Foram encontradas 4.120.625 questões.
Uma médica plantonista prescreveu adrenalina via intravenosa (IV) em vez de
nebulização para um menino de 6 anos com laringite, resultando em parada
cardiorrespiratória e óbito. Na medicina temos um código de ética que fala sobre erros
médicos. Sobre o código de ética médica. Analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
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Ao avaliar um paciente pediátrico de 8 anos no exame físico, o médico visualiza na
otoscopia a seguinte imagem em ouvido direito:
Conforme imagem, analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:
I - A otite média aguda (OMA) em crianças manifesta-se principalmente com dor de ouvido, que é o sintoma mais frequente e o indicador mais confiável da condição.
II - Membrana timpânica abaulada: é o sinal secundário de OMA, diferenciando-a da otite média com efusão (OME), que é o sinal primário. A protuberância geralmente começa na região superior posterior e pode obscurecer o cabo do martelo.
III - Sinais de acometimento neurológico central, como rigidez de nuca, déficits de nervos cranianos ou alterações neurológicas localizadas, podem indicar complicações mais graves, como meningite, abscesso cerebral, abscesso epidural ou subdural, ou trombose séptica do seio cavernoso lateral.
Conforme imagem, analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:
I - A otite média aguda (OMA) em crianças manifesta-se principalmente com dor de ouvido, que é o sintoma mais frequente e o indicador mais confiável da condição.
II - Membrana timpânica abaulada: é o sinal secundário de OMA, diferenciando-a da otite média com efusão (OME), que é o sinal primário. A protuberância geralmente começa na região superior posterior e pode obscurecer o cabo do martelo.
III - Sinais de acometimento neurológico central, como rigidez de nuca, déficits de nervos cranianos ou alterações neurológicas localizadas, podem indicar complicações mais graves, como meningite, abscesso cerebral, abscesso epidural ou subdural, ou trombose séptica do seio cavernoso lateral.
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Adolescente de 16 anos, nuligesta, comparece à Unidade Básica de Saúde
desacompanhada, solicitando método contraceptivo. Refere início da vida sexual há 5
meses, parceiro fixo, uso irregular de preservativo. Nega comorbidades. IMC 22 kg/m².
Ciclos regulares. Nega enxaqueca, tabagismo ou história pessoal/familiar de trombose. A
paciente afirma não desejar que os pais saibam da consulta e solicita “um método seguro
que não precise lembrar todo dia”.
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
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Gestante de 19 anos, G1, 36 semanas e 2 dias, é admitida em hospital terciário com
cefaleia persistente há 24 horas e edema em membros inferiores. Nega escotomas ou dor
epigástrica. Exame físico: PA: 158x98 mmHg (confirmada após 4 horas: 158x100 mmHg);
FC: 84 bpm; Edema em membros inferiores ++/4+; Altura uterina 35cm; BCF 144 bpm.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 11,8 g/dL; Plaquetas: 210.000/mm³; Creatinina: 0,9
mg/dL; TGO/TGP normais; Ácido úrico: 6,2 mg/dL; Avaliação de proteinúria: Relação
proteína/creatinina urinária (amostra isolada): 0,42 e Proteinúria de 24 horas: 620 mg.
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
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Gestante de 31 anos, G3P1A1, 28 semanas e 5 dias, em acompanhamento em hospital
terciário por isoimunização Rh. Refere parto anterior há 2 anos de RN Rh positivo, sem
registro de uso de imunoglobulina anti-D no puerpério. Tipagem atual: mãe A negativo; pai
O positivo. Exames atuais: Coombs indireto: 1:64; Ultrassonografia obstétrica: feto único,
biometria compatível com idade gestacional, placenta normoinserida, líquido amniótico
normal. Doppler da artéria cerebral média (ACM): pico de velocidade sistólica = 1,65 MoM.
Não há sinais ultrassonográficos de hidropisia fetal.
Considerando o quadro clínico, a melhor conduta neste momento é:
Considerando o quadro clínico, a melhor conduta neste momento é:
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Paciente de 44 anos, nuligesta, procura atendimento com queixa de corrimento vaginal
branco há 4 meses, associado a ardor vulvovaginal e dispareunia superficial. Refere piora
dos sintomas na semana que antecede a menstruação. Já utilizou vários esquemas de
antifúngicos tópicos e orais com melhora parcial e recorrência dos sintomas. Nega odor
fétido. Nega múltiplos parceiros. Não fez uso de antibióticos recentemente. Exame
ginecológico: Vulva discretamente hiperemiada; Corrimento branco, homogêneo, sem
grumos evidentes; pH vaginal: 3,8. Teste das aminas: negativo. Microscopia a fresco:
Lactobacilos abundantes. Ausência de hifas ou esporos. Ausência de clue cells. Citólise
intensa com fragmentação de células epiteliais.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, a melhor conduta é:
Considerando o quadro clínico e laboratorial, a melhor conduta é:
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Paciente de 32 anos, G2A1, comparece ao pronto atendimento de hospital terciário com
dor leve em fossa ilíaca esquerda há 2 dias e pequeno sangramento vaginal. Última
menstruação há 8 semanas. Está hemodinamicamente estável. Exame físico: PA 110x70
mmHg; FC 82 bpm; Abdome discretamente doloroso em FIE, sem sinais de irritação
peritoneal. Toque vaginal: dor à mobilização do colo uterino. Anexos: dor à palpação à
esquerda. Exames complementares: β-hCG: 3.200 mUI/mL; Hemoglobina: 12,4 g/dL;
Ultrassonografia transvaginal: Útero vazio; Massa anexial esquerda de 2,5 cm; Sem
atividade cardíaca embrionária. Ausência de líquido livre. Considerando o quadro clínico, a
melhor conduta inicial é:
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Gestante de 36 anos, G3P2, com 35 semanas e 2 dias, em acompanhamento pré-natal
de risco habitual, relata história de herpes genital recorrente há 6 anos, com média de 3
episódios por ano. O último episódio ocorreu com 29 semanas, tratado com aciclovir por 5
dias, tendo resolução completa. Atualmente está assintomática. Exame obstétrico: BCF
148bpm; Altura uterina 35cm; Dinâmica uterina ausente; Sem lesões genitais ao exame da
genitália externa e especular. Sorologias no pré-natal: HIV negativo; VDRL não reagente.
A conduta mais adequada é:
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Paciente de 34 anos, G1P1, filho de 7 anos, comparece a ambulatório de hospital
terciário para avaliação após resultado de exames realizados. Assintomática, nega
comorbidades, uso de medicações contínuas ou alergias conhecidas. Refere novo parceiro
sexual há 5 meses. Usuária de DIU de cobre, nega uso de preservativo. Nega lesões
genitais prévias ou infecções sexualmente transmissíveis conhecidas.
Exames apresentados:
- Teste rápido para HIV: reagente.
- VDRL: não reagente.
- Teste treponêmico (FTA-Abs): reagente.
- TPHA (Treponema pallidum Hemaglutinação): reagente.
Refere não saber se já tratou sífilis anteriormente. Não possui exames antigos. Ao exame físico: sem lesões cutaneomucosas, sem linfonodomegalia, exame ginecológico sem alterações. A conduta mais adequada é:
Exames apresentados:
- Teste rápido para HIV: reagente.
- VDRL: não reagente.
- Teste treponêmico (FTA-Abs): reagente.
- TPHA (Treponema pallidum Hemaglutinação): reagente.
Refere não saber se já tratou sífilis anteriormente. Não possui exames antigos. Ao exame físico: sem lesões cutaneomucosas, sem linfonodomegalia, exame ginecológico sem alterações. A conduta mais adequada é:
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Paciente de 34 anos, G2P2, sem antecedentes pessoais ou familiares de câncer de
mama, vem ao ambulatório encaminhada da Unidade Básica de Saúde devido a nódulo
palpável em mama direita percebido há cerca de 2 meses, sem dor associada, sem
descarga papilar e sem crescimento perceptível no período. Ao exame físico: Nódulo
palpável em quadrante superolateral da mama direita, medindo aproximadamente 1,8 cm,
móvel, de consistência fibroelástica. Sem retração cutânea. Sem descarga papilar. Axilas
livres. Traz Ultrassonografia de mamas: Presença de nódulo sólido, oval, margens
circunscritas, de orientação paralela à pele (mais largo que alto), textura homogênea,
hipoecoico, medindo 2,1 x 1,4 cm. Ausência de sombra acústica. Ausência de
microcalcificações. Ausência de vascularização interna significativa ao Doppler.
Com base na descrição ultrassonográfica, o achado deve ser classificado como:
Com base na descrição ultrassonográfica, o achado deve ser classificado como:
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