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Leia o texto para responder à questão.
POR QUE O MUNDO TEME OS REFUGIADOS
Estas pessoas que estão vindo agora são refugiados que não são famintos, sem pão ou água. São pessoas que, ontem, tinham orgulho de seus lares, de suas posições na sociedade, que, frequentemente, tinham um alto grau de educação e assim por diante. Mas, agora eles são refugiados. E eles vêm para cá. Quem eles encontram aqui? O precariado. O precariado vive na ansiedade. No medo. Nós temos pesadelos. Tenho uma ótima posição social e quero mantê-la. “Precariado” vem da palavra francesa précarité que, em livre tradução, significa andar em areias movediças. Agora, surgem estas pessoas da Síria e da Líbia. Elas trazem esta ameaça de países distantes para nossas casas. De repente, eles aparecem ao nosso lado. Não conseguimos omitir suas presenças. Os refugiados simbolizam, personificam nossos medos. Ontem, eram pessoas poderosas em seus países. Felizes. Como nós somos aqui, hoje. Mas, veja o que aconteceu hoje. Eles perderam suas casas, perderam seus trabalhos. O choque está apenas começando. Não existem atalhos para o problema. Não existem soluções rápidas. Então, precisamos nos preparar para um tempo muito difícil que está chegando. Esta onda de imigração que aconteceu ano passado não foi a última. Há mais e mais pessoas esperando. Precisamos aceitar que esta é a situação. Vamos nos unir e encontrar uma solução.
No que diz respeito à questão dos refugiados na atualidade, assinale a alternativa correta.
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Leia a tira.

Ao representar o crescimento de uma pessoa do início do século XXI, a tira explicita
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Leia a tira.

Considerando a reflexão sobre a relação entre arte e cultura, a tirinha
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Leia os textos a seguir.
Texto I
(…) Na verdade, para o mundo, ela é apenas a mundialização do sistema capitalista e a difusão de valores dominantes para toda a sociedade global, concepção que fundamenta boa parte das críticas promovidas. (…) A forma desigual com que ela se expande, beneficiando, quase sempre, as localidades economicamente mais desenvolvidas e chegando “atrasada” ou de forma “incompleta” a outras regiões, tornando-as dependentes economicamente. (…) Assim, por exemplo, as culturas francesa, americana ou inglesa são facilmente reconhecidas em todo o planeta, já outras culturas são marginalizadas ou até relegadas ao ostracismo, porque seus locais de origem não conseguem transmiti-las pelos meios de expansão da globalização. No campo econômico, novamente a questão da desigualdade emerge como cerne das críticas direcionadas à globalização. A expansão das empresas (…) é um duro golpe à livre concorrência, haja vista que poucas instituições passam a controlar boa parte do mercado mundial. Além disso, o deslocamento das fábricas permite a aquisição de matérias- primas mais baratas e o emprego de mão de obra mais em conta, reduzindo os salários e contribuindo para a desregulamentação progressiva das leis trabalhistas.
Texto II
(…) a diminuição das distâncias e do tempo, assinalando um fenômeno que David Harvey chamou de “compressão espaço-tempo”. Isso ocorreu graças aos avanços tecnológicos no campo da comunicação e dos meios de transporte, cada vez mais rápidos e eficientes, fruto principalmente da Revolução Técnico-Científica-Informacional. Tal configuração permitiu a difusão de notícias e conhecimentos de forma mais rápida, transpondo barreiras físicas e políticas em todo o mundo. (…) A redução do preço médio dos produtos, embora essa não seja uma característica constante. Através da maior integração política mundial, entre outros elementos (como a formação dos Blocos Econômicos), muitos produtos tornaram-se mais baratos e mais abundantes, sendo largamente difundidos em todo o planeta. Hoje, por exemplo, se há uma nova descoberta no campo da medicina realizada em algum país, o restante do mundo passar a ter conhecimento dessa novidade quase que em tempo real. Informações diversas sobre dados econômicos, políticos e sociais também se dispersam rapidamente, contribuindo para o avanço de muitas áreas do saber. Não por acaso, o sociólogo espanhol Manuel Castells afirma que estamos vivendo na “sociedade do conhecimento”.
A comparação entre os dois textos permite concluir corretamente que
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Para responder à questão, considere os textos a seguir.
Texto I

Texto II
THE NEW YORK TIMES – 14.jan.2018 às 2h00
Europa vive boom de mão de obra barata e descartável
As agências oferecem aos empregadores acesso a uma força de trabalho mais flexível e evitam alguns dos custos trabalhistas da região. As agências que buscam trabalhadores braçais vasculham o continente em busca de pessoas para colher legumes no Reino Unido, misturar concreto na França ou operar linhas de montagem na Europa Oriental. Embora recebam salários mensais, esses trabalhadores em muitos casos têm jornadas longas e a remuneração por hora frequentemente é de € 3,50 (R$ 14) –menos que o salário-mínimo em alguns dos países em questão. Algumas das agências de emprego controlam toda a cadeia de suprimento de mão de obra, transportando recrutas a outros países, alojando-os e carregando-os de ônibus para o trabalho e de volta, e por fim os transferindo a outro lugar quando deixam de ser necessários. As práticas são legais sob as normas que autorizam os cidadãos da União Europeia a trabalhar em qualquer um dos 28 países-membros. Mas, agora que os empregadores estão terceirizando cada vez mais postos de trabalho e recorrendo a contratos curtos para economizar custos, as autoridades regulatórias europeias estão reforçando sua fiscalização.
A partir das últimas décadas do século XX e em escala global, grandes transformações ocorreram nas relações de trabalho relacionadas a migrantes e refugiados. Em relação a essas transformações, é correto afirmar:
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Leia a tira.

Ao representar a reação da jovem diante da falta de sinal, a tira chama a atenção para uma
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Leia o texto para responder à questão.
ERRAMOS!
Publicamos no dia de hoje (18/12), um pouco antes do início da partida entre Argentina e França na final da Copa do Mundo, duas charges que se referiam ao jogador MBappé de forma racista e transfóbica. Fato que aconteceu em decorrência da nossa gestão horizontalizada, e que foi corrigido assim que o grupo de editores teve ciência das publicações, com a retirada das mesmas de nossas redes.
Como é de conhecimento de muitos, nosso processo é construído de forma coletiva, aberta e horizontal. Sendo assim, muitos colaboradores podem publicar diretamente em nossas redes, e ainda que a gente tenha grupos internos para discutir as postagens, acontecem publicações sem passar por estes grupos, o que, em alguns casos, gera episódios lamentáveis como o do dia de hoje.
Em tempo, gostaríamos de reafirmar nosso compromisso com a luta antiracista, nos colocando, inclusive, abertos à crítica externa para melhorar o nosso modo de operar.
Qual a concepção ideológica apresentada no texto?
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
“A burguesia não pode existir sem revolucionar incessantemente os instrumentos de produção, por conseguinte, as relações de produção e, com isso, todas as relações sociais. A conservação inalterada do antigo modo de produção era, pelo contrário, a primeira condição de existência de todas as classes industriais anteriores. Essa subversão contínua da produção, esse abalo constante de todo o sistema social, essa agitação permanente e essa falta de segurança distinguem a época burguesa de todas as precedentes. Dissolvem-se todas as relações sociais antigas e cristalizadas, com seu cortejo de concepções e de ideias secularmente veneradas; as relações que as substituem tornam-se antiquadas antes de se consolidarem. Tudo o que era sólido e estável se desmancha no ar, tudo o que era sagrado é profanado e os homens são obrigados finalmente a encarar sem ilusões a sua posição social e as suas relações com os outros homens.”
Assinale a alternativa correta a respeito das ideias apresentadas no texto de Marx e Engels.
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Leia o texto a seguir.
“A civilização ocidental, que embarcou agora numa política exterior mais ambiciosamente agressiva, precisa de alguma legitimação espiritual para esse projeto exatamente na hora em que está ameaçando despedaçar-se culturalmente. Quanto mais ela desenraiza comunidades inteiras, engendra pobreza e desemprego generalizados, solapa sistemas tradicionais de crenças e cria grandes ondas de migração, mais essas políticas predatórias produzem uma série de subculturas defensivas e militantes que fragmentam a sociedade ocidental a partir de dentro.”
O trecho apresentado estabelece uma crítica à civilização ocidental por várias razões, dentre as quais ao fato de que
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No município de Chácara, por exemplo, quantas mulheres foram eleitas para a Legislatura 2021-2024 na Câmara de Vereadores?
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