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A literatura contemporânea crítica ao uso de escalas de independência para determinar “níveis de participação” argumenta que a participação, na perspectiva da Terapia Ocupacional, não deve ser compreendida como grau de autonomia, execução motora ou cumprimento de etapas formais da tarefa.
Em vez disso, defende-se que participação envolve engajamento, pertencimento, sentido atribuído e relações estabelecidas no contexto escolar. As autoras sustentam que classificações prescritivas podem reforçar estereótipos, expectativas normativas e leituras capacitistas.
Com base nessa perspectiva, qual alternativa melhor representa um modo adequado de compreender participação?
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Diversas análises recentes apontam que a Terapia Ocupacional no contexto educacional brasileiro deve superar práticas centradas no indivíduo e avançar para formas de atuação que reconheçam a escola como espaço social, cultural e político, que envolve múltiplos agentes e sistemas de organização. A literatura defende que a atuação não pode limitar-se às demandas imediatas de sala de aula ou às expectativas de atendimento clínico individual, exigindo abordagens ampliadas que articulem rotina escolar, participação, relações comunitárias e condições organizacionais.
Considerando essa perspectiva, qual alternativa melhor expressa o papel ampliado do terapeuta ocupacional nas proposições “na e para” a escola?
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Considerando a Resolução COFFITO nº 500/2018, assinale a alternativa que indica corretamente quais afirmativas estão corretas:
I - A formação profissional da especialidade “Terapia Ocupacional no Contexto Escolar”, considera todas as áreas de desempenho ocupacional e atividades cotidianas nestes espaços, exceto Atividades da Vida Diária (AVD), que se encontra mais vinculada à atuação em contexto de saúde.
II - O exercício do Terapeuta Ocupacional Especialista no Contexto Escolar envolve conhecimento em várias áreas, inclusive nas áreas de Leis e Políticas Públicas de Inclusão no Brasil, do Sistema Único de Assistência Social, do Conhecimento das Redes de Apoio, da Ética, Bioética e Deontologia da Terapia Ocupacional, do desenvolvimento ontogenético e psicossocial do indivíduo desde o seu nascimento até a velhice, da ergonomia cognitiva e da gestão de processos e de recursos humanos.
III - O Terapeuta Ocupacional Especialista em Contexto Escolar pode exercer as seguintes atribuições, entre outras: Coordenação, supervisão e responsabilidade técnica; Gestão; Direção; Chefia; Consultoria; Auditoria; Perícia; Ensino, pesquisa e extensão.
IV - A atuação do Terapeuta Ocupacional especialista em Contexto Escolar se caracteriza pelo exercício profissional em todas as modalidades, etapas e níveis de ensino, e deve se dar por meio de educação e intervenção, oferecidos ao estudante e comunidade educativa, sem envolver ações de prevenção e promoção, devido estas estarem vinculadas à atuações profissionais no campo da saúde e não da educação.
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- Terapia Ocupacional na Atenção à Saúde
- Cuidados Paliativos e da Vida Diária na Terapia Ocupacional e na Interdisciplinaridade
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