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O Controle Integrado de Pragas Urbanas (CIP) é um programa obrigatório nos estabelecimentos relacionados à produção, manipulação e comercialização de alimentos, constituindo uma exigência técnica da vigilância sanitária para a prevenção de riscos à saúde. De acordo com as diretrizes da RDC ANVISA nº 216/2004 e boas práticas internacionais, assinale a alternativa que descreve corretamente a estratégia técnica e a comprovação documental exigidas para o CIP.
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No glossário técnico da vigilância sanitária e do controle de infecções, o termo "Sanitização" designa especificamente o processo de:
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No âmbito das atribuições da Vigilância Sanitária para o controle de zoonoses e acidentes por animais peçonhentos, incumbe ao agente fiscal:
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Durante a inspeção sanitária em unidades que manipulam e comercializam alimentos perecíveis, a avaliação do risco à saúde pública deve priorizar a verificação objetiva de parâmetros críticos de controle, tais como:
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De acordo com a Classificação de Risco dos
Agentes Biológicos do Ministério da Saúde (2022), “os
agentes biológicos que possuem capacidade de transmissão, em especial por via respiratória, e que causam
doenças potencialmente letais em humanos ou animais, e para as quais existem, usualmente, medidas
profiláticas e terapêuticas” são classificados em:
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A política pública de atenção à saúde do jovem, segundo o Estatuto da Juventude (Lei 12.852/2013),
será desenvolvida em consonância com as seguintes diretrizes:
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Marina, 68 anos, portadora de carcinoma de pulmão metastático, encontra-se em seguimento pela
equipe de Saúde da Família. Nos últimos meses, apresentou piora progressiva da dispneia e
inapetência, permanecendo grande parte do tempo acamada. A filha, cuidadora principal, relata
dificuldade para lidar com a angústia diante do sofrimento da mãe e pergunta sobre a possibilidade
de iniciar oxigenoterapia contínua “para aliviar o sofrimento e prolongar a vida”. Ao exame,
Marina encontra-se consciente, hipocorada, hidratada, FR = 24 irpm, saturação de O₂ = 93% em ar
ambiente. Ausculta pulmonar: murmúrio vesicular diminuído difusamente. Não há sinais de
insuficiência respiratória aguda.
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
Com base nos princípios do cuidado paliativo domiciliar, qual a conduta mais adequada?
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A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Costa, residente em uma comunidade
urbana com alto índice de doenças crônicas, baixa adesão a tratamentos e barreiras socioeconômicas.
• Pai (52 anos): hipertenso há 10 anos, com glicemia elevada e histórico familiar de AVC; apresenta pressão arterial recentemente medida em 140/100 mmHg, relata esquecimento frequente da medicação, dieta rica em sódio e sedentarismo;
• Mãe (50 anos): hipertensa controlada, mas com dificuldade de acesso regular à UBS;
• Filha adolescente (17 anos): sem hipertensão, mas envolvida no cuidado e alimentação da família.
Durante as visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Baixa adesão à medicação e às mudanças de estilo de vida;
• Pouco conhecimento da família sobre riscos cardiovasculares e prevenção de complicações;
• Necessidade de integração entre cuidado clínico, educação em saúde e coordenação multiprofissional.
Considerando as diretrizes atuais de tratamento da HAS, MCCP e APS, qual a conduta mais adequada neste caso?
• Pai (52 anos): hipertenso há 10 anos, com glicemia elevada e histórico familiar de AVC; apresenta pressão arterial recentemente medida em 140/100 mmHg, relata esquecimento frequente da medicação, dieta rica em sódio e sedentarismo;
• Mãe (50 anos): hipertensa controlada, mas com dificuldade de acesso regular à UBS;
• Filha adolescente (17 anos): sem hipertensão, mas envolvida no cuidado e alimentação da família.
Durante as visitas domiciliares, a equipe identifica:
• Baixa adesão à medicação e às mudanças de estilo de vida;
• Pouco conhecimento da família sobre riscos cardiovasculares e prevenção de complicações;
• Necessidade de integração entre cuidado clínico, educação em saúde e coordenação multiprofissional.
Considerando as diretrizes atuais de tratamento da HAS, MCCP e APS, qual a conduta mais adequada neste caso?
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A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Oliveira, residente em uma
comunidade urbana de baixo acesso a saneamento básico e frequentes alagamentos. Durante a
visita domiciliar, a equipe identifica:
• Acúmulo de lixo e água parada próximo às casas;
• Presença de roedores na vizinhança;
• A mãe (34 anos) relata febre, dor muscular e cefaleia há 3 dias;
• O filho adolescente (15 anos) apresenta sinais leves de febre e cansaço;
• Dificuldade da família em compreender medidas preventivas e riscos ambientais.
Considerando os fundamentos de epidemiologia, vigilância em saúde, MCCP, abordagem familiar e Educação Popular em Saúde (EPS), assinale a alternativa correta.
• Acúmulo de lixo e água parada próximo às casas;
• Presença de roedores na vizinhança;
• A mãe (34 anos) relata febre, dor muscular e cefaleia há 3 dias;
• O filho adolescente (15 anos) apresenta sinais leves de febre e cansaço;
• Dificuldade da família em compreender medidas preventivas e riscos ambientais.
Considerando os fundamentos de epidemiologia, vigilância em saúde, MCCP, abordagem familiar e Educação Popular em Saúde (EPS), assinale a alternativa correta.
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A equipe de Atenção Primária à Saúde acompanha a família Lima, residente em uma comunidade
com baixa adesão a exames preventivos, vulnerabilidade socioeconômica e barreiras de acesso a
serviços de saúde.
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
A família é composta por:
• Mãe (42 anos): hipertensa e com histórico familiar de câncer de mama (tia materna diagnosticada aos 45 anos);
• Filha adolescente (16 anos): sem fatores de risco significativos;
• Avó (67 anos): sobrevivente de câncer de mama tratado há 10 anos;
• Tia (38 anos): obesa e tabagista.
Durante visitas domiciliares e consultas de rotina, a equipe identifica:
• Dificuldades de adesão a exames de rastreamento por medo, desinformação e distância do serviço;
• Necessidade de educação em saúde adaptada e participativa;
• Desejo da família de participar ativamente das decisões sobre prevenção e cuidados.
Considerando MCCP, abordagem familiar, EPS, coordenação multiprofissional e vigilância em saúde, qual a conduta mais adequada pela equipe?
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