Magna Concursos

Foram encontradas 120 questões.

A respeito da organização do estado do Ceará, com base em sua Constituição estadual, julgue o item.
Os bens do estado do Ceará incluem a dívida ativa proveniente de receita não arrecadada.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Com relação ao Estatuto dos Funcionários Públicos Civis do Estado do Ceará — Lei n.º9.826/1974 —, julgue o item.
Caso cometa, no exercício de sua função, ato passível de punição, estando em legítima defesa ou em estado de necessidade, o servidor público não será responsabilizado penalmente, mas poderá sê-lo administrativamente pelo que cometer.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Ainda de acordo com a Constituição do Estado do Ceará, julgue o item, a respeito da organização dos poderes estaduais.
O Poder Legislativo tem assegurados, pelo menos, 3% da receita estadual, sendo-lhe assegurada autonomia financeira e administrativa.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Ainda de acordo com a Constituição do Estado do Ceará, julgue o item, a respeito da organização dos poderes estaduais.
Para que o governador do estado seja afastado de suas funções devido ao cometimento de crime comum, é necessário que, depois de instaurado processo pela AL/CE, a acusação seja acolhida por dois terços dos seus membros.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A respeito da organização do estado do Ceará, com base em sua Constituição estadual, julgue o item.
Conforme disposto no referido texto legal, o estado do Ceará, em caráter concorrente, participará da legislação sobre direito civil.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Poder Legislativo, como toda instituição pública

pluralista, possui virtudes e defeitos. Na Câmara e no Senado,

debatem-se diariamente os problemas nacionais e são

apresentadas dezenas de propostas e projetos capazes de mudar

os cenários político, econômico e social do país. Ali, são

votadas leis de grande impacto na vida dos cidadãos e das

instituições e se fazem a fiscalização e o acompanhamento dos

atos e dos gastos do governo, do próprio Congresso e de

instituições várias do cenário nacional. A atividade é intensa e

multifacetada. Por ser um centro do poder político onde se

digladiam forças em permanente confronto e por ter

responsabilidades sobre orçamentos e finanças públicas, a

instituição não raro é alvo de suspeitas, denúncias e

investigações sobre todo tipo de desvios, fraudes e corrupção,

envolvendo os representantes eleitos ou os assessores e

servidores que os cercam.

É público e notório que a imensa maioria das pessoas

acompanha os trabalhos do Congresso e se informa sobre as

atividades dos deputados e senadores na mídia, especialmente

na chamada grande imprensa, que inclui os telejornais e os

jornais impressos. A mídia privada, autoproclamada

independente e vigilante sobre os poderes públicos, exerce com

zelo seu papel de fiscal dos órgãos do Estado, dedicando

especial atenção às denúncias que envolvem o

Poder Legislativo. Em muitos casos, como na Comissão

Parlamentar de Inquérito (CPI) do Orçamento (de 1992), e,

mais recentemente, nas CPIs dos Correios (de 2005) e da

compra de ambulâncias (de 2006), investigações conduzidas

pela Polícia Federal e pelo Ministério Público resultaram em

acusações concretas e, em muitos casos, aparentemente

fundamentadas contra deputados e senadores, com base em

gravações de conversas telefônicas e movimentações bancárias.

Mas, às vezes, até por excesso de zelo e pelo desejo

de investigar, os jornalistas denunciam como irregulares e

apontam como desvios éticos dos congressistas algumas

práticas consideradas normais, rotineiras e legais na maioria

das democracias ocidentais. É o caso das emendas ao

orçamento da União e da ocupação de cargos públicos por

pessoas indicadas por líderes e dirigentes de partidos políticos,

consideradas imorais (“manobras”, “fisiologia”,

“toma-lá-dá-cá” etc.) e noticiadas com grande destaque e boa

dose de crítica nas páginas dos jornais.

Decisões políticas acertadas, projetos importantes

aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os

cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são

noticiados pela mídia e, consequentemente, acabam ignorados

pela maioria das pessoas. Se noticiados, a sua divulgação

contribuiria para melhorar a imagem do Parlamento. “Muito da

nossa maneira de ver o mundo — e, portanto, de agir neste

mundo — depende da mídia”, observa Luis Felipe Miguel,

para quem a imprensa, ao contrário do que trata de fazer

parecer, não transmite apenas “fatos”, mas também

julgamentos, valores, interpretações.

Sérgio Chacon. Congresso, imprensa e opinião pública: o caso da CPMI dos Sanguessugas, 2008. Internet: www.bd.camara.gov.br (com adaptações)



Considerando o texto acima, julgue o item.
No contexto da argumentação desenvolvida ao longo do texto, a citação de Luís Felipe Miguel (L.48-50) assume o valor de premissa válida para a conclusão a seguir: o Poder Legislativo que a mídia mostra ao público tem mais defeitos que virtudes.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

“Não é difícil governar a Itália. É inútil.” O ditador

Benito Mussolini cunhou essa frase com a pretensão de jogar

sobre o povo italiano todas as mazelas do país.

Contudo, a história vem mostrando que a famosa frase embute

uma verdade, só que em um sentido invertido. Inúteis são

governantes como Mussolini e Silvio Berlusconi, o bufão de

anos que foi primeiro-ministro por três vezes e agora cai por

absoluta incapacidade de apresentar soluções para a brutal crise

econômica da Itália. O último mandato de Berlusconi começou

em 2008 e, desde então, ele parecia viver uma realidade

paralela. Passou o tempo administrando denúncias — de fraude

fiscal a sexo pago com belas garotas. Mas foi a economia que

acabou com a sua condição de primeiro-ministro com mais

tempo no poder italiano depois da Segunda Guerra Mundial.

Sem respaldo político para adotar medidas de austeridade

essenciais para impedir a quebradeira da Itália, a terceira maior

economia da zona do euro, Berlusconi anunciou, no dia 8 de

novembro, sua intenção de renúncia. Só não marcou a data.

Como condicionou a saída à aprovação de um pacote de

reformas econômicas, ele acabou provocando mais incertezas

quanto ao futuro da economia italiana.

Luiza Villaméa. A queda do bufão. In: IstoÉ, 16/11/2011 (com adaptações).

O vocábulo “Contudo” (L.4) é um elemento coesivo que introduz uma relação de oposição entre as ideias expressas no período de que faz parte e as veiculadas nos períodos que o antecedem.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Poder Legislativo, como toda instituição pública

pluralista, possui virtudes e defeitos. Na Câmara e no Senado,

debatem-se diariamente os problemas nacionais e são

apresentadas dezenas de propostas e projetos capazes de mudar

os cenários político, econômico e social do país. Ali, são

votadas leis de grande impacto na vida dos cidadãos e das

instituições e se fazem a fiscalização e o acompanhamento dos

atos e dos gastos do governo, do próprio Congresso e de

instituições várias do cenário nacional. A atividade é intensa e

multifacetada. Por ser um centro do poder político onde se

digladiam forças em permanente confronto e por ter

responsabilidades sobre orçamentos e finanças públicas, a

instituição não raro é alvo de suspeitas, denúncias e

investigações sobre todo tipo de desvios, fraudes e corrupção,

envolvendo os representantes eleitos ou os assessores e

servidores que os cercam.

É público e notório que a imensa maioria das pessoas

acompanha os trabalhos do Congresso e se informa sobre as

atividades dos deputados e senadores na mídia, especialmente

na chamada grande imprensa, que inclui os telejornais e os

jornais impressos. A mídia privada, autoproclamada

independente e vigilante sobre os poderes públicos, exerce com

zelo seu papel de fiscal dos órgãos do Estado, dedicando

especial atenção às denúncias que envolvem o

Poder Legislativo. Em muitos casos, como na Comissão

Parlamentar de Inquérito (CPI) do Orçamento (de 1992), e,

mais recentemente, nas CPIs dos Correios (de 2005) e da

compra de ambulâncias (de 2006), investigações conduzidas

pela Polícia Federal e pelo Ministério Público resultaram em

acusações concretas e, em muitos casos, aparentemente

fundamentadas contra deputados e senadores, com base em

gravações de conversas telefônicas e movimentações bancárias.

Mas, às vezes, até por excesso de zelo e pelo desejo

de investigar, os jornalistas denunciam como irregulares e

apontam como desvios éticos dos congressistas algumas

práticas consideradas normais, rotineiras e legais na maioria

das democracias ocidentais. É o caso das emendas ao

orçamento da União e da ocupação de cargos públicos por

pessoas indicadas por líderes e dirigentes de partidos políticos,

consideradas imorais (“manobras”, “fisiologia”,

“toma-lá-dá-cá” etc.) e noticiadas com grande destaque e boa

dose de crítica nas páginas dos jornais.

Decisões políticas acertadas, projetos importantes

aprovados, iniciativas e fatos positivos de relevância para os

cidadãos, ocorridos no Parlamento, muitas vezes não são

noticiados pela mídia e, consequentemente, acabam ignorados

pela maioria das pessoas. Se noticiados, a sua divulgação

contribuiria para melhorar a imagem do Parlamento. “Muito da

nossa maneira de ver o mundo — e, portanto, de agir neste

mundo — depende da mídia”, observa Luis Felipe Miguel,

para quem a imprensa, ao contrário do que trata de fazer

parecer, não transmite apenas “fatos”, mas também

julgamentos, valores, interpretações.

Sérgio Chacon. Congresso, imprensa e opinião pública: o caso da CPMI dos Sanguessugas, 2008. Internet: www.bd.camara.gov.br (com adaptações)



Considerando o texto acima, julgue o item.
No segundo parágrafo, a menção a algumas CPIs constitui o principal argumento utilizado pelo autor a favor da tese de que a imensa maioria das pessoas se informa sobre as atividades do Congresso na mídia.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Conquanto a fórmula “Fica aprovado o texto...”

venha tendo a preferência nas redações finais dos projetos de

decreto legislativo desta década, o formato anterior,

É aprovado o texto...”, utilizado em décadas passadas,

parece mais consentâneo com o bom português. Não apenas é

o verbo ser o verbo auxiliar típico para a formação da voz

passiva analítica, quanto é o mais adequado para formar

locução verbal com o verbo aprovar.

Ademais, em sua acepção intransitiva, ser tem a

conotação de ter existência real, existir. Um ato internacional

ao qual o parlamento brasileiro concede aprovação legislativa

cumpre a etapa parlamentar deliberativa para a sua existência

real como norma de direito positivo interno, com caráter de

permanência (não se trata de alguma coisa qualquer que recebe

um aval momentâneo para ali ficar transitoriamente).

Conquanto as duas fórmulas tenham sido utilizadas, a

opção pela utilização da locução verbal é aprovado soa,

juridicamente, mais robusta, com maior força de comunicado

de decisão peremptória à nação. Afinal, o que fica, pode,

também, sair, partir...

Maria Ester Mena Barreto Camino e Luiz Henrique Cascelli de Azevedo. Necessidade de uniformização dos projetos de decreto legislativo pertinentes a atos internacionais. Maio/2011. Internet: www2.camara.gov.br (com adaptações




Julgue o item, acerca do texto.
No texto consta, a favor da fórmula "Fica aprovado o texto...", o argumento de uso, segundo o qual é mais adequado e consentâneo empregar a expressão mais usada no momento atual.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

“Não é difícil governar a Itália. É inútil.” O ditador

Benito Mussolini cunhou essa frase com a pretensão de jogar

sobre o povo italiano todas as mazelas do país.

Contudo, a história vem mostrando que a famosa frase embute

uma verdade, só que em um sentido invertido. Inúteis são

governantes como Mussolini e Silvio Berlusconi, o bufão de

anos que foi primeiro-ministro por três vezes e agora cai por

absoluta incapacidade de apresentar soluções para a brutal crise

econômica da Itália. O último mandato de Berlusconi começou

em 2008 e, desde então, ele parecia viver uma realidade

paralela. Passou o tempo administrando denúncias — de fraude

fiscal a sexo pago com belas garotas. Mas foi a economia que

acabou com a sua condição de primeiro-ministro com mais

tempo no poder italiano depois da Segunda Guerra Mundial.

Sem respaldo político para adotar medidas de austeridade

essenciais para impedir a quebradeira da Itália, a terceira maior

economia da zona do euro, Berlusconi anunciou, no dia 8 de

novembro, sua intenção de renúncia. Só não marcou a data.

Como condicionou a saída à aprovação de um pacote de

reformas econômicas, ele acabou provocando mais incertezas

quanto ao futuro da economia italiana.

Luiza Villaméa. A queda do bufão. In: IstoÉ, 16/11/2011 (com adaptações).

Nos períodos “o bufão de 75 anos que foi primeiro-ministro por três vezes” (L.6-7) e “Mas foi a economia que acabou com a sua condição de primeiro-ministro” (L.12-13), os elementos sublinhados têm, ambos, a função de restringir o sentido das expressões que os antecedem, a saber, “o bufão de 75 anos” e “a economia”, respectivamente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas