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Foram encontradas 13.782 questões.

3997993 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Uma universidade pública inicia uma política de inclusão que foca exclusivamente na reforma arquitetônica dos prédios (rampas, barras, elevadores), mantendo inalterados:


⋅ os critérios de avaliação,

⋅ horários incompatíveis com rotinas de cuidado de estudantes com deficiência,

⋅ metodologias centradas em longas exposições orais sem pausas,

⋅ aspectos de acessibilidade comunicacional (materiais não adaptados, linguagem técnica inacessível),

⋅ práticas docentes que penalizam atrasos decorrentes de barreiras funcionais.

A equipe gestora afirma que “a acessibilidade está resolvida, pois agora tudo é fisicamente acessível”. Um grupo de estudantes denuncia que, apesar das reformas, segue excluído de atividades curriculares, provas e projetos de extensão.

Com base em Jurdi et al. (2024), e considerando a concepção ampliada de acessibilidade e justiça ocupacional, qual deve ser a análise e a atuação esperada da Terapia Ocupacional?

 

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3997992 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Em uma reunião intersetorial entre profissionais da saúde, educação e assistência social, o terapeuta ocupacional Felipe é questionado sobre sua função no acompanhamento de um grupo de adolescentes em vulnerabilidade, que apresentam histórico de evasão escolar, uso de substâncias e conflitos com professores.

A equipe de saúde espera que ele trabalhe “as habilidades socioemocionais” dos jovens, enquanto a escola pede “oficinas de disciplina e comportamento”.

Felipe propõe um projeto intitulado “Ocupar a Escola: corpos, espaços e sentidos”, com atividades de coautoria dos estudantes na reorganização dos espaços e regras do recreio, utilizando fotografia, teatro e grafite.

Diante da resistência de parte dos profissionais, que consideram a proposta “muito artística e pouco terapêutica”, qual fundamentação melhor justifica sua pertinência segundo Souza, Borba & Lopes (2024), Folha et al. (2023) e Mecca (2022)?

 

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3997991 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Uma Secretaria de Educação elabora uma política de apoio escolar que prevê “salas de recursos como espaços terapêuticos”. O texto afirma que a função central desses espaços é “corrigir déficits funcionais antes do retorno à sala comum”. A escola solicita ao Terapeuta Ocupacional que organize “grupos terapêuticos de estimulação” fora da sala regular.

De acordo com Lins et al. (2023), práticas que retiram o aluno da sala comum reforçam a segregação. E, segundo Souza et al. (2024), a Terapia Ocupacional deve atuar como ponte crítica entre políticas públicas e práticas reais.

Qual deve ser a postura técnica do terapeuta ocupacional?

 

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3997990 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Durante a análise da rotina de uma escola do DF, uma terapeuta ocupacional identifica que crianças imigrantes recém-chegadas não participam das atividades de roda, evitam interações no recreio e se isolam durante atividades de brincadeira livre. As professoras interpretam isso como “timidez” ou “falta de interesse”, mas observações revelam barreiras linguísticas, ausência de mediação cultural e pouca flexibilidade nas regras de participação.

Com base na análise do brincar como prática sociocultural (Folha et al., 2023) e na concepção de escola como espaço de formação cultural e política (Souza et al., 2024), qual deve ser o foco da intervenção do terapeuta ocupacional?

 

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3997989 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Uma escola de educação infantil relata que crianças autistas “têm dificuldade de participar das brincadeiras do parque” e atribui isso exclusivamente à falta de compreensão das regras. Entretanto, observações sistemáticas mostram que as regras são rígidas, impostas por um pequeno grupo, sem negociação, e que o espaço físico limita interações colaborativas.

Segundo Folha et al. (2023), a participação na brincadeira não é uma propriedade individual da criança, mas um fenômeno relacional, cultural e marcado pela organização do ambiente físico e social.

Os autores reforçam que desigualdades de participação surgem justamente quando os contextos não oferecem oportunidades equitativas de engajamento.

À luz desse entendimento, qual interpretação o terapeuta ocupacional deve assumir?

 

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3997988 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Nos últimos anos, diversos estudos têm apontado que a presença do terapeuta ocupacional nas escolas brasileiras ainda é fortemente atravessada por modelos clínicos, fluxos de encaminhamento centrados no laudo médico e práticas individualizantes, mesmo em redes públicas que afirmam seguir políticas inclusivas. De acordo com Souza, Borba & Lopes (2024), essa hegemonia não decorre apenas de um problema operacional, mas de uma matriz epistemológica que ainda associa “dificuldades escolares” a “déficits individuais”, deslocando a análise das barreiras institucionais para o corpo do estudante.

Durante uma reunião intersetorial, a direção de uma escola expressa:

“Entendemos que participação e acessibilidade são importantes, mas o sistema oficial exige laudo para liberar apoio. Sem laudo, não temos o que fazer. A escola não tem estrutura para trabalhar com essas perspectivas abstratas.”

Esse posicionamento evidencia o tensionamento entre o paradigma biomédico e aquele defendido pelos autores citados, que propõem uma escola de massa capaz de responder às singularidades sem patologização.

Diante desse cenário, qual deve ser a conduta técnica e ética do terapeuta ocupacional, considerando também as discussões de Souto, Gomes & Folha (2018) sobre medicalização e análises institucionais?

 

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3997987 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Folha et al. (2020), descrevem uma série de instrumentos de avaliação que podem ser usados pelo terapeuta ocupacional no contexto escolar. Um deles trata-se de instrumento que avalia a participação nos ambientes da casa, da escola e da comunidade, a partir da percepção de seus pais e/ou responsáveis. Permite a compreensão sobre o nível atual de participação, ao mesmo tempo que incentiva estratégias de resolução de problemas para melhor apoiar uma maior participação. Sua utilização favorece o desenvolvimento de intervenções centradas no contexto e na participação. O nome do instrumento descrito é:

 

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3997986 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

O Art. 5° da Res. 500 (COFFITO, 2018) refere que o exercício do Terapeuta Ocupacional Especialista no Contexto Escolar envolve conhecimento em várias áreas, dentre elas acerca de instrumentos de mensuração e avaliação relacionados ao contexto escolar. Folha, Gregorutti, Okuda e Sant’Anna (2020) dialogam a respeito de instrumentos que podem ser potencialmente relevantes nesse cenário. Assinale a alternativa que lista exemplos de avaliações comumente utilizadas na atuação do terapeuta ocupacional em contextos escolares:

 

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3997985 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Madaschi (2023) explora, analisa e relata exemplos de percursos inclusivos a partir da utilização da Tecnologia Assistiva como recurso do terapeuta ocupacional no contexto escolar. A esse respeito, pode-se afirmar que:

 

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3997984 Ano: 2025
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: IADES
Orgão: COFFITO

Assinale a alternativa que melhor ilustra a abordagem top-down na atuação do Terapeuta Ocupacional em contexto escolar:

 

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