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A Igreja católica, qual mãe zelosa, não apenas cuida de reunir os cristãos em uma atitude ecumênica recomendada pelo Concílio Vaticano II (Unitatis Redintegratio), mas também procura uma aproximação com toda a humanidade, pois Deus criador é pai de todos os homens, dá a cada um a consciência moral, que, iluminada pela Revelação (Escritura e Tradição), permite a elaboração de uma Teologia Moral. Tendo em vista o interrelacionamento entre o ecumenismo e a teologia moral, julgue o item subseqüente.
A Igreja vê com estima os muçulmanos que adoram o único Deus vivo, misericordioso e onipotente, criador do Céu e da Terra, e que, além disso, esperam o dia do juízo final, têm em estima a vida moral e praticam a oração, o jejum e a esmola.
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Dos documentos citados abaixo, assinale a alternativa que contém a primeira encíclica promulgada por Paulo VI.
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Assinale a única alternativa que contém a definição de juízo particular segundo o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica (cf. 208).
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A conhecida sentença de que “o sangue dos mártires é a semente da igreja” foi cunhada por Tertuliano (160-220), no período em que havia violenta perseguição aos cristãos. A obra em que Tertuliano escreveu a sua conhecida sentença é denominada
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A figura do pastor se afirmou, com efeito, particularmente na do pregador. Isto é, na efetuação do discurso visando diretamente a transmitir o sentido da vontade divina e da condição humana. Ele se decidiu pela dessacralização do apelo clerical, fazendo do pastor não o intermediário obrigatório para o acesso aos “bens de salvação”, mas um teólogo versado nas Escrituras e na sua interpretação. A Reforma, neste sentido, já é a entrada do papel do clérigo na modernidade, pois que ela fez dele um especialista na figura do doutor. Mas essa modernidade pode paradoxalmente revelar-se como um handicap na conjuntura atual. Se existe, com efeito, uma tendência ao reconhecimento do papel do clérigo como especialista, não se trata de reabilitação do poder normativo do doutor, mas sim do reconhecimento de uma autoridade de competência das questões de sentido.
Jean-Paul Willaime. O pastor protestante como tipo específico de clérigo. In: Estudos de Religião, 25, 2003, p. 155.
Com relação às questões de cunho pastoral expressas pelo texto acima, julgue o item a seguir.
A figura do clérigo como principalmente doutor em Bíblia corresponde plenamente às exigências pastorais da atualidade.
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Todas as coisas que existem são boas, e aquele mal que eu procurava não é uma substância, pois, se fosse substância, seria um bem. Procurei o que era a maldade e não encontrei uma substância, mas, sim, uma perversão da vontade desviada da substância suprema — de Vós, ó Deus — e tendendo para as coisas baixas.
Santo Agostinho. Confissões – Coleção Os Pensadores. Abril Cultural, v. VI, p. 140-2 (com adaptações).
A partir das idéias do texto acima, julgue o item seguinte, no que se refere ao pecado e ao perdão.
Deus dá a graça, que é um dom superior, para que os homens possam fazer o bem a todos os homens, indistintamente, assumindo Deus o bem onde quer que ele apareça.
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O espírito é o servo e o enviado de Cristo. Eis um bom resumo da forma como a teologia ocidental delimitou a relação pneumatologia e cristologia. O Espírito como a confirmação subjetiva da revelação em Cristo (Barth) surge quase como um paradigma da teologia ocidental. A revelação de Deus, segundo Barth, dá-se de fora para dentro, não é resultado do esforço humano. Esta revelação é voltada, porém, para nós. Na relação com a cristologia, Barth parte do princípio que o Espírito Santo (...) não amplia o elemento cristológico, mas confirma o já dito e vivido. (...) Contrariando Barth e um grande número de teólogos ocidentais, [na visão pentecostal] o Espírito não é uma mera confirmação subjetiva da presumida objetividade da revelação de Deus em Cristo. Muitas vezes, vemos narrativas do Cristo bíblico apontando o Espírito como o responsável pela própria direção, execução e definição de conteúdo da missão. Poderíamos dizer que Jesus é uma confirmação localizada, específica, sui generis da manifestação mais ampla de Deus como Espírito que tudo transfunde e recria.
Antonio Carlos de Melo Magalhães. O pentecostalismo e o pensamento teológico atual: reflexões sobre pneumatologia e experiência na reflexão teológica. In: Estudos de Religião, 15, 1991, p. 74-6 (com adaptações).
Julgue o item seguinte, relativo a questões de teologia sistemática, conforme a contraposição de duas visões teológicas proposta pelo texto acima.
Diversas narrativas bíblicas apontam para o Filho como responsável pela direção da missão do Espírito.
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Deus ou quer impedir os males e não pode, ou pode e não quer, ou não quer nem pode, ou quer e pode. Se quer e não pode, é impotente: o que é impossível em Deus. Se pode e não quer, é invejoso: o que, do mesmo modo, é contrário a Deus. Se nem quer nem pode, é invejoso e impotente: portanto, nem sequer é Deus. Se pode e quer, o que é a única coisa compatível com Deus, donde provém então a existência dos males? Por que razão é que não os impede?
Epicuro. Coleção Os Pensadores, S. Paulo. Abril Cultural, v. V, p. 28.
Com relação a essa temática, que ocupa a atenção humana desde antes de Cristo, julgue o item a seguir.
A Bíblia é um livro que, inspirado por Deus, não pode errar; foi escrito pelo hagiógrafo, mas ditado pelo Espírito Santo, por isso todos os mitos ou fábulas nele existentes expressam a verdade histórica e geográfica dos fatos.
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Flávio Josefo descreve da seguinte forma a configuração geopolítica da Galiléia no tempo de Jesus.
Há duas Galiléias, uma chama-se a alta e a outra a baixa; ambas são limitadas pela Fenícia e pela Síria. Do lado do ocidente, estão a cidade de Tolemaida, todo o seu território e o monte Carmelo, que outrora pertencia aos Galileus e agora é dos Tírios, perto do qual está a cidade de Gamala, chamada a cidade dos cavaleiros, porque o rei Herodes para lá mandava os dispensados. Do lado do Sul tem, na fronteira, a Samaria e Citópolis, até o rio Jordão. Do lado do oriente, os seus limites são Hipom, Gadaris e Galaunita, que são também os do reino de Agripa. E do lado do Norte confinam com Tiro e seus territórios.
Flávio Josefo. Antigüidades judaicas 3, IV, p. 238.
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o seguinte item, relativo à história e à geografia da Palestina.
A Galiléia está ao sul da Judéia e a oeste da Fenícia.
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Flávio Josefo descreve da seguinte forma a configuração geopolítica da Galiléia no tempo de Jesus.
Há duas Galiléias, uma chama-se a alta e a outra a baixa; ambas são limitadas pela Fenícia e pela Síria. Do lado do ocidente, estão a cidade de Tolemaida, todo o seu território e o monte Carmelo, que outrora pertencia aos Galileus e agora é dos Tírios, perto do qual está a cidade de Gamala, chamada a cidade dos cavaleiros, porque o rei Herodes para lá mandava os dispensados. Do lado do Sul tem, na fronteira, a Samaria e Citópolis, até o rio Jordão. Do lado do oriente, os seus limites são Hipom, Gadaris e Galaunita, que são também os do reino de Agripa. E do lado do Norte confinam com Tiro e seus territórios.
Flávio Josefo. Antigüidades judaicas 3, IV, p. 238.
Tendo como referência inicial o texto acima, julgue o seguinte item, relativo à história e à geografia da Palestina.
Flávio Josefo escreveu em grego duas obras: Antiguidades Gregas e A Guerra Gálica.
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