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Acerca da Política de Segurança da Informação (PSI) nos órgãos e entidades da administração pública federal, instituída pelo Decreto n.º 3.505/2000, julgue os seguintes itens.

Os membros do Comitê Gestor da Segurança da Informação só podem participar de processos, no âmbito da segurança da informação, de iniciativa do setor privado, caso essa participação seja julgada imprescindível para atender aos interesses da defesa nacional, a critério do Comitê Gestor e após aprovação do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Considerando-se que as operações de inteligência são instrumentos legais disponíveis ao Estado, é correto inferir que os serviços de inteligência prescindem das formalidades legais para a obtenção de dados sigilosos.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Das informações do texto conclui-se que o intercâmbio de dados e informações entre agências de inteligência coíbe a expansão de redes criminosas.

 

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Nas últimas décadas, o aumento dos índices de

criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Depreende-se da leitura do texto que uma das razões para o descrédito das instituições responsáveis pela segurança pública é a corrupção existente entre seus membros.

 

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criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

Infere-se do texto que as autoridades do Estado devem valer-se dos serviços de inteligência para combater o crime organizado.

 

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criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

De acordo com o texto, o processo de globalização é o principal responsável pelo aumento dos índices de criminalidade no Brasil.

 

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criminalidade e a atuação de organizações criminosas

transnacionais colocaram a segurança pública entre as

principais preocupações da sociedade e do Estado brasileiros.

A delinquência e a violência criminal afetam, em maior ou

menor grau, toda a população, provocando apreensão e medo

na sociedade, e despertando o sentimento de descrença em

relação às instituições estatais responsáveis pela manutenção da

paz social

No projeto Segurança Pública para o Brasil, da

Secretaria Nacional de Segurança Pública, aponta-se como

principal causa do aumento da criminalidade o tráfico de

drogas e de armas. A articulação entre esses dois ilícitos

potencializa e diversifica as atividades criminosas. Homicídios

dolosos, roubos, furtos, sequestros e latrocínios estão,

frequentemente, associados ao consumo e venda de drogas e à

utilização de armas ilegais.

Mundialmente, o tripé integrado por narcotraficantes,

terroristas e contrabandistas de armas atua em conjunto ou de

forma complementar, constituindo uma grave ameaça à

sociedade e aos Estados nacionais. A globalização favoreceu

a expansão geográfica dos crimes transnacionais, cujos agentes

utilizam as facilidades comerciais, as comunicações e os

múltiplos meios de transportes para encobrir suas atividades

ilícitas.

Em razão da complexidade, da amplitude e do poderio

das redes criminosas transnacionais, a solução para a

criminalidade depende de decisões político-econômico-sociais

e, concomitantemente, de ações preventivas e repressivas de

órgãos estatais. Nesse contexto, as operações de inteligência

são instrumentos legais de que dispõe o Estado na busca pela

manutenção e proteção de dados sigilosos.

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN), órgão

central do Sistema Brasileiro de Inteligência (SISBIN), deve

assumir a missão de centralizar, processar e distribuir dados e

informações estratégicas para municiar os órgãos policiais

(federais, estaduais e municipais) nas ações de combate ao

crime organizado. Além disso, a ABIN é responsável por

manter contato com os serviços de inteligência parceiros, para

favorecer a troca de informações e a cooperação multilateral.

Cristina Célia Fonseca Rodrigues. A atividade operacional em benefício da segurança pública: o combate ao crime organizado. In: Revista Brasileira de Inteligência. Brasília: ABIN, n.o 5, out./2009. Internet: www.abin.gov.br (com adaptações)

Com relação às ideias do texto, julgue os itens seguintes.

O argumento de que a criminalidade é intensificada pela associação do narcotráfico com o contrabando de armas reforça a ideia central do texto, que pode ser expressa nos seguintes termos: os serviços de inteligência são imprescindíveis para a redução da criminalidade no mundo.

 

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Julgue os itens subsequentes, a respeito dos poderes e atos administrativos.

Considere a seguinte situação hipotética. Um município estabeleceu que somente seriam concedidos alvarás de funcionamento a restaurantes que tivessem instalado exaustor de fumaça acima de cada fogão industrial. Na vigência dessa determinação, um fiscal do município atestou, falsamente, que o restaurante X possuía o referido equipamento, tendo-lhe sido concedido o alvará. Dias após a fiscalização, a administração verificou que não havia no referido estabelecimento o exaustor de fumaça. Nessa situação hipotética, considera-se nulo o alvará, dada a inexistência de motivo do ato administrativo.

 

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Julgue os próximos itens, relativos à salvaguarda de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado no âmbito da administração pública federal.

Os órgãos e entidades públicos e as instituições de caráter público, para dar conhecimento de minuta de contrato cujo objeto seja sigiloso ou cuja execução implique a divulgação de desenhos, plantas, materiais, dados ou informações de natureza sigilosa devem exigir dos interessados na contratação a assinatura de termo de compromisso de manutenção do sigilo.

 

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Julgue os próximos itens, relativos à salvaguarda de dados, informações, documentos e materiais sigilosos de interesse da segurança da sociedade e do Estado no âmbito da administração pública federal.

Os titulares de órgãos ou entidades públicos encarregados da preparação de planos, pesquisas e trabalhos de aperfeiçoamento ou de novo projeto, prova, produção, aquisição, armazenagem ou emprego de material sigiloso são os responsáveis pela expedição das instruções adicionais que se tornarem necessárias à salvaguarda dos assuntos a eles relacionados.

 

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