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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
Compete aos Conselhos Regionais aplicar as penalidades aos profissionais de enfermagem.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No período “No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana.”, o vocábulo “desse” retoma, por referenciação anafórica, o termo “antibióticos”.
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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
O Conselho Federal de Enfermagem exerce função meramente consultiva, sem poder normativo.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No segmento “Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos.”, sem que haja prejuízo à correção gramatical, a forma verbal “refere-se” poderia ser substituída por reporta.
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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
Embora submetidos à supervisão finalística do Conselho Federal de Enfermagem, os Conselhos Regionais de Enfermagem exercem autonomia administrativa e financeira, nos estritos limites da Lei, característica essa que é inerente às autarquias corporativas responsáveis pela fiscalização do exercício profissional.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
No trecho “De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação”, o termo “cerca de” indica valor objetivo e estatisticamente preciso.
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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
Em conformidade com o modelo constitucional de organização do Sistema Único de Saúde (SUS), a descentralização constitui diretriz estruturante, implicando a existência de comando único nas esferas federal, estadual e municipal, sem prejuízo da cooperação técnica e financeira entre os entes federados.
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Texto para os itens de 1 a 20.
Medicamentos são substâncias desenvolvidas para promover benefícios à saúde, atuando na recuperação do organismo, no controle de doenças crônicas, no alívio de sintomas, na prevenção de enfermidades e até no auxílio diagnóstico. Entretanto, o uso indiscriminado, inadequado ou irracional desses produtos pode gerar consequências graves, como reações adversas, dependência, redução da eficácia terapêutica e intoxicações. Segundo especialistas da área, o uso incorreto de medicamentos é a principal causa de intoxicação no Brasil e a segunda maior causa de óbitos por agentes tóxicos.
Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas. De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (ABIFARMA), cerca de 80 milhões de brasileiros praticam a automedicação, impulsionados por fatores como a facilidade de acesso aos medicamentos, a não obrigatoriedade de prescrição médica, a escassez de informações adequadas e a grande quantidade de estabelecimentos não farmacêuticos.
Outro aspecto preocupante refere-se ao consumo de antibióticos. No Brasil, a comercialização desse tipo de medicamento supera a de analgésicos e anti-inflamatórios, contribuindo para o aumento da resistência bacteriana. Em países da Europa e da América do Norte, a venda desses fármacos é rigidamente controlada, exigindo prescrição médica, justamente para conter esse problema. Em contrapartida, em diversas regiões do mundo, o acesso facilitado amplia o consumo inadequado e fortalece interesses mercadológicos.
Diante desse contexto, é imprescindível promover o uso racional de medicamentos. Embora sejam recursos terapêuticos fundamentais e financeiramente viáveis quando utilizados corretamente, atitudes irresponsáveis podem comprometer a saúde coletiva. Assim, a atuação das equipes de saúde na orientação da população é essencial para garantir uma utilização consciente, segura e eficaz, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e para a redução de danos evitáveis à saúde pública. Internet: (com adaptações). No que concerne às ideias do texto, julgue os itens seguintes.
Internet: <ares.unasus,gov,br> (com adaptações).
Com relação às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens a seguir.
Sem prejuízo à correção gramatical e à coerência textual, na estrutura “Entre os medicamentos mais consumidos no País, destacam-se os analgésicos, cujo uso excessivo pode provocar sérios efeitos colaterais e interações medicamentosas perigosas.”, o vocábulo “cujo” poderia ser substituído pela expressão onde o.
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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
A assistência à saúde é livre à iniciativa privada, sendo vedada qualquer forma de regulamentação estatal.
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De acordo com a CRFB/1988, com a Lei nº 5.905/1973, com o Decreto nº 94.406/1987, com a Lei nº 14.133/2021, e com as Resoluções COFEN nº 507/2016, nº 564/2017, nº 581/2018, nº 584/2018, nº 609/2019, nº 706/2022, nº 721/2023, nº 769/2024 e nº 782/2025, julgue os itens a seguir.
As ações e os serviços públicos de saúde podem ser executados diretamente ou por terceiros, mediante pessoa física ou jurídica de direito privado.
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