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Observe o gráfico a seguir.

Fonte: https://www2.ufjf.br/noticias/2022/06/21/cotistas-sao-47-na-ufjfpercentual-de-negros-triplica-em-dez-anos/
O gráfico apresenta a avaliação da população brasileira sobre o sistema de cotas em 2022. A maioria dos entrevistados (50%) se mostrou a favor, enquanto 34% foram contra. Além disso, 12% não souberam responder e 3% se declararam indiferentes.
Com base na análise do gráfico, é possível afirmar que as políticas das cotas sociorraciais nos ambientes universitários, enquanto políticas afirmativas,
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Leia o trecho a seguir.
Sociologicamente, o importante é compreender que a posição particular que os pobres assistidos ocupam não impede sua integração no Estado, como membros de uma unidade política total. Apesar de sua situação em geral tornar sua condição individual um fim externo ao ato de assistência, e, por outro lado, um objeto inerte, destituído de direitos nos objetivos gerais do Estado, que parecem colocar os pobres fora do Estado, eles estão ordenados de forma orgânica no interior deste. Em princípio, aquele que recebe uma esmola dá também alguma coisa; há uma difusão de efeitos indo dele ao doador e é precisamente o que converte a doação em uma interação, em um acontecimento sociológico.
Adaptado de: SIMMEL, Georg. Les pauvres. Paris: Presses Universitaires de France, 1998, p.55-56.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o autor entende a pobreza através
Sociologicamente, o importante é compreender que a posição particular que os pobres assistidos ocupam não impede sua integração no Estado, como membros de uma unidade política total. Apesar de sua situação em geral tornar sua condição individual um fim externo ao ato de assistência, e, por outro lado, um objeto inerte, destituído de direitos nos objetivos gerais do Estado, que parecem colocar os pobres fora do Estado, eles estão ordenados de forma orgânica no interior deste. Em princípio, aquele que recebe uma esmola dá também alguma coisa; há uma difusão de efeitos indo dele ao doador e é precisamente o que converte a doação em uma interação, em um acontecimento sociológico.
Adaptado de: SIMMEL, Georg. Les pauvres. Paris: Presses Universitaires de France, 1998, p.55-56.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o autor entende a pobreza através
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Assinale a afirmativa que descreve corretamente os estudos de
gênero como categoria analítica para estudos sociológicos.
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A história de vida é uma daquelas noções do senso comum que
entram de contrabando no universo acadêmico; primeiro, sem
tambor nem trompete, pelos etnólogos; depois, mais
recentemente, e não sem estrondo, entre os sociólogos. Falar de
história de vida é pressupor pelo menos, e isto não é pouco, que a
vida é uma história e uma vida é inseparavelmente o conjunto de
acontecimentos de uma existência individual concebida como uma
história e o relato desta história. O mundo social, que tende a
identificar a normalidade com a identidade, entendida como
constância de si mesmo de um ser responsável, ou seja, previsível
ou, no mínimo, inteligível, à maneira de uma história bem
construída, dispõe de todos os tipos de instituições de totalização
e de unificação do eu.
Os acontecimentos biográficos são definidos como muitos posicionamentos e deslocamentos no espaço social, ou seja, mais precisamente, nos diferentes estados sucessivos da estrutura de distribuição das diferentes espécies de capital envolvidas em dado campo
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. L’illusion biographique. In: Actes de la recherche en sciences sociales. Vol. 62-63, 1986.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que, segundo o autor, o sociólogo, ao estudar biografias, deve
Os acontecimentos biográficos são definidos como muitos posicionamentos e deslocamentos no espaço social, ou seja, mais precisamente, nos diferentes estados sucessivos da estrutura de distribuição das diferentes espécies de capital envolvidas em dado campo
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. L’illusion biographique. In: Actes de la recherche en sciences sociales. Vol. 62-63, 1986.
Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que, segundo o autor, o sociólogo, ao estudar biografias, deve
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia CríticaCultura de massa e indústria cultural
- Cultura e sociedade
Leia o trecho a seguir.
Embora os rolos – no qual os filmes residem enquanto potência fílmica – sejam palpáveis, o filme em si não é. Não pode ser tocado, tampouco visto sem que seja projetado. À medida que o projetor roda, dando às gravações velocidade suficiente para gerar a ilusão do movimento, cabe aos espectadores, sem tempo para fixar o olhar e o entendimento em um ou outro aspecto determinado da sequência de imagens que lhe é mostrada, juntar algumas impressões do que acaba de ser visto para formatar um ponto de vista ou uma interpretação. Tanto o que faz “eleger” alguns dentre os incontáveis sinais possíveis como os mais significativos de um filme quanto o modo como os interpreta não pode ser desvinculado de seus desejos e conhecimentos prévios. Em outras palavras, o processo não é desvinculado das particularidades daquele que o vê, de sua memória e de seu saber.
Adaptado de: NASCIMENTO, Nayara. Amor em telas – amor e tecnologia digital em filmes dos anos 2010. Tese de doutorado em Sociologia da Universidade de São Paulo, 2022, p. 21.
Com base na leitura do trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente a compreensão sociológica da autora sobre o ato de consumir produções audiovisuais.
Embora os rolos – no qual os filmes residem enquanto potência fílmica – sejam palpáveis, o filme em si não é. Não pode ser tocado, tampouco visto sem que seja projetado. À medida que o projetor roda, dando às gravações velocidade suficiente para gerar a ilusão do movimento, cabe aos espectadores, sem tempo para fixar o olhar e o entendimento em um ou outro aspecto determinado da sequência de imagens que lhe é mostrada, juntar algumas impressões do que acaba de ser visto para formatar um ponto de vista ou uma interpretação. Tanto o que faz “eleger” alguns dentre os incontáveis sinais possíveis como os mais significativos de um filme quanto o modo como os interpreta não pode ser desvinculado de seus desejos e conhecimentos prévios. Em outras palavras, o processo não é desvinculado das particularidades daquele que o vê, de sua memória e de seu saber.
Adaptado de: NASCIMENTO, Nayara. Amor em telas – amor e tecnologia digital em filmes dos anos 2010. Tese de doutorado em Sociologia da Universidade de São Paulo, 2022, p. 21.
Com base na leitura do trecho, assinale a afirmativa que descreve corretamente a compreensão sociológica da autora sobre o ato de consumir produções audiovisuais.
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Assinale a afirmativa que descreve corretamente o conceito de
Estado Democrático de Direito.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Analise as afirmativas a seguir sobre o materialismo histórico.
I. O materialismo histórico é uma tradição de pensamento idealista, que tem como objetivo a subversão da ordem social vigente.
II. O materialismo histórico-dialético entende as classes sociais como opostas, reconhecendo sua relação dialética desde os primórdios da humanidade.
III. O materialismo histórico possui um caráter científico, visando compreender a sociedade a partir de sua realidade concreta.
Está correto o que se afirma em
I. O materialismo histórico é uma tradição de pensamento idealista, que tem como objetivo a subversão da ordem social vigente.
II. O materialismo histórico-dialético entende as classes sociais como opostas, reconhecendo sua relação dialética desde os primórdios da humanidade.
III. O materialismo histórico possui um caráter científico, visando compreender a sociedade a partir de sua realidade concreta.
Está correto o que se afirma em
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Leia o trecho a seguir.
O Estado é uma ilusão bem fundamentada, uma realidade que existe essencialmente porque acreditamos que ela existe. Esta realidade ilusória, mas validada coletivamente por meio do consenso, é o lugar para o qual somos remetidos quando recuamos em vários fenômenos, como títulos acadêmicos, títulos profissionais ou o calendário. Recuando cada vez mais, chegamos a um ponto que é a origem de tudo isso. Esta realidade misteriosa existe por seus efeitos e pela crença coletiva em sua existência, que é o princípio desses efeitos. Não se pode tocá-la com as mãos ou tratá-la da maneira que um agente da tradição marxista faria, dizendo: "O Estado faz isso", "O Estado faz aquilo". Poderia citar quilômetros de textos nos quais a palavra "Estado" aparece como sujeito das ações. Trata-se de uma ficção perigosa que nos impede de pensar o Estado. Portanto, como advertência, eu diria: cuidado, todas as frases que têm o Estado como sujeito são frases teológicas, o que não significa que sejam falsas, pois o Estado é uma entidade teológica, ou seja, uma entidade que existe devido à crença.
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. Sobre el Estado. Cursos en el Collège de France (1989-1992). Barcelona: Anagrama, 2014, pp. 15-16.
Com base na leitura do trecho, analise as afirmativas a seguir e assinale a (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O autor descreve o Estado como uma realidade fictícia, sustentada por ideias preconcebidas e construídas socialmente, cuja existência é validada coletivamente pela crença das pessoas.
( ) O autor afirma que a materialidade do Estado decorre de suas ações concretas como sujeito histórico, capaz de alterar dinâmicas sociais.
( ) O autor considera que as manifestações do Estado não têm fundamento sólido, sendo ele uma ficção e vez de uma realidade.
Assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
O Estado é uma ilusão bem fundamentada, uma realidade que existe essencialmente porque acreditamos que ela existe. Esta realidade ilusória, mas validada coletivamente por meio do consenso, é o lugar para o qual somos remetidos quando recuamos em vários fenômenos, como títulos acadêmicos, títulos profissionais ou o calendário. Recuando cada vez mais, chegamos a um ponto que é a origem de tudo isso. Esta realidade misteriosa existe por seus efeitos e pela crença coletiva em sua existência, que é o princípio desses efeitos. Não se pode tocá-la com as mãos ou tratá-la da maneira que um agente da tradição marxista faria, dizendo: "O Estado faz isso", "O Estado faz aquilo". Poderia citar quilômetros de textos nos quais a palavra "Estado" aparece como sujeito das ações. Trata-se de uma ficção perigosa que nos impede de pensar o Estado. Portanto, como advertência, eu diria: cuidado, todas as frases que têm o Estado como sujeito são frases teológicas, o que não significa que sejam falsas, pois o Estado é uma entidade teológica, ou seja, uma entidade que existe devido à crença.
Adaptado de: BOURDIEU, Pierre. Sobre el Estado. Cursos en el Collège de France (1989-1992). Barcelona: Anagrama, 2014, pp. 15-16.
Com base na leitura do trecho, analise as afirmativas a seguir e assinale a (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.
( ) O autor descreve o Estado como uma realidade fictícia, sustentada por ideias preconcebidas e construídas socialmente, cuja existência é validada coletivamente pela crença das pessoas.
( ) O autor afirma que a materialidade do Estado decorre de suas ações concretas como sujeito histórico, capaz de alterar dinâmicas sociais.
( ) O autor considera que as manifestações do Estado não têm fundamento sólido, sendo ele uma ficção e vez de uma realidade.
Assinale a afirmativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Leia o trecho a seguir.
A discussão sobre interseccionalidade tem ocupado um espaço importante na pesquisa de gênero. O reconhecimento de que formas sexuais de injustiça são, por um lado, análogas e, por outro, empiricamente entrelaçadas com outras formas de injustiça - como as relacionadas a "raça", etnia e religião - encontra nesse conceito sua expressão teórica. Tanto racismos quanto sexismos podem ser entendidos como fenômenos complexos de poder que operam no contexto de atribuição de diferenças categoriais. Mesmo que não seja sempre necessariamente assim, eles frequentemente funcionam por meio de referências a características corporais e, portanto, por meio de referências a supostas certezas biológicas. É por isso que atribuições de diferença de cunho racista ou sexista são geralmente atribuições de diferenças naturalizadas que exigem validade atemporal ou pelo menos por longos períodos. Nesse sentido também as formas racistas e sexistas de poder são diferentes daquelas que operam vinculadas a relações de classe ou de produção.
Adaptado de: KERNER, Ina. Tudo é interseccional? Sobre a relação entre racismo e sexismo. Novos estud. CEBRAP (93), 2012, pp. 45- 46.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente a interpretação da autora sobre as abordagens interseccionais nos estudos sociológicos.
A discussão sobre interseccionalidade tem ocupado um espaço importante na pesquisa de gênero. O reconhecimento de que formas sexuais de injustiça são, por um lado, análogas e, por outro, empiricamente entrelaçadas com outras formas de injustiça - como as relacionadas a "raça", etnia e religião - encontra nesse conceito sua expressão teórica. Tanto racismos quanto sexismos podem ser entendidos como fenômenos complexos de poder que operam no contexto de atribuição de diferenças categoriais. Mesmo que não seja sempre necessariamente assim, eles frequentemente funcionam por meio de referências a características corporais e, portanto, por meio de referências a supostas certezas biológicas. É por isso que atribuições de diferença de cunho racista ou sexista são geralmente atribuições de diferenças naturalizadas que exigem validade atemporal ou pelo menos por longos períodos. Nesse sentido também as formas racistas e sexistas de poder são diferentes daquelas que operam vinculadas a relações de classe ou de produção.
Adaptado de: KERNER, Ina. Tudo é interseccional? Sobre a relação entre racismo e sexismo. Novos estud. CEBRAP (93), 2012, pp. 45- 46.
Assinale a afirmativa que descreve corretamente a interpretação da autora sobre as abordagens interseccionais nos estudos sociológicos.
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Na falsificação de produtos (bens e serviços), marcas e/ou
patentes, esses são copiados, imitados ou reproduzidos por uma
organização ou rede, sem qualquer autorização ou remuneração
de quem legalmente detém direitos sobre tal patrimônio intangível
e tangível, com vistas à obtenção de vantagem financeira via
comercialização. A marca que vai ser falsificada é,
necessariamente, bem conhecida e sobretudo valorizada por um
público que a consome ou gostaria de consumi-la. É uma prática
que se reveste de certas propriedades da pirataria do passado,
acrescida de traços modernos. Incide uma contrafação, pois essa
falsificação é fraudulenta, ao violar o direito de propriedade
industrial que legalmente pertence a terceiros. Por sua vez, os
compradores podem estar cientes (o que usualmente acontece) ou
não da ilegitimidade daquilo que adquirem. Num astuto modo de
uso, o consumidor não pretende passar, nos seus círculos, a
mercadoria falsa por verdadeira, para eliminar o risco social de ser desmascarada. Em vez disso, cria para si uma narrativa algo
favorável e até prestigiosa, mediante: a) a exibição de
conhecimentos sobre a marca original; b) comentários sobre
viagens ao exterior em que o produto foi adquirido; c) exposição de
um perfil de comprador esperto.
Adaptado de: STREHLAU, Suzane; André Torres; Filipe Quevedo-Silva. O valor percebido no luxo falsificado pelo cliente de artigo legítimo: uma investigação qualitativa, Revista de Administração da UNIMEP. v.13, n.3, 2015, pp. 75 – 77.
As afirmativas descrevem corretamente o comportamento social em relação aos produtos falsificado, à exceção de uma. Assinale-a.
Adaptado de: STREHLAU, Suzane; André Torres; Filipe Quevedo-Silva. O valor percebido no luxo falsificado pelo cliente de artigo legítimo: uma investigação qualitativa, Revista de Administração da UNIMEP. v.13, n.3, 2015, pp. 75 – 77.
As afirmativas descrevem corretamente o comportamento social em relação aos produtos falsificado, à exceção de uma. Assinale-a.
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