Os movimentos sociais não são novidades históricas, mas são os anos sessenta, do século passado, que através e de outros movimentos contra discriminação e subordinação de determinados grupos, como o dos homossexuais, dos negros e de outras , que sinalizam as profundas transformações culturais incorporadas agora no nosso dia. O desenvolvimento tecnológico e o avanço do domínio dos homens sobre a natureza, questões como a exclusão social, o aquecimento global, entre outras, colocaram novos problemas para a espécie humana e para o futuro do planeta dando origem a novos movimentos entre os quais os em suas diferentes correntes. Assinale a alternativa que preencha corretamente as lacunas do texto apresentado.
Florestan Fernandes foi um acadêmico integral, mais bem aparelhado conceitualmente e dedicou a maior parte de sua vida à elaboração de um pensamento socialista, original e criador. São de Florestan e seus colaboradores, as conclusões abaixo, EXCETO:
Os conceitos de “burguesia” e “estado” ocupam um espaço preponderante nestas análises, conduzidas a partir da inspiração de Florestan Fernandes, por jovens sociólogos. Mas o argumento da revolução burguesa está longe de se constituir em variável analítica independente, como na obra de Florestan no(a):
O texto enfoca os conceitos iniciais da Sociologia e demonstra uma tentativa de interpretação da realidade social. Explicita o texto que havia necessidade de superações racionais para a maior parte das interpretações. Conclui-se que as interpretações eram baseadas em:
Sindicalismo e trabalho na sociologia brasileira têm seu ápice nos anos 90 do século XX (década neoliberal), quando um novo complexo de reestruturação produtiva em seu momento predominante, surge o sindicalismo, considerado expressão contingente da fragmentação da classe trabalhadora. Com esta premissa, analise os itens abaixo:
I. A degradação estrutural do mundo do trabalho contribuiu sobre maneira para aprofundar o cenário de barbárie social.
II. Os altos e crescentes índices de criminalidade nos centros metropolitanos é resultado cumulativo de um modo de produção social que se tornou incapaz de absorver contingentes maciços de força de trabalho e voraz em degradar emprego, salário e condições de trabalho organizado.
III. A sensação de perda contínua no emprego, salário e condições de trabalho imprimiu a sua marca em contingentes maciços da População Economicamente Ativa (PEA), mesmo nos breves momentos de recuperação da economia brasileira.