sente explorada. E entra em um circulo vicioso para obter o que deseja. Aparentemente inofensivas, na ânsia desesperada de esconder a própria agressividade e/ou fraqueza, essas pessoas podem trazer grande infelicidade para si mesmas e para aqueles com quem convivem. E, eventualmente, a generosidade e o altruísmo correm o risco de ficar sufocados em meio a jogos de sedução e tentativas de obter aprovação.
Na clínica psicanalítica, pacientes com esse perfil apresentam avanços quando começam a se mostrar capazes de fazer pequenas críticas (não raro disfarçadas) ao próprio analista ou ao setting. Cabe então ao profissional suportar os ataques por meio da continuidade do trabalho, assegurando ao paciente que sua suposta capacidade de aniquilação não é tão grande quanto supunha. já que o psicanalista sobrevive a ela. Se por um lado essa constatação é um golpe na arrogância narcísica do paciente, por outro é um alivio capaz de abrir espaço para comportamentos menos estereotipados, elaborações e amadurecimento.
Fonte: Mente Cérebro. Ed. Outubro, 2012. p. 48.
Em um dos fragmentos reescrito houve falha semântica ou agressão à norma padrão. Marque a alternativa em que isso ocorre:
 

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A região de fuso horário ativa no Windows XP pode ser configurada na(s):
 

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Ao clicar duas vezes na divisão entre as colunas A e B na barra de títulos do Microsoft Excel 2007:
 

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O Município reger-se-á por lei orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de dez dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princlpios estabelecidos na Constituição da República, na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos:

I - inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões, palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município;

II - cooperação das associações representativas no planejamento municipal;

III - iniciativa popular de projetos de lei de interesse especifico do Município, da cidade ou de bairros, através de manifestação de, pelo menos, dez por cento do eleitorado;

IV - proibições e incompatibilidades, no exerclcio da vereança, similares, no que couber, ao disposto na Constituição da República para os membros do Congresso Nacional e na Constituição do respectivo Estado para os membros da Assembléia legislativa.

Após a leitura dos itens, pode-se afirmar que estão CORRETOS apenas os itens:

 

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"Cai a mortalidade feminina no Pará. Mas a queda de 3,2% nos últimos dez anos está abaixo da média nacional (...) Os dados integram os estudos do Saúde Brasil (edição 2011), pUblicação do Ministério da Saúde." (Fonte: Portal ORM, 23.10.2012). A respeito do assunto, analise as afirmativas seguintes e marque a única INCORRETA:

 

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lobo em pele de cordeiro.
Muitas vezes há alguma confusão entre a pessoa de fato bondosa e aquela que recorre à manipulação disfarçada de simpatia e altruísmo para conseguir o que pretende. A diferença, porém, é clara: enquanto os realmente bons usam o alto poder de empatia para colocar-se no lugar do outro, sensibilizando-se com seu sofrimento, sem tirar vantagem dessa capacidade, os Ubonzinhos" geralmente primam pela bajulação e cortesia excessiva, que beiram o servilismo, e, não raro, pelo constante enaltecimento das próprias qualidades. Nesse último caso, como a pessoa não visa realmente ao bem alheio, mas o próprio, mais cedo ou mais tarde "mandará a conta" por sua dedicação de maneira explicita ou dissimulada. fazendo chantagem emocional. por exemplo - ainda que não tenha consciência de que faz isso.
Não raro, o bonzinho cultiva intimamente a fantasia de onipotência: acredita ser tão poderoso que se expressasse uma crftica poderia simplesmente aniquilar o opositor. Em sua arrogância, "poupa" o outro e recorre aos recursos que aprendeu a manejar para seduzir o interlocutor. Há, porém, o outro lado dessa moeda: a pessoa tem tanta certeza da própria fragilidade que termina por se acovardar. Acreditando-se muito vulnerável, evita a qualquer preço ser alvo de críticas (que considera ataques profundamente destrutivos). O comportamento é o mesmo - voz aveludada, muitos sorrisos, palavras elogiosas e, dependendo da situação, olhar desprotegido -, mas a crença que o embasa é outra.
Nesses dois funcionamentos (que ocasionalmente se alternam), a pessoa tende a se colocar repetidamente em situações nas quais se sente explorada. E entra em um circulo vicioso para obter o que deseja. Aparentemente inofensivas, na ânsia desesperada de esconder a própria agressividade e/ou fraqueza, essas pessoas podem trazer grande infelicidade para si mesmas e para aqueles com quem convivem. E, eventualmente, a generosidade e o altruísmo correm o risco de ficar sufocados em meio a jogos de sedução e tentativas de obter aprovação.
Na clínica psicanalítica, pacientes com esse perfil apresentam avanços quando começam a se mostrar capazes de fazer pequenas críticas (não raro disfarçadas) ao próprio analista ou ao setting. Cabe então ao profissional suportar os ataques por meio da continuidade do trabalho, assegurando ao paciente que sua suposta capacidade de aniquilação não é tão grande quanto supunha. já que o psicanalista sobrevive a ela. Se por um lado essa constatação é um golpe na arrogância narcísica do paciente, por outro é um alivio capaz de abrir espaço para comportamentos menos estereotipados, elaborações e amadurecimento.
Fonte: Mente Cérebro. Ed. Outubro, 2012. p. 48.
A intertextualidade e a polifonia são recursos presentes no texto, exemplificados em:
 

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Marketing Revolucionário
Os protestos que tomaram o planeta têm um ponto em comum: táticas de publicidade para atrair simpatizantes.
Quando o Greenpeace descobriu que o papel das embalagens da Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, vinha de uma empresa que destrói as florestas tropícais da Indonésia, fez uma novela em que o Ken rompe com a Barbie. "Não vou namorar uma garota que contríbui com o desmatamento", dizia o brinquedo em junho deste ano. O fim do relacionamento foi encenado nas ruas de várias cidades ao mesmo tempo e em filmes de animação. Meninas que brincaram de Barbie na infância não resistiram e espalharam os links com os vídeos da ação no Facebook e no Twitter. Resultado: a Mattel mudou seu fornecedor de papel. Para o estrategista de mídias sociais do Greenpeace, Chris Eaton, o sucesso da campanha tem uma explicação: o bom humor. "Tem que ser divertido. Quando é uma piada, as pessoas querem passar adiante", diz o americano.
O movimento Occupy, que tomou o mundo, é outro exemplo de como o humor invadiu o mundo dos protestos. O movimento começou com cerca de 100 pessoas acampando perto de Wall Street, o centro financeiro de Nova York, em 17 de setembro. As demandas do grupo são várias - mais controle sobre o mercado financeiro, fim das guerras, legalização da maconha... No fundo, são exigências parecidas com as dos movimentos de esquerda que tomaram Paris (e depois o mundo) em 1968. Quase meio século de distância e tudo igual, certo? Errado. Existe um elemento hoje que você não encontrava nas ruas de Paris: o humor.
A comparação dos principais slogans já ajuda a ver semelhanças e diferenças. Enquanto a turma de maio de 1968 pichava nos muros que "Nós somos o povo", direto, sem metáforas, a de setembro de 2011 diz que somos "os 99%" (o 1%, no caso, seria a elite de "privilegiados" - banqueiros, altos executivos e cia. A idéia por trás de cada slogan é a mesma, mas o de 2011 tem um novo tempero. O pôster mais famoso de 1968, por exemplo, era um punho fechado acompanhado da frase "A luta contínua". Já a cara do Occupy é a máscara de Guy de Faux, o herói antiestablishment que ficou famoso com o filme V de Vingança. Uma cara de Hollywood, que deixou a causa bem mais pop. Nos cartazes, pouco de "A luta contínua" ou "Morte aos burgueses", e muito de "Está entediado? Venha protestar com a gente. É legal" ou "Ocupa a Tundra". Pois é: fazer piada com o próprio movimento também vale. Afinal, os manifestantes do século 21 aprendem que a boa mensagem não é a palavra de ordem nua e crua.
O poder da brincadeira é tão grande que às vezes ela não precisa nem ser uma causa de verdade para que as pessoas queiram aderir, como aconteceu no caso do "churrascão da gente diferenciada". Os jornais de São Paulo já cobriam a polêmica sobre a localização de uma estação de metrô no bairro de Higienópolis, de classe média alta, quando um morador queixou-se de que uma estação desvalorizada a região ao facilitar a chegada de uma "gente diferenciada". Um rapaz aproveitou a deixa e marcou o evento no Facebook. Era para ser apenas uma piada, só que em poucos dias mais de 50 mil pessoas confirmaram presença. Com medo, o autor da brincadeira desmarcou o evento, mas era tarde. A piada já tinha virado uma manifestação de verdade, e mais de 600 pessoas se reuniram no coração de Higienópolis para tornar cerveja e comer carne grelhada. É claro que o sucesso de um movimento político depende de outros ingredientes, como identificação com o público e planejamento. Mas, sem verve publicitária, sem algum humor, um #ocuppy da vida não chega aos trending topics do Twitter - e sem chegar lá primeiro a causa não chega a lugar nenhum.
Fonte: SUPERINTERESSANTE, dezembro de 2011. Adaptado.
Houve classificação indevida da figura de linguagem na alternativa:
 

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Marketing Revolucionário
Os protestos que tomaram o planeta têm um ponto em comum: táticas de publicidade para atrair simpatizantes.
Quando o Greenpeace descobriu que o papel das embalagens da Mattel, maior fabricante de brinquedos do mundo, vinha de uma empresa que destrói as florestas tropícais da Indonésia, fez uma novela em que o Ken rompe com a Barbie. "Não vou namorar uma garota que contríbui com o desmatamento", dizia o brinquedo em junho deste ano. O fim do relacionamento foi encenado nas ruas de várias cidades ao mesmo tempo e em filmes de animação. Meninas que brincaram de Barbie na infância não resistiram e espalharam os links com os vídeos da ação no Facebook e no Twitter. Resultado: a Mattel mudou seu fornecedor de papel. Para o estrategista de mídias sociais do Greenpeace, Chris Eaton, o sucesso da campanha tem uma explicação: o bom humor. "Tem que ser divertido. Quando é uma piada, as pessoas querem passar adiante", diz o americano.
O movimento Occupy, que tomou o mundo, é outro exemplo de como o humor invadiu o mundo dos protestos. O movimento começou com cerca de 100 pessoas acampando perto de Wall Street, o centro financeiro de Nova York, em 17 de setembro. As demandas do grupo são várias - mais controle sobre o mercado financeiro, fim das guerras, legalização da maconha... No fundo, são exigências parecidas com as dos movimentos de esquerda que tomaram Paris (e depois o mundo) em 1968. Quase meio século de distância e tudo igual, certo? Errado. Existe um elemento hoje que você não encontrava nas ruas de Paris: o humor.
A comparação dos principais slogans já ajuda a ver semelhanças e diferenças. Enquanto a turma de maio de 1968 pichava nos muros que "Nós somos o povo", direto, sem metáforas, a de setembro de 2011 diz que somos "os 99%" (o 1%, no caso, seria a elite de "privilegiados" - banqueiros, altos executivos e cia. A idéia por trás de cada slogan é a mesma, mas o de 2011 tem um novo tempero. O pôster mais famoso de 1968, por exemplo, era um punho fechado acompanhado da frase "A luta contínua". Já a cara do Occupy é a máscara de Guy de Faux, o herói antiestablishment que ficou famoso com o filme V de Vingança. Uma cara de Hollywood, que deixou a causa bem mais pop. Nos cartazes, pouco de "A luta contínua" ou "Morte aos burgueses", e muito de "Está entediado? Venha protestar com a gente. É legal" ou "Ocupa a Tundra". Pois é: fazer piada com o próprio movimento também vale. Afinal, os manifestantes do século 21 aprendem que a boa mensagem não é a palavra de ordem nua e crua.
O poder da brincadeira é tão grande que às vezes ela não precisa nem ser uma causa de verdade para que as pessoas queiram aderir, como aconteceu no caso do "churrascão da gente diferenciada". Os jornais de São Paulo já cobriam a polêmica sobre a localização de uma estação de metrô no bairro de Higienópolis, de classe média alta, quando um morador queixou-se de que uma estação desvalorizada a região ao facilitar a chegada de uma "gente diferenciada". Um rapaz aproveitou a deixa e marcou o evento no Facebook. Era para ser apenas uma piada, só que em poucos dias mais de 50 mil pessoas confirmaram presença. Com medo, o autor da brincadeira desmarcou o evento, mas era tarde. A piada já tinha virado uma manifestação de verdade, e mais de 600 pessoas se reuniram no coração de Higienópolis para tornar cerveja e comer carne grelhada. É claro que o sucesso de um movimento político depende de outros ingredientes, como identificação com o público e planejamento. Mas, sem verve publicitária, sem algum humor, um #ocuppy da vida não chega aos trending topics do Twitter - e sem chegar lá primeiro a causa não chega a lugar nenhum.
Fonte: SUPERINTERESSANTE, dezembro de 2011. Adaptado.
"Um rapaz aproveitou a deixa e marcou o evento no Facebook.".
Sobre o fragmento, é CORRETO afirmar que:
 

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