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Foram encontradas 70 questões.

231418 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Determinada empresa adquiriu equipamentos de produção via operação de leasing financeiro, conforme as condições abaixo.
Valor dos equipamentos R$ 4.800.000,00
Nº de prestações 48
Valor da prestação R$ 150.000,00
Vida útil real 8 anos
Legenda:
PC = Passivo circulante
PNC = Passivo não circulante
Considerando-se os dados apresentados, os registros contábeis que estão em consonância com as normas internacionais de contabilidade são
 

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Fossil Fuels
The twentieth century has been called the hydrocarbon century due to the abundance of fossil fuels, and their contribution to human development. Fossil fuels were formed over millions of years by the decomposing remains of plants and animals under immense heat and pressure. This process resulted in energy laden fuels coal, petroleum, and natural gas, which together have generated most of the energy consumed globally for over a century, paving the way for continued advancement and new inventions.
Fossil fuels are currently the most economically available source of power for both personal and commercial uses. Petroleum fuels our cars and thirst for plastics, while natural gas and coal heat and electrify our homes. Mass transportation is also largely propelled by fossil fuels. In 2005, more than 3/4 of total world energy consumption was through the use of fossil fuels. Petroleum led with over 43.4 percent of the world’s total energy consumption, followed by natural gas (15.6 percent) and coal (8.3 percent). North America is the largest consumer of fossil fuels, utilizing nearly 25 percent of the world’s resources.
Long thought to be inexhaustible, fossil fuels have been used extensively since the Industrial Revolution. However, many believe that the world is using fossil fuels at an unsustainable rate. Some experts believe that the world has already reached its peak for oil extraction and production, and that it is only a matter of time before natural gas and coal follow suit. These near-term concerns about oil supply have led to increasing focus on, and exploration of, alternative sources of petroleum, such as in tar sands and oil shale.
To release their stored energy, fossil fuels must be burned. It is during this combustion process that a variety of emissions and particulates, including ash, are released into the atmosphere. Primary releases are sulfur, nitrogen, and carbon, which can be harmful to the environment. They can combine with water vapor in the air to form acidic compounds that create acid rain, and burning fossil fuels releases carbon dioxide, a greenhouse gas that scientists believe is key factor in global climate change.
There are also environmental risks associated with extracting, transporting, and utilizing fossil fuels. Mining for coal and drilling for oil are especially hazardous because the digging of massive mines and wells can change the surrounding landscapes and bring massive amounts of salt water to the surface which can damage nearby ecosystems without proper treatment and sequestration. Natural gas extraction is somewhat safer, but can also be hazardous. While there are regulations in place that attempts to minimize the risks, it is impossible to eliminate them completely. However, regulation is not sufficient; there must be continued research in developing new technologies for both fossil fuel and renewable energy, in addition to increasing conservation measures. Environmental Literacy Council
http://www.enviroliteracy.org/subcategory.php/21.html, access on March 14th, 2010.
“This process...” refers to the
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

De acordo com o texto, o que “...nós, na nossa solene arrogância, abominamos –” é

 

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220795 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Determinada empresa comercial, no encerramento do balanço, apurou seus estoques, assim como o valor líquido realizável de cada produto, entendido como a diferença entre o valor de venda no mercado e o de todas as despesas necessárias à realização da venda. O quadro a seguir representa, em reais, essas informações.
CUSTO VALOR LÍQUIDO
PRODUTO QUANTIDADE MÉDIO ESTOQUE REALIZÁVEL
U 10.000 10,00 100.000 8,00
T 12.000 5,00 60.000 6,00
X 20.000 5,00 100.000 4,00
Y 5.000 30,00 150.000 32,00
Z 4.500 20,00 90.000 22,00
TOTAL 500.000
Considerando-se os dados apresentados, a composição do estoque na data do balanço, de acordo com os critérios de avaliação previstos pela Lei nº 6.404/76, é
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa(a) em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo(b) essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo(c) notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar!(d) Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço, e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente.

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas(e). Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo? E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens? (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

O uso que o autor faz da palavra e no trecho “...companheiros de jornada e de saguão...” é o mesmo em

 

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215314 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere os Balanços Patrimoniais e Demonstrações de Resultados apresentados a seguir para responder à questão.
TOY INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A.
BALANÇO PATRIMONIAL
ANOS
ATIVO 4 3 2 1
CIRCULANTE 325.604,00 166.703,00 130.167,00 95.625,00
DISPONIBILIDADES 5.000,00 5.000,00 5.000,00 5.000,00
APLICAÇÕES FINANCEIRAS 164.354,00 24.981,00 - -
CONTAS A RECEBER DE CLIENTES 140.625,00 117.556,00 96.000,00 62.500,00
ESTOQUES 15.625,00 19.167,00 29.167,00 28.125,00
NÃO CIRCULANTE 372.000,00 444.000,00 516.000,00 588.000,00
IMOBILIZADO 360.000,00 420.000,00 480.000,00 540.000,00
INTANGÍVEL 12.000,00 24.000,00 36.000,00 48.000,00
TOTAL 697.604,00 610.703,00 646.167,00 683.625,00
ANOS
PASSIVO 4 3 2 1
CIRCULANTE 90.313,00 79.349,00 185.850,00 273.098,00
FORNECEDORES 31.250,00 23.958,00 16.667,00 9.375,00
EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS - - 124.899,00 240.684,00
DIVIDENDOS A PAGAR 25.313,00 23.679,00 16.596,00 3.509,00
IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES 28.125,00 26.450,00 24.000,00 18.750,00
IMPOSTO DE RENDA / CONTR. SOCIAL 5.625,00 5.262,00 3.688,00,00 780,00
NÃO CIRCULANTE 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 507.291,00 431.354,00 360.317,00 310.527,00
CAPITAL SOCIAL 300.000 300.000 300.000 300.000
LUCROS ACUMULADOS 207.291,00 131.354,00 60.317,00 10.527,00
TOTAL 697.604,00 610.703,00 646.167,00 683.625,00
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
ANOS
4 3 2 1
VENDAS BRUTAS 1.125.000,00 1.058.000,00 960.000,00 750.000,00
( - ) IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (281.250,00) (264.500,00) (240.000,00) (187.500,00)
( = ) VENDAS LÍQUIDAS 843.750,00 793.500,00 720.000,00 562.500,00
( - ) CUSTOS PRODUTOS VENDIDOS (443.000,00) (409.000,00) (358.000,00) (273.000,00)
( = ) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 400.750,00 384.500,00 362.000,00 289.500,00
( - ) DESPESAS OPERACIONAIS (160.000,00) (154.640,00) (179.357,00) (194.106,00)
ADMINISTRATIVAS
(30.000,00) (30.000,00) (30.000,00) (30.000,00)
COMERCIAIS
(115.000,00) (109.640,00) (101.800,00) (85.000,00)
FINANCEIRAS
(15.000,00) (15.000,00) (47.557,00) (79.106,00)
( - ) DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES (72.000,00) (72.000,00) (72.000,00) (72.000,00)
( = ) LUCRO ANTES DO I. RENDA / C. SOCIAL 168.750,00 157.860,00 110.643,00 23.394,00
( - ) IMPOSTO DE RENDA / CONTR. SOCIAL (67.500,00) (63.144,00) (44.257,00) (9.358,00)
( = ) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 101.250,00 94.716,00 66.386,00 14.037,00
O EBITDA em cada ano é
 

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213063 Ano: 2010
Disciplina: Auditoria
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
A seguir estão listados 20 procedimentos aplicáveis numa auditoria de balanço. Observe atentamente cada um deles para responder à questão.
1 - Examinar contrato firmado com o banco, atentando para a identidade entre os valores constantes dos mesmos e aqueles indicados no balanço. Constatar se os encargos financeiros foram adequadamente apropriados.
2 - Examinar livros fiscais de apuração dos impostos.
3 - Conferir os cálculos, tendo por base as informações constantes da folha de pagamento.
4 - Realizar inventário físico.
5 - Realizar circularização, como forma de confirmar os saldos apresentados no balanço.
6 - Examinar os contratos sociais e/ou estatutos, visando a identificar a participação no capital das empresas.
7 - Conferir os cálculos de depreciação.
8 - Examinar documentação suporte da operação, como pedido de compra e nota fiscal, atentando para as evidências da entrada dos materiais na empresa.
9 - Realizar contagem física.
10 - Analisar documentação relativa à apuração do custo dos materiais e produtos com o objetivo de confirmar o correto critério de valorização.
11 - Examinar guias recolhidas após o encerramento do balanço, como forma de comprovar a existência da obrigação.
12 - Conferir as conciliações bancárias, atentando para a existência de pendências significativas que possam afetar os valores do balanço.
13 - Examinar a documentação suporte da compra, tais como pedido de compra, contratos, nota fiscal, escrituras e certificados de propriedade.
14 - Examinar folha de pagamento, confrontando com os respectivos créditos nas contas dos empregados, ocorridos em data posterior ao balanço.
15 - Conferir com declaração do Imposto de Renda. Verificar se a mesma foi corretamente preenchida e se o imposto foi apurado seguindo rigidamente as regras legais.
16 - Examinar documentação suporte da operação, tais como pedido de venda, nota fiscal acompanhada do respectivo canhoto assinado pelo cliente, duplicatas e borderôs de cobrança e/ou desconto.
17 - Verificar a correta apropriação dos rendimentos auferidos até a data do balanço.
18 - Examinar documentação relativa a recebimentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência dos direitos.
19 - Examinar documentação relativa a pagamentos posteriores à data do balanço, como forma de confirmar a existência da obrigação decorrente da compra de materiais e/ou produto a prazo.
20 - Examinar o relatório de controle de estoques para confirmar os saldos quantitativos.
Os procedimentos de auditoria de balanço aplicáveis, tendo em vista a natureza da conta, são
 

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EM TORNO DO ESPAÇO PÚBLICO NO BRASIL

Estou no aeroporto de Salvador, na velha Bahia. São 8h25m de uma ensolarada manhã de sábado e eu aguardo o avião que vai me levar ao Rio de Janeiro e, de lá, para minha casa em Niterói.

Viajo relativamente leve: uma pasta com um livro e um computador no qual escrevo essas notas, mais um arquivo com o texto da conferência que proferi para um grupo de empresários americanos que excursionam aprendendo – como eles sempre fazem e nós, na nossa solene arrogância, abominamos – sobre o Brasil. Passei rapidamente pela segurança feita de funcionários locais que riam e trocavam piadas entre si e logo cheguei a um amplo saguão com aquelas poltronas de metal que acomodam o cidadão transformado em passageiro.

Busco um lugar, porque o relativamente leve começa a pesar nos meus ombros e logo observo algo notável: todos os assentos estão ocupados por pessoas e por suas malas ou pacotes.

Eu me explico: o sujeito senta num lugar e usa as outras cadeiras para colocar suas malas, pacotes, sacolas e embrulhos. Assim, cada indivíduo ocupa três cadeiras, em vez de uma, simultaneamente. Eu olho em volta e vejo que não há onde sentar! Meus companheiros de jornada e de saguão simplesmente não me veem e, acomodados como velhos nobres ou bispos baianos da boa era escravocrata, exprimem no rosto uma atitude indiferente bem apropriada com a posse abusiva(a) daquilo que é definido como uma poltrona individual.

Não vejo em ninguém o menor mal-estar ou conflito entre estar só, mas ocupar três lugares, ou perceber que o espaço onde estamos, sendo de todos, teria que ser usado com maior consciência relativamente aos outros como iguais e não como inferiores que ficam sem onde sentar porque “eu cheguei primeiro e tenho o direito a mais cadeiras!”.

Trata-se, penso imediatamente, de uma ocupação “pessoal” e hierárquica do espaço(b), e não um estilo individual e cidadão de usá-lo. De tal sorte que o saguão desenhado para todos é apropriado por alguns como a sala de visitas de suas próprias casas, tudo acontecendo sem a menor consciência de que numa democracia até o espaço e o tempo devem ser usados democraticamente(c).

Bem na minha frente, num conjunto de assentos para três pessoas, duas moças dormem serenamente, ocupando o assento central com suas pernas e malas. Ao seu lado e, sem dúvida, imitando-as, uma jovem senhora com ares de dona Carlota Joaquina está sentada na cadeira central e ocupa a cadeira do seu lado direito com uma sacola de grife na qual guarda suas compras. Num outro conjunto de assentos mais distantes, nos outros portões de embarque, observo o mesmo padrão. Ninguém se lembra de ocupar apenas um lugar. Todos estão sentados em dois ou três assentos de uma só vez! Pouco se lixam para uma senhora que chega com um bebê no colo, acompanhada de sua velha mãe.

Digo para mim mesmo: eis um fato do cotidiano brasileiro que pipoca de formas diferentes em vários domínios de nossa vida social. Pois não é assim que entramos nos restaurantes quando estamos em grupo e logo passamos a ser “donos” de tudo?(d) E não é do mesmo modo que ocupamos praças, praias e passagens?(e) (...)

Temos uma verdadeira alergia à impessoalidade que obriga a enxergar o outro. Pois levar a sério o impessoal significa suspender nossos interesses pessoais, dando atenção aos outros como iguais, como deveria ocorrer neste amplo salão no qual metade dos assentos não está ocupada por pessoas, mas por pertences de passageiros sentados a seu lado.

Finalmente observo que quem não tem onde sentar sente-se constrangido em solicitar a vaga ocupada pela mala ou embrulho de quem chegou primeiro. Trata-se de um modo hierarquizado de construir o espaço público e, pelo visto, não vamos nos livrar dele tão cedo. Afinal, os incomodados que se mudem!

DA MATTA, Roberto. O Globo, 24. mar. 2010. (Excerto).

Os trechos transcritos abaixo reforçam o aspecto central do texto focalizado pelo autor. A única EXCEÇÃO é

 

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342330 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Observe os seguintes cálculos do Imposto de Renda e da Contribuição Social:
Lucro antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social 4.000.000,00
ADIÇÕES: 2.000.000,00
Provisão para devedores duvidosos
650.000,00 (2)
Provisão para contingências trabalhistas
500.000,00 (2)
Provisão para manutenção e reparos
500.000,00 (2)
Provisão para garantia de produtos
600.000,00 (2)
Resultado negativo de equivalência patrimonial
200.000,00 (1)
EXCLUSÕES: 1.000.000,00
Lucro na venda de bens - recebimento a longo prazo
800.000,00 (2)
Resultado positivo de equivalência patrimonial
150.000,00 (1)
Dividendos recebidos
50.000,00 (1)
LUCRO REAL 5.000.000,00
IMPOSTO DE RENDA CORRENTE = 25% 1.250.000,00
CONTRIBUIÇÃO SOCIAL CORRENTE = 9% 450.000,00
Os valores, em reais, que deverão ser registrados nas contas Imposto de Renda diferido (ativo e passivo) e Contribuição Social diferida (ativo e passivo) serão, assim, distribuídos:
Dados:
DIFERENÇAS ENTRE AS BASES CONTÁBIL E FISCAL:
(1) Diferença Definitiva
(2) Diferença Temporária
Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
342328 Ano: 2010
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CESGRANRIO
Orgão: BR Distribuidora
Considere os Balanços Patrimoniais e Demonstrações de Resultados apresentados a seguir para responder à questão.
TOY INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE ALIMENTOS S.A.
BALANÇO PATRIMONIAL
ANOS
ATIVO 4 3 2 1
CIRCULANTE 325.604,00 166.703,00 130.167,00 95.625,00
DISPONIBILIDADES 5.000,00 5.000,00 5.000,00 5.000,00
APLICAÇÕES FINANCEIRAS 164.354,00 24.981,00 - -
CONTAS A RECEBER DE CLIENTES 140.625,00 117.556,00 96.000,00 62.500,00
ESTOQUES 15.625,00 19.167,00 29.167,00 28.125,00
NÃO CIRCULANTE 372.000,00 444.000,00 516.000,00 588.000,00
IMOBILIZADO 360.000,00 420.000,00 480.000,00 540.000,00
INTANGÍVEL 12.000,00 24.000,00 36.000,00 48.000,00
TOTAL 697.604,00 610.703,00 646.167,00 683.625,00
ANOS
PASSIVO 4 3 2 1
CIRCULANTE 90.313,00 79.349,00 185.850,00 273.098,00
FORNECEDORES 31.250,00 23.958,00 16.667,00 9.375,00
EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOS - - 124.899,00 240.684,00
DIVIDENDOS A PAGAR 25.313,00 23.679,00 16.596,00 3.509,00
IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES 28.125,00 26.450,00 24.000,00 18.750,00
IMPOSTO DE RENDA / CONTR. SOCIAL 5.625,00 5.262,00 3.688,00,00 780,00
NÃO CIRCULANTE 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
EXIGÍVEL A LONGO PRAZO 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
FINANCIAMENTOS BANCÁRIOS 100.000,00 100.000,00 100.000,00 100.000,00
PATRIMÔNIO LÍQUIDO 507.291,00 431.354,00 360.317,00 310.527,00
CAPITAL SOCIAL 300.000 300.000 300.000 300.000
LUCROS ACUMULADOS 207.291,00 131.354,00 60.317,00 10.527,00
TOTAL 697.604,00 610.703,00 646.167,00 683.625,00
DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS
ANOS
4 3 2 1
VENDAS BRUTAS 1.125.000,00 1.058.000,00 960.000,00 750.000,00
( - ) IMPOSTOS E CONTRIBUIÇÕES (281.250,00) (264.500,00) (240.000,00) (187.500,00)
( = ) VENDAS LÍQUIDAS 843.750,00 793.500,00 720.000,00 562.500,00
( - ) CUSTOS PRODUTOS VENDIDOS (443.000,00) (409.000,00) (358.000,00) (273.000,00)
( = ) RESULTADO OPERACIONAL BRUTO 400.750,00 384.500,00 362.000,00 289.500,00
( - ) DESPESAS OPERACIONAIS (160.000,00) (154.640,00) (179.357,00) (194.106,00)
ADMINISTRATIVAS
(30.000,00) (30.000,00) (30.000,00) (30.000,00)
COMERCIAIS
(115.000,00) (109.640,00) (101.800,00) (85.000,00)
FINANCEIRAS
(15.000,00) (15.000,00) (47.557,00) (79.106,00)
( - ) DEPRECIAÇÕES E AMORTIZAÇÕES (72.000,00) (72.000,00) (72.000,00) (72.000,00)
( = ) LUCRO ANTES DO I. RENDA / C. SOCIAL 168.750,00 157.860,00 110.643,00 23.394,00
( - ) IMPOSTO DE RENDA / CONTR. SOCIAL (67.500,00) (63.144,00) (44.257,00) (9.358,00)
( = ) LUCRO LÍQUIDO DO EXERCÍCIO 101.250,00 94.716,00 66.386,00 14.037,00
A Necessidade de Capital de Giro em cada ano é
Questão Anulada

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