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790257
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Sobre a Lei Municipal 7102/12: A Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Saneamento Básico do Município de Guarulhos – AGRU é uma entidade:
( ) integrante da Administração Pública Municipal Direta.
( ) submetida a regime autárquico especial.
( ) com poderes normativos e função de entidade de regulação e fiscalização dos serviços públicos de saneamento básico.
( ) com sede e foro no Município de Guarulhos.
( ) e prazo de duração até 2020..
De acordo com a lei citada acima, os itens são (V) verdadeiros ou (F) falsos na sequência:
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O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
Assinale a alternativa que completa convenientemente os espaços das frases abaixo de forma que a concordância fique correta.
• -- Muito ! O narrador personagem agradeceu à sua amiga pela companhia. (obrigado)
• Ao subir a rampa em caracol encontramos uma placa que dizia: “ a entrada.” (Proibido)
• No restaurante serviam comidas latinas, andinas, hipster.
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O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
Transpondo para a voz passiva a frase “... o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração..." obtém-se a forma verbal:
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O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
No segundo parágrafo o narrador personagem comenta sobre as mercadorias do Mercado Municipal de Pinheiros.
• Compara o mercado com uma biblioteca por causa da disposição das frutas e verduras.
• O critério da disposição das mercadorias basicamente permanece os mesmos, são antigos.
• A ordenação das mercadorias é feita somente pelo marketing moderno.
• Ainda notam-se os padrões clássicos na disposição das cores e alimentos.
Estão corretas:
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A Lei Federal 11.445/07 assegura aos usuários de serviços públicos de saneamento básico, na forma das normas legais, regulamentares e contratuais:
I- amplo acesso a informações sobre os serviços prestados.
II- prévio conhecimento dos seus direitos e deveres e das penalidades a que podem estar sujeitos.
III- acesso a manual de prestação do serviço e de atendimento ao usuário, elaborado pelo prestador e aprovado pela respectiva entidade de regulação.
IV- acesso a relatório periódico sobre a qualidade da prestação dos serviços.
De acordo com o instrumento legal são corretos os itens:
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Juntando todas as notas de R$ 2,00 e de R$ 5,00 que Marcelo tem, soma-se R$ 49,00. Se a quantidade de notas de R$ 2,00 excede em 7 unidades a quantidade de notas de R$ 5,00, então é verdade que o número total de notas que foram juntadas é:
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756353
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: GSA Concursos
Orgão: AGRU
A Lei Municipal 7102/12 – Lei de criação da AGRU, além de exercer, com exclusividade, a fiscalização dos serviços públicos de saneamento básico, dentre outras, constituem competências da AGRU:
• estabelecer condições para a cobrança, os reajustes e a revisão das tarifas cobradas dos usuários que assegurem tanto o equilíbrio econômico e financeiro dos contratos como a modicidade tarifária, mediante mecanismos que induzam a eficiência e eficácia dos serviços e que permitam a apropriação social dos ganhos de produtividade.
• implantar mecanismo de recebimento e apuração de queixas e reclamações dos usuários, que deverão ser cientificados das providências adotadas, em prazo máximo estabelecido em regulamento a ser editado pela AGRU.
• aplicar as sanções legais e regulamentares em face dos prestadores dos serviços públicos de saneamento básico, em caso de descumprimento das normas legais, das normas de regulação e das normas previstas nos instrumentos de delegação.
• requerer dos prestadores de serviços públicos de saneamento básico a prestação de todos os dados e informações necessários para o desempenho de suas atividades.
• permitir o amplo acesso, pela população, às informações sobre a prestação dos serviços públicos de saneamento básico e sobre suas próprias atividades.
Conforme a lei acima são afirmações corretas:
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O mercado do bairro
Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito. Não sei o porquê. Mas desconfio de alguns dos motivos. É um lugar calmo, em geral, e sombreado, escondido por trás da agitação ensolarada e quente do Largo da Batata. Basta chegar pelo lado da Rua Teodoro Sampaio para entender meu ponto. Você enfrentará ônibus, automóveis e uma movimentação de pedestres sem fim para entrar, de repente, em um lugar tranquilo.
Os artigos são todos expostos da mesma maneira há décadas. Não há surpresas. As frutas e verduras ficam no andar térreo, cercadas por bancas de nozes, farinhas e azeitonas, algumas com linguiças penduradas por cima da cabeça dos fregueses. Para chegar às carnes e aos peixes, é preciso subir uma rampa em caracol tão inusitada que torna divertida a caminhada. Se existissem bibliotecas de frutas e verduras, elas seriam desse jeito. A ordem de exposição dos produtos, basicamente os mesmos desde sempre, obedece a critérios antigos. Há poucas concessões ao marketing moderno. A disposição das cores e alimentos segue padrões clássicos, enfim.
Foi com alegria cautelosa que aceitei o convite da minha amiga Cris para conhecer um restaurante novo dentro do mercado. Apesar do meu carinho pelo lugar, fazia um par de anos que não entrava lá. Explica ela que o nosso destino é uma espécie de bar latino, meio andino, meio hipster, como se diz. Serve, no balcão, ceviche, peixe cozido no limão, que adoro. Cris é referência minha para questões de gosto e beleza. É ela quem me indica os lugares novos e badalados da nossa cidade. Não erra nunca.
Havia lido fazia pouco tempo também um texto bonito sobre o mercado no livro Ela Me Dá Capim e Eu Zurro, de Fabrício Corsaletti. Deu saudade. Está aí, aliás, uma boa dica de presente de Natal para quem gosta de crônica e de São Paulo. Conheço faz anos o Fabrício, mas nunca havia visto direito nada dele que não fosse poesia. Comecei a leitura e não consegui mais parar. Não demorou duas noites e estava no fim (é curtinho). Senti com o escritor um laço forte. Nós dois viemos morar na cidade pela primeira vez no tempo da faculdade (com vinte anos de diferença). Ele é de uma cidade pequena no interior do estado; eu, de outra, no sul da Califórnia. Estudamos letras. Andamos muito de ônibus na Teodoro Sampaio. Acho que compartilho de algumas das suas reações emocionais diante da capital. É linda a obra.
E o restaurante latino não decepciona. A comida é uma delícia. Meu medo era que destoasse das bancas tradicionais do mercado. Mas não. Cabe bem ali do lado do boxe dos peixes. Chama-se Comedoria Gonzales. Traz também personagens novos e interessantes para o lugar, com um número muito maior de tatuagens. Dá ao nosso tradicional ponto do bairro um toque mais cosmopolita e atual.
Matthew Shirts
Observe a análise sintática da expressão destacada no período abaixo e assinale a alternativa correta.
“Desde que o conheci, em meados da década de 80, o Mercado Municipal de Pinheiros alegra meu coração e me traz, acredite se quiser, paz de espírito.”
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Quatro funcionários com a mesma força de trabalho analisam, em média, 120 documentos em três horas. Na próxima segunda-feira, um desses funcionários faltará ao trabalho e, naquele dia, já se sabe que haverá 200 documentos para serem analisados. Mantendo-se as mesmas condições de trabalho, é estimado que os três funcionários analisem os 200 documentos em, no mínimo:
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A Lei 7095/12, sobre o Sistema Municipal de Informações sobre os Serviços Públicos de Abastecimento de Água e de Esgotamento Sanitário de Guarulhos, consta que:
I- um de seus objetivos é o de permitir e facilitar o monitoramento e avaliação da eficiência e da eficácia da prestação dos serviços públicos de abastecimento de água e de esgotamento sanitário.
II- será gerido pela entidade de regulação e fiscalização dos serviços, que disciplinará o seu funcionamento mediante resolução, atendidas as normas federais.
III- as informações serão publicadas no Diário Oficial do Município e mídias impressas locais, e todos a elas poderão ter acesso, independentemente da demonstração de interesse.
Estão de acordo com a referida lei, as afirmações:
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