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4279055
Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Provas:
A biblioteca de uma escola recebeu uma doação de
livros para ampliar seu acervo. No primeiro dia,
chegaram 25 caixas, cada uma contendo 36 livros. No
segundo dia, chegaram 12 caixas, com a mesma
quantidade de livros por caixa. Após a conferência,
verificou-se que 25% dos livros estavam danificados e
precisaram ser devolvidos.
É correto afirmar que:
É correto afirmar que:
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4279054
Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Disciplina: Matemática
Banca: Pref. Bombinhas-SC
Orgão: Pref. Bombinhas-SC
Provas:
Uma gráfica cobra uma taxa fixa de R$ 25,00 pelo
preparo da impressão de um livro e mais R$ 0,80 por
página impressa. O custo total varia de acordo com a
quantidade de páginas.
Considerando que x representa o número de páginas impressas e C(x) representa o custo total, é incorreto afirmar que:
Considerando que x representa o número de páginas impressas e C(x) representa o custo total, é incorreto afirmar que:
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Ele tinha certeza de que alguém tinha pegado o livro.”
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Florianópolis, capital de Santa Catarina, é linda.”
Assinale a alternativa que apresenta a classificação correta dos termos em destaque:
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Talvez consiga um emprego novo.”
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Eu sou engenheiro.”
Assinale a opção que apresenta a classificação correta do termo em destaque:
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Se você me contar o problema, serei um ótimo ouvinte.”
Assinale a opção que apresenta a classificação correta da oração abaixo:
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Leia o texto e responda a questão:
Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Comemos maçã de manhã.”
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Mulheres leem mais, mas homens ainda
dominam as listas de mais vendidos
Apesar de representarem 61% dos leitores, mulheres
ainda são minoria nas listas de mais vendidos
As mulheres representam a maioria dos consumidores
de livros no Brasil, correspondendo a 61% do total,
enquanto os homens respondem por apenas 39%.
Apesar disso, quando se observam as listas de livros
mais vendidos, são os escritores homens que dominam
— uma contradição que revela desigualdades
enraizadas no mercado editorial e na própria formação
cultural desde a infância.
Uma das explicações para essa disparidade está nos
estímulos recebidos ainda na infância. Enquanto as
meninas são incentivadas a desenvolver hábitos ligados
ao conhecimento, à leitura e à calma, os meninos são
direcionados para atividades físicas e de ação, que
acabam sendo incompatíveis com a prática da leitura.
Esse condicionamento precoce contribui para que, na
vida adulta, muitos homens demonstrem resistência
em ingressar no universo da literatura, especialmente
no campo dos romances e da ficção.
Masculinidade e resistência à ficção
A resistência masculina à leitura de ficção está também
associada a questões de masculinidade. Para Pedro
Pacífico, o Bookster, em geral, os homens foram pouco
estimulados a lidar com seus sentimentos e com
histórias que envolvem amor, intrigas e emoções. Isso
gerou uma visão equivocada de que a leitura de
romances e ficção seria uma atividade associada ao
universo feminino. "A literatura ensina sobre o outro,
sobre nós mesmos, sobre a capacidade de respeitar o
diferente", e isso, como se destaca, não tem relação
com gênero.
O papel do marketing editorial
O mercado editorial também contribui para perpetuar
esse cenário. Como as mulheres são o público
consumidor predominante, as estratégias de marketing
são majoritariamente voltadas para elas, deixando de
lado iniciativas que poderiam atrair o público
masculino. Esse ciclo reforça ainda mais a distância dos
homens em relação à literatura de ficção.
O que os homens leitores consomem
Quando leem, os homens tendem a optar por livros
mais utilitários, com temáticas como
empreendedorismo, liderança e biografias de grandes
empresários. A literatura e a ficção ficam
frequentemente de lado, o que evidencia que a chamada "masculinidade frágil" impacta até mesmo as
escolhas no universo da leitura.
A expectativa é de que esse cenário se transforme, com
mais autoras mulheres nas listas de mais vendidos e
com homens superando o preconceito em relação aos
romances e à ficção — um aprendizado que, segundo a
análise, dificilmente se encontra em obras de caráter
puramente utilitarista.
(https://www.cnnbrasil.com.br/pop/mulheres-leem-mais-mashomens-ainda-dominam-as-listas-de-maisvendidos/#goog_rewarded)
“Jorge parecia feliz.”
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