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Mário, ciente de que um determinado lote
de terras pertencia a uma autarquia de Altinópolis e que
não possuía qualquer autorização para lá estar, invadiu o
imóvel (posse de má-fé). Durante o tempo em que lá
permaneceu, construiu uma luxuosa piscina (benfeitoria
voluptuária), consertou o telhado da casa já existente que
estava prestes a desabar (benfeitoria necessária) e ampliou
a garagem (benfeitoria útil). A autarquia pede a
reintegração de posse. Com base na letra do Código Civil
sobre os efeitos da posse:
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A Procuradoria do Município de
Altinópolis está revisando a regularidade de diversos
termos de permissão de uso de espaços públicos firmados
nos últimos meses. Em um dos casos, constatou-se que o
termo foi assinado diretamente por um jovem, sem
qualquer tipo de assistência ou representação legal por
parte de seus pais. Para emitir o parecer sobre a nulidade
ou anulabilidade do ato, o Procurador deve observar as
regras de capacidade civil. De acordo com a redação estrita
e em vigor do Código Civil, são considerados
absolutamente incapazes de exercer pessoalmente os atos
da vida civil:
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Uma família ocupou de forma mansa,
pacífica e ininterrupta, por exatos 20 (vinte) anos, um
terreno abandonado no centro de Altinópolis, que, segundo
o registro de imóveis, pertence ao próprio Município (bem
dominical). A família construiu no local sua residência e
agora ajuíza ação de usucapião, invocando o
preenchimento do tempo necessário estipulado no Código
Civil para a usucapião extraordinária. Com base no Código
Civil e na jurisprudência sumulada do Supremo Tribunal
Federal (STF):
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Carlos possui uma dívida civil líquida e
certa com o Município de Altinópolis (não tributária),
decorrente de uma indenização por danos a um veículo da
prefeitura. Faltando apenas um mês para a consumação do
prazo prescricional, Carlos envia um documento formal e
assinado à Procuradoria, reconhecendo expressamente a
dívida e pedindo parcelamento. Considerando as
disposições literais do Código Civil sobre a interrupção da
prescrição:
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A empresa "Construções Altinópolis
Ltda." firmou contrato com o Município, mas não entregou
a obra e encerrou suas atividades irregularmente. Em ação
de execução, a Procuradoria do Município descobre que os
sócios transferiram intencionalmente todo o maquinário e
o dinheiro da empresa para suas contas pessoais,
esvaziando o patrimônio da pessoa jurídica para fraudar
credores. O Município requer ao juiz a desconsideração da
personalidade jurídica. De acordo com a literalidade do
Código Civil (Art. 50) sobre o abuso da personalidade
jurídica:
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O Município de Altinópolis ajuíza
Execução Fiscal contra a pessoa jurídica "Beta Eventos
Ltda" para cobrança de tributos municipais. Ao tentar
realizar a citação, o Oficial de Justiça certifica que a
empresa não mais funciona no endereço fiscal cadastrado
e não comunicou qualquer mudança aos órgãos
competentes, estando o galpão abandonado. A
Procuradoria do Município solicita imediatamente o
redirecionamento da execução fiscal para o patrimônio do
sócio-gerente. Considerando a jurisprudência sumulada e
o regime da Responsabilidade Pessoal de Terceiros:
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No mês de janeiro do ano de 2018, o
Município de Altinópolis procedeu ao lançamento do
IPTU referente àquele exercício, remetendo o carnê de
pagamento para a residência de Marcos, com vencimento
em cota única para 10 de março de 2018. Marcos recebeu
o carnê, mas não realizou o pagamento. Com base nos
ditames do crédito tributário, bem como na jurisprudência
do STJ a respeito de decadência e prescrição:
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Durante auditoria fiscal realizada pelo
Município de Altinópolis, um contribuinte questiona a
natureza jurídica de determinada cobrança instituída por
lei municipal, alegando que se trata de uma multa
administrativa e não de tributo. Ao analisar o caso, a
Procuradoria Municipal recorda o conceito legal de tributo
previsto no Código Tributário Nacional.
De acordo com o art. 3º do CTN, tributo é definido como:
De acordo com o art. 3º do CTN, tributo é definido como:
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A empresa de comércio "X" adquiriu,
mediante contrato de trespasse, o fundo de comércio e as
instalações da empresa "Y" situadas no centro de
Altinópolis. Após a venda, a empresa "Y" encerrou
integralmente as suas atividades profissionais e
corporativas. Meses depois, a Prefeitura descobre passivos
tributários relativos a taxas e ISS não recolhidos pela
empresa "Y" em momento anterior à alienação. No que diz
respeito à responsabilidade tributária, a empresa "X"
(adquirente):
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João vendeu um lote urbano em
Altinópolis para Maria mediante um contrato de promessa
de compra e venda devidamente assinado, porém sem
registro no Cartório de Imóveis. Maria assumiu a posse
imediata do terreno. Dois anos depois, o IPTU do imóvel
não foi pago, e a Procuradoria do Município inicia a
cobrança judicial. Considerando a jurisprudência
pacificada do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o
sujeito passivo do IPTU:
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