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Em uma cidade que dispõe de um Terapeuta Ocupacional especialista em contexto escolar, a equipe está revisando o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) para inclusão de estudantes com TEA, com ênfase em participação social, comunicação e autonomia. O PDI propõe uma abordagem intersetorial com avaliação funcional, ajustes ambientais e curriculares, modulação sensorial, comunicação alternativa e participação de pares, com participação da família e comunidade, além de um sistema de rastreabilidade de progressos.
Considerando a literatura de Alves & Silva (2022), Folha et al. (2023), Souto et al. (2018) e a cartilha CREFITO-3 (2025), qual conjunto de ações descreve a prática mais completa para sustentar a inclusão no âmbito escolar?
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Carlos é terapeuta ocupacional em uma escola regular na qual Pedro está matriculado. Pedro é um estudante de 8 anos com paralisia cerebral que apresenta comprometimento motor nos membros superiores, dificultando a preensão e manipulação de materiais escolares convencionais. A professora relata que Pedro demonstra interesse pelas atividades pedagógicas, mas tem dificuldade para segurar o lápis, manusear livros e participar de atividades que envolvam a escrita. A partir da observação e de diálogos com Pedro e com a professora, Carlos considerou pertinente a prescrição de recursos de tecnologia assistiva para favorecer a participação de Pedro nas atividades escolares.
Com base no texto, qual deve ser a abordagem adequada de Carlos para a prescrição de tecnologia assistiva neste caso?
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Joana é terapeuta ocupacional recém-contratada por uma Instituição de Ensino Superior (IES) que possui 150 estudantes com deficiência matriculados. A direção da universidade solicitou que ela elaborasse um plano de ação voltado a aprimorar os recursos e práticas que favorecem a inclusão escolar desses estudantes. Joana observou que, apesar de haver acessibilidade física nos prédios, muitos estudantes com deficiência relatam dificuldades significativas em sua permanência e participação nas atividades acadêmicas.
Com base em Jurdi et al. (2024) e na situação apresentada, qual deve ser a principal abordagem de Joana como terapeuta ocupacional nesta IES?
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No campo da Terapia Ocupacional, ainda existem poucos estudos abordando a atuação do terapeuta ocupacional e os processos de inclusão no ensino superior. Entretanto, Jurdi et al., (2024), acendem um debate acerca da acessibilidade no contexto escolar na etapa do ensino superior, destacando possibilidades de contribuições possíveis do terapeuta ocupacional diante das vastas demandas e listando uma série de normativas e políticas educacionais inclusivas voltadas para orientar o funcionamento e a organização da educação brasileira. Nesse cenário, relacione as colunas de normativas oficiais à sua caracterização, no que tange às políticas mencionadas pelas autoras:
1 - Lei n.º 12.711/2012
2 -Lei nº 13.146/2015
3 - Lei nº 13.409/2016
4 - Decreto nº 11.793/2023
I - Lei Brasileira de Inclusão, conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência, que considera a experiência de deficiência a partir do modelo biopsicossocial.
II - Sanciona o sistema de reserva de vagas ou cotas enquanto modalidade de ação afirmativa ao ensino superior.
III - Institui o Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com deficiência.
IV - Insere as pessoas com deficiência ao sistema de cotas.
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Em uma escola da Rede Municipal de Ensino, a terapeuta ocupacional e a professora de uma turma do 7º ano do ensino fundamental (anos finais) discutem estratégias para favorecer a participação de um estudante que demonstra dispersão e dificuldade em concluir tarefas.
Com base na afirmação de Alves & Silva (2022) de que “o trabalho em conjunto do professor com o terapeuta ocupacional pode ser potente na criação de relações que proporcionem melhorias na inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais (NEE), facilitando o engajamento destes nos processos educacionais”, qual das opções abaixo expressa a característica central dessa parceria?
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Analise a frase retirada do texto de Alves & Silva (2022): “Oferecer comandos de forma clara, por meio da repetição e do estímulo auditivo e visual, parece ser uma maneira de reforçar o que o aluno deve fazer no que tange às atividades escolares.”
Neste caso, o terapeuta ocupacional e o professor estão oferecendo adaptações razoáveis voltadas principalmente para:
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Uma instituição privada de educação infantil implementa um protocolo interno que determina que todas as crianças com paralisia cerebral classe GMFCS II–V devem receber um “kit padrão de tecnologia assistiva”, composto por utensílios préselecionados (talheres adaptados, pranchas de comunicação pictográfica genérica e cadeiras posturais padronizadas). O protocolo foi criado para “otimizar recursos e evitar variações entre profissionais”.
A terapeuta ocupacional responsável é pressionada a seguir o protocolo, mesmo quando observa que:
⋅ a criança demonstra preferência por objetos não padronizados, construídos com a turma;
⋅ as rotinas pedagógicas são rígidas e não permitem a experimentação de novos modos de participação;
⋅ o kit é introduzido sem análise da atividade, do ambiente, da demanda escolar ou da agência da criança;
⋅ professores entendem a Tecnologia Assistiva (TA) como “equipamento terapêutico” e não como recurso pedagógico de mediação.
Considerando Rocha & Deliberato (2012) e discussões contemporâneas sobre participação, qual é o erro conceitual mais grave do protocolo e qual deve ser a atuação da terapeuta ocupacional?
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