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Foram encontradas 30 questões.

2252545 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Empresas bem estruturadas e gerenciadas adotam a filosofia do planejamento estratégico, por considerá-lo de importância fundamental para a longevidade de suas empresas. É uma das características do planejamento estratégico
 

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2252544 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
No quarto parágrafo, o conectivo logo poderia ser substituído por
por conseguinte.
entretanto.
depois.
 

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2252524 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Gilda de Castro acredita que muitos homens se consideram superiores às mulheres por
 

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2252522 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica(a).
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus(b). Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso(c).
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa(d). Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Sem desobedecer a uma regra de colocação, o pronome não poderia ser empregado após o verbo em
 

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2252518 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Um dos instrumentos legais de uso obrigatório por gestores de instituições públicas é a Lei de Diretrizes Orçamentárias, cuja finalidade principal é
 

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2252510 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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A CONTÍNUA LUTA DAS MULHERES POR SUA AUTONOMIA
A opressão masculina se mantém ainda hoje, mas as peculiaridades físicas não condicionam a superioridade dos homens, porque a dissonância nas relações de gênero resulta de modelos selecionados a partir de interpretações subjetivas sobre a realidade orgânica.
É claro que a maternidade interfere em atividades fora do ambiente doméstico. Ela não pode justificar, entretanto, discriminação de oportunidades e definição de metas reprodutivas mediante interesses político-econômicos dos poderosos. As mulheres querem equidade de direitos e deveres, embora sofram críticas pelo abandono do modelo tradicional de esposa/mãe. Insistem nisso porque sua história está pontilhada pela humilhação e expropriação inerentes à dominação econômica, política e simbólica.
A opressão masculina cresceu com a Revolução Agrícola, quando os homens perceberam a proeminência feminina no processo reprodutivo, pois suas esposas poderiam transformar filhos de outro homem em herdeiros de seu patrimônio. Criaram normas rígidas para cercear o movimento das mulheres, com discursos de que seriam perigosas. O Talmude registra a história de Lilith, que não se submeteu ao marido, abandonou-o e compactuou com satanás para desafiar Deus. Os cristãos aprendem que Eva se deixou convencer pela serpente, comeu o fruto proibido e induziu seu marido à mesma falta, provocando a expulsão do Paraíso.
Muitas mulheres não se intimidaram, desafiando a autoridade masculina e os preceitos religiosos, porque precisavam garantir sua subsistência e a própria vida para superar as intercorrências da gestação e do parto. Contavam com as parteiras, que sofriam perseguição porque conheciam propriedades terapêuticas de plantas, criavam rituais mágicos, diagnosticavam enfermidades e inventavam métodos contraceptivos. Logo, poderiam também provocar aborto, promover esterilidade, acobertar adúlteras e praticar feitiçaria. Milhares foram condenadas à fogueira, durante os 600 anos da Inquisição, em processos sumários, especialmente na Espanha, França e Alemanha.
Aliás, alguns casos de rebeldia feminina mostram uma correlação desequilibrada de forças políticas. Agnodice se vestiu de homem para assistir a conferências médicas, num templo de Atenas; foi presa e levada a julgamento, provocando mobilização popular em sua defesa. Hipácia (370-415 d. C.) era matemática, astrônoma e filósofa neoplatônica. Foi morta pelos monges e pela plebe, fanatizados pelo patriarca Cirilo.
Muitas brasileiras são assassinadas por companheiros, especialmente quando rompem relacionamento permeado por agressão sob qualquer pretexto. Sofrem também diferentes tipos de assédio em vários espaços sociais. Diante disso, alguns segmentos feministas radicalizaram, despertando aversão de setores conservadores. Parcela significativa mantém, entretanto, sua luta silenciosa para avançar em suas conquistas, que devem acarretar alteração significativa na organização social, contrariando os interesses masculinos.
Gilda de Castro
Disponível em https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/gilda-de-castro/a-cont%C3%
ADnua-luta-das-mulheres-por-sua-autonomia-1.1582555 Acessado em 1º/07/2018
Texto adaptado
Segundo a autora do texto, a luta das mulheres, hoje, consiste em
 

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2252508 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Tão importante quanto o planejamento estratégico é o planejamento operacional, acerca do qual é correto afirmar que
 

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2252507 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Uma das funções básicas do administrador é organizar. Em decorrência, surgem as organizações que se tornam factíveis e viáveis por meio de uma estrutura organizacional. Assim, pode-se dizer que a estrutura organizacional é
 

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2252497 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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É ponto pacífico que a gestão eficiente dos recursos humanos da organização é o diferencial que melhor a caracteriza. Para tanto, é imprescindível avaliar os cargos e as pessoas, buscando adequá-los de modo a maximizar o ajuste entre as aptidões e características do indivíduo e as exigências do cargo. O processo de escolher alguns candidatos e rejeitar outros é definido como
 

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2252495 Ano: 2018
Disciplina: Marketing
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Abaetetuba-PA
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Marketing é, antes de mais nada, uma maneira de ver o mundo dos mercados e dos negócios. Consequentemente, ele
 

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