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(BARAÚNA, 2013.)
Contemporâneos, um educador e um teatrólogo, apresentam uma estreita relação em suas metodologias no que diz respeito à realidade política de sua época, trazendo luz a questões latentes da sociedade, propiciando o debate e provocando reflexões. Suscitando uma nova pedagogia, tem-se uma significativa contribuição para a educação e o teatro brasileiro, com seus métodos denominados:
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(SANTOS-ZMÁRIO. Fragmento.)
O excerto evidencia uma relação corpo-memória; constrói-se uma obra que não cabe mais na boca. Torna-se necessário um estreitamento físico, onde o artista coloca-se em situação, presentificação, descontruindo a ideia de personagem. Essa linguagem híbrida, que retira a noção de objeto, dilata os sentidos, evidencia a presença e desloca o corpo para centralidade da ação, pode ser definida como:
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Segundo Koudela, no sistema de Jogos Teatrais de Viola Spolin, são distintos os diferentes níveis de utilização da regra dos jogos. Segundo a autora, qual é o recurso utilizado para estabelecer o repertório comum ao grupo e a liberação de ludicidade?
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Segundo Koudela (2001), o objetivo explícito da obra é a transmissão de um sistema de atuação que pode ser desenvolvido por todo os que desejem se expressar através do teatro, sejam eles profissionais, amadores ou crianças.
Trata-se da obra
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Sua primeira técnica foi aplicada em São Paulo, em 1970, no Núcleo 2 do Teatro de Arena, com o teatro-jornal: em meio à terrível opressão que sufocava o País, dramatizavam-se notícias jornalísticas, em meritório exercício de liberdade.
(Adaptado. Magaldi, 1985)
O excerto descreve uma primeira ação do Teatro
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Erwin Piscator encomendou a Walter Gropius (1883-1969), na década de vinte, um projeto que atendesse aos reclamos de sua nova concepção. O resultado, embora não realizado, abriu caminho para as pesquisas contemporâneas, que em grande parte acolheram seus princípios, entre eles a abolição entre lugares privilegiados e galerias. Para eles, as aspirações de igualdade social, fortalecidas em nosso século, tinham de influir na arquitetura do teatro.
(Adaptado. Magaldi, 1985)
A proposta elaborada por Gropius foi denominada
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“(...) Hoje em dia, há um leque muito grande de movimentos expressivos, formas diversas de os corpos dançarem, comunicarem-se e expressarem ideias, emoções, sentidos e sentimentos. O ser humano se modificou, ao mesmo tempo, que continuou o mesmo. Assim, existem danças de características primitivas e clássicas, como também modernas e pós- modernas. (...)”.
MARQUES, Isabel A. Dançando na Escola. São Paulo: Cortez Editora, 2003.
Com base nesse argumento, Isabel Marques afirma que o/a professor/a tem muito a apresentar para os/as alunos/as e orienta que o conhecimento:
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“É evidente o quanto a arte sempre esteve presente e ainda está na vida do ser humano, como uma característica da sua existencialidade cultural, porém os fatos, muitas vezes, mostram detalhes que evidenciam a não linearidade da evolução histórica, das manifestações artísticas”, afirma a pesquisadora Isabel Marques em Dançando na Escola (Cortez, 2003). Nas palavras da autora, a arte é uma construção humana e como tal se efetiva no corpo, pelo corpo e a partir da realidade do corpo, no percorrer da história da humanidade.
Especificamente a respeito da dança como forma de comunicação, segundo o conceito de Isabel Marques, pode-se afirmar que:
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Em Improvisação para o teatro (São Paulo: Perspectiva, 1979), Viola Spolin propõe uma reflexão a respeito da “Transposição do processo de aprendizagem para a vida diária” e observa que:
“(...) Por causa da natureza dos problemas de atuação, é imperativo preparar todo o equipamento sensorial, livrar-se de todos os preconceitos, interpretações e suposições, para que se possa estabelecer um contato puro e direto com o meio criado e com os objetos e pessoas dentro dele. Quando isto é aprendido dentro do mundo do teatro, produz simultaneamente o reconhecimento e contato puro e direto com o mundo exterior. (...)”.
Na perspectiva de Viola Spolin:
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Viola Spolin, em Improvisação para o teatro (São Paulo: Perspectiva, 1979), afirma que:
“(...) Aprendemos através da experiência, e ninguém ensina nada a ninguém. Isto é válido tanto para a criança que se movimenta inicialmente chutando o ar, engatinhando e depois andando, como para o cientista com suas equações. Se o ambiente permitir, pode-se aprender qualquer coisa, e se o indivíduo permitir, o ambiente lhe ensinará tudo o que ele tem para ensinar. "Talento" ou "falta de talento" tem muito pouco a ver com isso. Devemos reconsiderar o que significa "talento". É muito possível que o que é chamado comportamento talentoso seja simplesmente uma maior capacidade individual para experienciar. Deste ponto de vista, é no aumento da capacidade individual para experienciar que a infinita potencialidade de uma personalidade pode ser evocada (...)”.
O conceito de experienciar, segundo a autora, consiste em:
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