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TEXTO 01
Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’
    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.
    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”
    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)
    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.
Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Assinale a alternativa em que as palavras, extraídas do texto, apresentam, em sequência, ditongo crescente, hiato e ditongo decrescente:
 

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TEXTO 01
Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’
    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.
    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”
    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)
    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.
Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Levando em conta o texto, analise as afirmações a seguir:

I. A autora teve como objetivo principal expor argumentos em defesa da tese, usando estratégias argumentativas da exemplificação.
II. O texto apresenta argumentos que afirmam os benefícios da romã contra AVC e infarto.
III. Predominam no texto as funções de linguagem metalinguística e referencial.
IV. Pode-se inferir que a romã tem um potencial cardiovascular curativo.

Marque a alternativa correta:
 

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TEXTO 01
Romã pode ajudar o coração? O que a ciência já sabe sobre a ‘fruta da sorte’
    Pesquisas sugerem que os polifenóis da romã podem reduzir inflamação, pressão e LDL oxidado, mas especialistas alertam: apesar do potencial, faltam grandes estudos em humanos para confirmar impacto real no risco de infarto e AVC. Associada a rituais de prosperidade no fim do ano, a romã ganhou nos últimos anos um novo tipo de fama: a de possível aliada da saúde cardiovascular. Mas até que ponto essa reputação se sustenta fora da tradição e dentro da ciência? A resposta é mais complexa — e mais interessante — do que a ideia de que “faz bem” ou “não faz”. A romã reúne compostos que chamam atenção de pesquisadores pela capacidade de reduzir processos inflamatórios e oxidativos no organismo, dois mecanismos centrais na formação da aterosclerose, doença que leva ao entupimento das artérias. Mas, ao mesmo tempo, faltam estudos de grande porte em humanos capazes de medir seu impacto real sobre infartos, AVCs e mortalidade. Ou seja: há potencial, mas ainda não há consenso.
    Por que a romã entrou no radar da cardiologia. O ponto de partida está na composição única da fruta. A nutróloga Andrea Pereira, integrante do Comitê Científico do Instituto Vencer o Câncer, explica que a romã é especialmente rica em polifenóis — antioxidantes potentes que, em laboratório e em modelos animais, reduzem inflamação, estresse oxidativo e até a formação de placas de gordura nos vasos. (...)” O que existe é promissor, mas insuficiente para criar recomendações formais. (...)”
    “Daqui para frente, o que falta são grandes estudos prospectivos, com milhares de pessoas acompanhadas por anos, para responder à pergunta mais importante: Esses efeitos intermediários realmente se traduzem em menos infartos, AVCs e mortes?”, explica Naufel. Até lá, a fruta segue como coadjuvante, não como intervenção terapêutica.(...)
    Vale apostar na romã para o coração? No fim, a resposta é equilibrada — e talvez menos mágica do que a tradição sugere. Tudo o que a ciência já observou aponta que a romã tem, sim, potencial cardiovascular. Mas esse potencial é coadjuvante, não curativo. Não substitui remédios, não controla o colesterol sozinha e não impede infartos.
Disponivel em:https://g1.globo.com/saude/noticia/2025/12/16/ roma-pode-ajudar-o-coracao-o-que-a-ciencia-ja-sabe-sobre-a-fruta- -da-sorte.ghtml.Acesso em: 20.dez.2025.
Considere a leitura do texto acima e marque a alternativa que apresenta o gênero textual e a tipologia de base predominantes no texto acima:
 

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4101638 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
As doenças transmitidas por alimentos representam um risco importante, especialmente em ambientes hospitalares. Assinale a alternativa correta:
 

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4101637 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
Segundo o Ministério da Saúde, os alimentos devem ser:
 

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4101636 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
A higiene pessoal do manipulador de alimentos é um requisito essencial para a segurança alimentar, especialmente em ambientes hospitalares, pois previne contaminações e protege a saúde de pacientes e profissionais.

( ) Lavar as mãos antes de preparar alimentos.
( ) Tossir sobre os alimentos.
( ) Usar touca ou proteção nos cabelos.
( ) Trabalhar doente é aceitável.

Marque a alternativa que contém a sequência correta, conforme julgue serem falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmações acima.
 

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4101635 Ano: 2026
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
A ética profissional do auxiliar de cozinha hospitalar é fundamental para garantir um serviço seguro, responsável e alinhado aos princípios do cuidado em saúde, pois envolve o respeito às normas sanitárias, o sigilo sobre informações dos pacientes, a honestidade no manuseio de alimentos e materiais, além do compromisso com horários, rotinas e orientações da equipe técnica.

Qual das alternativas é compatível com a ética no trabalho?
 

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4101634 Ano: 2026
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
A organização do trabalho pelo auxiliar de cozinha hospitalar é um elemento fundamental para o bom funcionamento dos serviços de alimentação em unidades de saúde, pois está diretamente relacionada à segurança alimentar, à qualidade das refeições e ao cuidado integral com os pacientes.

( ) Organização facilita o trabalho.
( ) Ambientes bagunçados aumentam acidentes.
( ) Não influencia na produtividade.
( ) Ajuda a conservar materiais.

Marque a alternativa que contém a sequência correta, conforme julgue serem falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmações acima.
 

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4101633 Ano: 2026
Disciplina: Meio Ambiente
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
Qual das alternativas a seguir é mais adequada para conservar o meio ambiente?
 

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4101632 Ano: 2026
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Catalão-GO
Em caso de incêndio, marque a alternativa que contém a sequência correta, conforme julgue serem falsas (F) ou verdadeiras (V) as afirmações a seguir:

( ) Pequenos incêndios podem ser combatidos com extintores adequados.
( ) Água pode ser usada em incêndio elétrico.
( ) Conhecer rotas de fuga é importante.
( ) Manter materiais inflamáveis organizados ajuda na prevenção.
 

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