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Respondida
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na relação entre os conceitos de formação discursiva e formação ideológica, julgue os itens que se seguem.
Na sociedade capitalista contemporânea, dada a ideologia
dominante, não há espaço para o confronto entre discursos
contra-hegemônicos e aqueles que reforçam o aparato
ideológico dominante.
Respondida
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na relação entre os conceitos de formação discursiva e formação ideológica, julgue os itens que se seguem.
As formações discursivas representam as formações
ideológicas que lhe são correspondentes; portanto, em
contextos históricos diferentes, expressões e palavras ganham
cargas ideológicas diferentes.
Respondida
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na relação entre os conceitos de formação discursiva e formação ideológica, julgue os itens que se seguem.
Formações discursivas são meios pelos quais as formações
ideológicas se manifestam, intervindo nas relações e na
prática social.
Respondida
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na relação entre os conceitos de formação discursiva e formação ideológica, julgue os itens que se seguem.
Se, como afirma a autora, as formações ideológicas
dominantes correspondem ao modo de produção dominante,
infere-se que os discursos hegemônicos em dada sociedade
são os que advêm de camadas que questionam esse modo de
produção.
Respondida
A partir das informações veiculadas no texto acima e com base na relação entre os conceitos de formação discursiva e formação ideológica, julgue os itens que se seguem.
É correto citar como exemplos de formas da ideologia a
religião, o direito, a política, aos quais corresponderiam
também tipos específicos de discurso.
Respondida
O pensamento marxista dedica mais atenção ao operário do que ao solo. No entanto, há estudos que ilustram bem este processo quando compara o uso capitalista da ciência com o aprendiz de feiticeiro, na medida em que
A
ele desencadeia forças sociais impossíveis de serem controladas. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que refletisse sobre uma filosofia da união entre homem e natureza, não elaborou uma tese sobre os efeitos da crise ambiental forjada no comunismo.
B
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las. Assim, pode-se considerar que Marx por mais que elaborasse uma filosofia da união entre homem e natureza, não previu e não tinha consciência da magnitude da crise ambiental forjada pelo capitalismo.
C
ele desencadeia forças sociais e metafísicas, mas é incapaz de controlá-las. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da separação entre homem e natureza, não previu a catástrofe de uma crise ambiental forjada pelo capitalismo e pelo socialismo.
D
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las a contento. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da cisão entre homem e natureza, não previu as consequências da crise ambiental forjada pelo socialismo.
E
ele desencadeia forças da natureza, mas é incapaz de controlá-las a curto prazo. Assim, pode-se considerar que Marx, por mais que elaborasse uma filosofia da união entre homem e natureza, não previu e não tinha consciência da magnitude da crise ambiental forjada pelo socialismo e pelo comunismo.
Respondida
No pensamento brasileiro houve quatro posturas distintas diante da questão da natureza, a saber:
A
elogio retórico e laudatório da sociedade, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação; o elogio da burguesia nacional em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da sociedade e do meio de vida, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização urbano-industrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo pragmático de desenvolvimento nacional.
B
elogio retórico e laudatório da sociedade, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação dos costumes; o elogio da nobreza imperial em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-exportadora; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo e autônomo de desenvolvimento nacional.
C
elogio retórico e laudatório do meio natural, indiferente, e por vezes, conivente com a realidade da sua devastação; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências destrutivas; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização urbanoindustrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo e autônomo de desenvolvimento nacional.
D
elogio retórico e laudatório do meio natural, enquanto modelo de avanço tecnológico-industrial que envolvia a sua devastação; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências inovadoras deste processo; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-exportadora; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo alternativo mais pragmático a fim de impor a realidade de um desenvolvimento nacional.
E
elogio retórico e laudatório do meio natural, indiferente, e por vezes, contrário à realidade de devastação presente; o elogio da ação humana em sentido abstrato, passando ao largo das suas consequências inovadoras; a crítica da transformação da natureza em apenas uma matériaprima, propondo como remédio a modernização do país nos moldes da civilização agrário-industrial; a crítica da destruição da natureza, propondo como remédio a busca de um modelo reformador para o desenvolvimento nacional.
Respondida
A importância da luta antinuclear é também o combate
A
contra a poluição e a contaminação que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda do meio natural que o circunda.
B
contra a desumanidade de alguns governos fundamentalistas e outros capitalistas que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda da cultura e do meio sócio-natural que o circunda.
C
contra a descontaminação dos rios, mares, represas e lagos, a fim de propiciar a flora e a fauna aquática e ribeirinha que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda do meio natural que o circunda, sobretudo aquelas presentes nestes ecossistemas selvagens.
D
contra a poluição proveniente de resíduos sólidos e líquidos jogados no meio urbano das grandes megalópolis que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda da sua sociedade e meio de vida.
E
contra a poluição, a contaminação e a violência que esta relação natureza-meio ambiente e tecnoburocracia geram e que se torna urgente e fundamental para setores crescentes da população, uma vez que se trata, para cada indivíduo, de sua segurança, de sua sobrevivência, da salvaguarda de sua sociedade e meio de vida e da natureza como um todo complexo.
Respondida
A crítica ecológica ao pensamento marxista decorre da não compreensão,
A
de que o desenvolvimento da força de trabalho era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um protagonista necessário e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
B
de que o desenvolvimento da força de trabalho era negativo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
C
de que o desenvolvimento das forças produtivas era negativo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que ao utilizar os conceitos de produção, não levava em conta de modo flagrante os lucros que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
D
de que o desenvolvimento da força de trabalho era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um sujeito a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os lucros que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) considerar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
E
de que o desenvolvimento das forças produtivas era positivo em si mesmo e que tomava a natureza tão somente como um objeto a ser dominado e que, ao utilizar os conceitos de produção ou de produtividade, não levava em conta de modo flagrante os prejuízos que a ação poderia provocar à natureza e, ainda, pelo fato de ele (Marx) negligenciar o papel da natureza na teoria do valor-trabalho.
Respondida
No início do século XX, uma crítica ao modelo de importação de teorias cientificistas europeias, particularmente as evolucionistas, pelos intelectuais brasileiros e, ainda, a problematização da própria noção de progresso era realizada com o objetivo de
A
apenas discutir o avanço do Brasil, mas também discutir o modelo que nos servia para diminuir a dependência econômica externa, pois identificar o processo econômicocultural e industrial das nações africanas não significa va endossar os frutos da sua trajetória histórica. Nesse sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças não realizadas em sua plenitude. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas sociais.
B
não apenas discutir o avanço do Brasil, mas também discutir o modelo do desenvolvimento autônomo que nos servia para o futuro. Nesse sentido, a civilização ocidental era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças incontidas. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da terra.
C
não apenas discutir o atraso do Brasil, mas também discutir o modelo desenvolvimentista e a planificação econômica para fazer frente a nossa própria trajetória histórica inserida no jogo das nações desenvolvimentistas. Neste sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da sua própria cultura material.
D
não apenas discutir o atraso do Brasil, mas também discutir o modelo que nos servia de progresso, pois identificar o processo formativo das nações antigas não significa endossar os frutos da sua trajetória histórica. Neste sentido, a civilização humana era produto do sacrifício da Terra ao impulso de cobiças incontidas. Em suma, o homem tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da terra.
E
não apenas discutir os descompassos entre atrasos e avanços do Brasil contemporâneo, mas também discutir o modelo desenvolvimentista implantado de modo a não planificar a implantação da indústria em regiões já degradadas, a fim de não prejudicar a nossa trajetória histórica. Nesse sentido, a sociedade brasileira devia considerar que o progresso era produto do sacrifício da Terra. Em suma, o povo brasileiro tem sido um destruidor implacável e voraz das riquezas da sua própria cultura material.