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Foram encontradas 4.120.625 questões.

A Era Vargas marcou profundamente as relações de emprego no Brasil, com Getúlio Vargas atuando para ampliar os benefícios dos empregados. Em 1943, durante o Estado Novo, foi criado um importante documento que unificou as regras trabalhistas do país. Qual o nome desse documento?

 

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De acordo com as informações do Ministério da Saúde, a dengue faz parte de um grupo de doenças conhecidas como arboviroses. No Brasil, qual é o nome específico do mosquito vetor responsável por transmitir o vírus da dengue para as pessoas?

 

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Um projeto de pavimentação prevê a colocação de blocos de concreto em uma extensão de 2 quilômetros. No primeiro dia, a equipe conseguiu pavimentar 850 metros e, no segundo dia, avançou mais 450 metros. O responsável precisa calcular quantos metros ainda faltam para completar todaa extensão prevista no projeto inicial, a fim de dimensionar o material necessário para o terceiro dia. Considerando isso, qual é a medida, em metros, que resta para finalizar a obra?

 

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Para um evento oficial, foram comprados 240 pacotes de café. O organizador percebeu que a quantidade de pacotes é divisível por um número primo específico que também é o número de mesas do salão. Ao decompor o número 240 em fatores primos, o organizador deseja identificar qual é o maior número primo presente nessa decomposição para definir a quantidade de supervisores de mesa. Assim, qual é o valor desse MAIOR número primo encontrado na fatoração de 240?

 

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Uma secretaria municipal recebeu um lote de 1.500 formulários para uma pesquisa de satisfação. Após a primeira semana de trabalho, os recenseadores informaram que já haviam aplicado 60 por cento do total de formulários recebidos junto aos moradores da região central. O coordenador da pesquisa precisa saber o número exato de formulários que ainda não foram utilizados para planejar a próxima etapa. Diante disso, qual é a quantidade de formulários restantes no estoque?

 

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Um motorista oficial de um órgão público iniciou uma viagem de entrega de documentos às 08 horas e 45 minutos. Ele percorreu o trajeto planejado e chegou ao destino final às 11 horas e 15 minutos do mesmo dia. Durante o percurso, ele não fez nenhuma parada técnica ou de descanso. Com base nessas informações de registro de saída e chegada, qual foi o tempo total, em minutos, que o motorista levou para concluir essa tarefa de transporte institucional?

 

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Em uma obra pública, uma tubulação de 15 metros de comprimento precisa ser cortada em pedaços menores de 25 centímetros cada para a instalação de conexões em um conjunto habitacional. O mestre de obras precisa informar ao almoxarifado a quantidade total de pequenos pedaços que serão obtidos após o corte de toda a barra. Considerando que NÃO haverá desperdício de material durante o processo de corte, quantos pedaços de tubulação serão disponibilizados para a obra?

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

Para organizar o raciocínio, o texto vale-se de termos conectivos. No quinto parágrafo, encontramos a seguinte passagem explicando a meta dos cientistas: "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo". O termo sublinhado liga as ideias do texto e expressa um sentido específico. Acerca disso, assinale a alternativa CORRETA.

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O avanço do estudo sobre o biossensor prevê novas fases para comprovar a sua eficiência e expandir o seu uso. Considerando as informações contidas no texto, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) O dispositivo já foi testado com sucesso em milhões de pacientes nos hospitais brasileiros.

( ) Os próximos passos da pesquisa incluem ampliar os testes usando também amostras de saliva e urina.

( ) O estudo foi realizado exclusivamente por cientistas e médicos estrangeiros.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?

 

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Para responder às questões 01 a 10, leia o texto abaixo.

USP cria biossensor barato que identifica câncer de pâncreas em 10 minutos

Pesquisadores brasileiros desenvolveram um sensor eletroquímico capaz de detectar o câncer no pâncreas ainda nos estágios iniciais. O dispositivo identifica uma molécula biomarcadora (CA19-9) da doença em baixas quantidades no sangue do paciente, oferecendo uma alternativa mais simples e barata a exames convencionais e menos acessíveis.

"Nos estágios iniciais, o câncer de pâncreas é assintomático, o que faz com que a doença seja identificada, na maioria das vezes, tardiamente. É por isso também que é um dos mais letais. Tanto que, nesses casos avançados, a taxa de sobrevida em cinco anos é de apenas 3%. A ideia de desenvolver esse biossensor simples e barato surge do princípio de dar acesso à rastreabilidade dessa doença", conta Débora Gonçalves, professora do IFSC-USP (Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo) e coordenadora do projeto.

No estudo, publicado na revista ACS Omega, os pesquisadores descrevem o funcionamento de um sensor que detecta a presença da proteína CA19-9, o principal marcador biológico do câncer de pâncreas. A proteína é frequentemente utilizada como marcador tumoral no acompanhamento da doença, sendo identificada apenas em exames laboratoriais mais complexos.

"Nos testes que realizamos com 24 amostras de sangue de pacientes em diferentes estágios da doença e do grupo-controle, obtivemos respostas estatisticamente semelhantes às dos exames tradicionais. O próximo passo do nosso trabalho é ampliar o número de análises e o tipo de amostras, incluindo sangue, saliva e urina disponibilizados pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto", conta Gabriella Soares, aluna de doutorado em engenharia de materiais da USP, bolsista da FAPESP e primeira autora do estudo.

O câncer de pâncreas costuma ser identificado por meio de ensaio imunoenzimático (Elisa), que exige laboratórios equipados, mão de obra qualificada e tempo de processamento longo, quando comparado aos biossensores. "Por isso, o objetivo da pesquisa foi criar uma ferramenta de rastreio de baixo custo que facilite o acesso da população ao diagnóstico precoce, aumentando significativamente as chances de sucesso terapêutico", afirma Soares.

O novo sensor atua medindo a capacidade de armazenar cargas elétricas (capacitância) em presença da glicoproteína CA19-9 no sangue dos pacientes, funcionando como um sistema de "chave e fechadura". Isso porque a superfície do dispositivo contém anticorpos específicos contra a proteína CA19-9 e, quando o sangue do paciente entra em contato com o sensor, os anticorpos reconhecem as moléculas do biomarcador e capturam a proteína.

A ligação altera a distribuição de cargas elétricas na superfície do eletrodo e o sensor traduz essa variação em um sinal mensurável de capacitância. "Quanto maior a concentração de CA19-9, maior a variação detectada no sensor. Em cerca de dez minutos, o sistema compara o resultado com uma curva de calibração preestabelecida, estimando a quantidade da proteína no sangue. Isso nos permite identificar concentrações muito baixas de CA19- 9, o que possibilita o diagnóstico precoce da doença de forma rápida e acessível", explica Soares.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/usp-cria-biossensor-barato-que-identifica-cancer-de-pancreas-em-10-minutos/ (adaptado)

O texto expõe como o resultado do exame é medido pelo novo dispositivo criado pelos cientistas. Diante disso, analise a adaptação a seguir, baseada nas ideias da reportagem:

A ferramenta visa _______ o diagnóstico da doença. Além disso, a pesquisadora explicou que, quanto ________ a concentração da proteína CA19-9 no sangue, maior será a variação detectada no sensor.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

 

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