Mulher de 52 anos, com cirrose hepática compensada por hepatite C já tratada, em seguimento regular na UBS, encontra-se atualmente
sem ascite, sem edema, sem episódios prévios de
encefalopatia ou hemorragia digestiva, com plaquetas 140.000/mmS e ultrassonografia recente mostrando
fígado nodular, baço aumentado e ausência de nódulos
suspeitos. Apresenta bom estado funcional, sem queixas, Child-Pugh A e MELD 9. Considerando o manejo
ambulatorial de pacientes com cirrose compensada na
atenção primária, qual é a conduta MAIS adequada?
Homem de 35 anos, sem comorbidades conhecidas, realizou testagem para hepatite B na
UBS como parte de rastreio de IST. Na˜o ha´ registro de
vacinação prévia. Os resultados foram: HBsAg não reagente, anti-HBc total na˜o reagente, anti-HBs não reagente. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas de Hepatite B e Coinfecções do Ministério
da Saúde (2023), a interpretação sorológica e a conduta
mais adequadas são:
Mulher de 45 anos, sedentária,
com IMC 28 kg/m², procura a UBS referindo azia e
regurgitação há 3 meses, piorando após refeições abundantes e ao deitar. Nega disfagia, perda de peso ou
alarme. Exame físico normal. Qual a conduta inicial
mais adequada na UBS, conforme diretriz brasileira de
DRGE?
Paciente masculino, 72 anos, comparece à UBS com queixa de cefaleia leve e fadiga há 3 dias. Relata uso de hidroclorotiazida 25 mg/dia
para hipertensão e sertralina 50 mg/dia para depressão
há 2 meses. Exame físico: eupneico, eupônico, sem
edema, PA 140/80 mmHg. Exames laboratoriais: Na+
128 mEq/L, K+ 3,8 mEq/L, osmolaridade sérica 265
mOsm/kg, osmolaridade urinária 450 mOsm/kg, Na+
urina´rio 45 mEq/L. Qual a conduta inicial mais adequada na UBS?
Mulher de 26 anos, previamente
hígida, procura a UBS com quadro de dor lombar direita, febre aferida de 38,7 ºC há 24 horas, náuseas e
dois dias de disúria e polaciúria. Ao exame, apresenta
sensibilidade à punho-percussão em fossa lombar direita, PA 110/70 mmHg, FC 96 bpm, FR 18 irpm, SpO2 98% em ar ambiente. Urina tipo I mostra piúria intensa e bacteriúria, e o hemograma evidencia leucocitose leve. Está hidratando-se por via oral e tolerando
VO, sem vômitos importantes. Não hà comorbidades,
uso recente de antibióticos, nem internações ou viagens
recentes. Nessa situação, qual e´ a conduta MAIS adequada na UBS?
Mulher de 65 anos, hipertensa há 15 anos, comparece à UBS para consulta de rotina. Refere edema discreto em membros inferiores nos últimos
meses. Exame físico: PA 158/92 mmHg, IMC 28 kg/m2
.
Exames laboratoriais: creatinina sérica 1,4 mg/dL
(eTFG 42 mL/min/1,73m2 pela CKD-EPI), relação albumina/creatinina urinária (ACR) 450 mg/g em amostra isolada confirmada em segunda coleta, Hb 11,2
g/dL, K 4,8 mEq/L. Ecografia renal: rins simétricos sem obstrução. De acordo com as diretrizes KDIGO 2024 para Doença Renal Crônica (DRC), qual a conduta inicial mais adequada na UBS?
Mulher de 45 anos, sedentária,
procura atendimento na UBS por ganho de peso progressivo nos últimos 5 anos. Refere fadiga e dispneia
aos esforços. Peso: 92 kg; altura: 1,60 m; circunferência abdominal: 98 cm. Sem comorbidades conhecidas. Qual a conduta mais adequada inicial na UBS
para diagnóstico e manejo dessa paciente?
Mulher de 55 anos, conhecida portadora de hipotireoidismo primário autoimune em tratamento com levotiroxina 75 mcg/dia há 6 meses, comparece à UBS para reavaliação. Relata fadiga persistente e intoleraˆncia ao frio. Exame físico: bradicardia
(FC 58 bpm), pele seca. Exames laboratoriais: TSH
12,5 mUI/L (ref. 0,4-4,5), T4 livre 0,8 ng/dL (ref. 0,9-
1,8). Qual o ajuste mais adequado da dose de levotiroxina?
Homem de 58 anos, com IMC
26 kg/m2, sem história de doença cardiovascular
ou renal conhecida, comparece à UBS com sede,
poliúria e glicemia de jejum de 135 mg/dL confirmada em segunda dosagem e HbA1c de 7,2%.
Critérios diagnósticos confirmam diabetes mellitustipo
2. Considerando estratificação de risco cardiovascular baixo/intermediário e diretrizes brasileiras de 2025,
qual a escolha mais apropriada de terapia inicial?
Homem de 45 anos, tabagista (20
mac¸os-ano), procura a UBS com tosse produtiva há 4
semanas, febre vespertina, sudorese noturna e perda
de 6 kg em 1 mês. Radiografia de tórax revela infiltrado cavitário em lobo superior direito. São coletadas duas amostras de escarro para baciloscopia e TRM
TB (Xpert MTB/RIF Ultra), com resultado: MTB detectado, resistência á rifampicina não avaliada. Qual a
conduta inicial mais adequada na UBS, conforme diretrizes brasileiras atualizadas?