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Foram encontradas 60 questões.

Um veículo zero quilômetro é vendido à vista por R$ 40.000,00. Um cliente oferece como entrada seu veículo usado, que foi prontamente aceito pela concessionária pelo valor de R$ 22.000,00. O valor restante, ou seja, R$ 18.000,00, foi financiado à taxa de 24% ao ano, em dez prestações mensais, segundo a Tabela Price.
Considerando que (1 + 0,02)–10 0,82, o saldo devedor desse financiamento, imediatamente após o pagamento da terceira prestação, desconsiderando-se os centavos, é de
 

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Considere a planilha produzida com a ferramenta Microsoft Office Excel 2007 (configuração padrão).
Enunciado 629224-1
Com base nos dados apresentados na planilha anterior, é INCORRETO afirmar que, para obter o(a)
 

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628818 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Segundo Chiavenato (1993), há pelo menos três tipos de habilidades necessárias ao desempenho eficaz do administrador: técnica, humana e conceitual. Em relação às referidas habilidades, analise as afirmativas.
I. A habilidade técnica consiste em utilizar conhecimentos, métodos, técnicas e equipamentos necessários para a realização de tarefas específicas, através de sua instrução, experiência e educação.
II. A habilidade humana consiste na capacidade e no discernimento de trabalhar com pessoas, compreender suas atitudes e motivações e aplicar uma liderança eficaz.
III. A habilidade conceitual consiste na capacidade de compreender as complexidades da organização global e o ajustamento do comportamento das pessoas dentro da organização.
IV. A combinação das habilidades não sofre qualquer tipo de variação à medida que um indivíduo sobe na escala hierárquica da organização.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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627644 Ano: 2014
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Acerca da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), que normatiza as relações individuais e coletivas de trabalho, trazendo diversos conceitos em sua parte introdutória, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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621255 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Considere as seguintes informações:
Caixa R$ 5.000,00
Capital Social R$ 15.000,00
Clientes R$ 8.000,00
Contas a Pagar R$ 2.500,00
Despesas Financeiras R$ 4.000,00
Despesas Gerais R$ 6.000,00
Estoques R$ 7.000,00
Fornecedores R$ 6.500,00
Imóveis R$ 10.000,00
Receitas de Vendas R$ 9.000,00
Receitas Financeiras R$ 5.500,00
Reservas de Lucros R$ 1.500,00
O Patrimônio Líquido, antes da apuração do resultado, corresponde a
 

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621201 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Em 1973, William Ouchi, professor de Sanford and Betty Sigoloff na The Anderson Graduate School of Management at UCLA, iniciou o estudo das práticas gerenciais das empresas japonesas com o objetivo de compreender os padrões americanos próprios de organização e administração, tendo como referência os japoneses, para destacar as características únicas das organizações e as forças que as formam na sociedade americana. A partir desse estudo, Ouchi sugeriu que os trabalhadores envolvidos são a chave para o aumento da produtividade e apresentou os seguintes princípios para fundamentar os resultados de seu trabalho:
  • emprego estável para as pessoas, mesmo em época de dificuldades para a organização;
  • pouca especialização das pessoas que passam a ser desenvolvidas através de uma filosofia de treinamento nos seus cargos;
  • avaliação do desempenho constante e promoção lenta;
  • igualitarismo no tratamento das pessoas, não importando o seu nível hierárquico;
  • todas as pessoas participam em equipe e nenhuma decisão é tomada sem o consenso do grupo;
  • valorização das pessoas, a tal ponto que o maior patrimônio das empresas são as pessoas que nela trabalham.
Os princípios apresentados por Ouchi fundamentaram a teoria administrativa denominada
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Assinale a alternativa em que a frase apresenta problema na aplicação do acento indicativo de crase.
 

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Considere as afirmativas sobre a ferramenta Microsoft Office PowerPoint 2007 (configuração padrão – idioma Português Brasil).
I. Para iniciar a apresentação, a partir do primeiro slide, deve-se pressionar a tecla F9.
II. Para iniciar a apresentação, a partir do slide atual, deve-se pressionar simultaneamente as teclas SHIFT e F5.
III. Na visualização de impressão não é possível organizar o conteúdo para visualizar como será impresso.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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Considere a imagem a seguir extraída de um diretório do Sistema Operacional Microsoft Windows 7 (configuração padrão).
Enunciado 581190-1
Para criar um atalho da pasta “Paraguai e Cataratas” na área de trabalho, o usuário deverá clicar com o botão direito do mouse sobre esta pasta,
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
O termo “convescote” não é dos mais frequentes na Língua Portuguesa, no entanto, não dominar plenamente o sentido desse termo não impede o entendimento do texto, uma vez que é possível apreendê-lo através da forma como se articula no texto. Considerando esse aspecto, assinale a alternativa cujo conteúdo remete à ideia que essa palavra assume no texto.
 

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